Arquivos para : Frei Betto

O Brasil poderia facilmente ERRADICAR a MISÉRIA e a OLIGARQUIA, criando uma nação justa, pautada pela justiça social

O governo do Bozó quer que milhões morram sem emprego, em empregos precários, subempregados. Quer dar licença para a polícia, os ricos e os militares para matarem pobres e quer destruir o MEIO AMBIENTE, tal como DIZIMAR a Previdência e as estatais.

Eduardo Bolsonaro prega DESMATAMENTO e DESTRUIÇÃO AMBIENTAL, citando o livro asqueroso, “Psicose ambientalista”, de Dom Bertrand, da antiga horrorosa TPF.

O Ministério da Agricultura libera agrotóxicos a cada dia ou semana e a dezenas, para ampliar o envenenamento das pessoas. Já LIBEROU 161 agrotóxicos, só nestes 4 meses. Os agrotóxicos vão competir com o número de laranjas…

Um outro decreto, liberou até FUZIS para que as milícias possam ter ferramentas para suas operações, como a morte de Marielle…

Bilhões ou trilhões de abelhas são mortas, pelo sulfoxaflor, liberado pelo bozó, dizimando nossos apicultores, nossa agricultura. O doido nem sabe a densidade demográfica no Brasil em relação a Europa.

Os bozós são defendidos por pessoas horríveis, como Luciano Hang, Ratinho, Sílvio Santos, Datena, Luciana Gimenez, Renata Alves, Ana Hickmann, Rodrigo Faro e outros, que ganham milhões para defender a destruição da PREVIDÊNCIA SOCIAL.

O bozó aumentou e aumenta a gasolina, o álcool e o diesel, e quase todos os dias, tendo a gasolina em cerca de cinco reais. O gás de cozinha chega a uns 80 reais, em alguns lugares, 90 reais ou mais. E o bozó quer aumentar a energia elétrica em 50%, para matar o resto do povo. 

As pessoas de que gosto são gente como Marielle (morta, tudo indica, pelo vizinho de Bozó…), Haddad, Boulos, Marcelo Freixo, Manuela, Frei Anastácio, padre João de MG, padre Luiz Couto, Stédile, Frei Betto, Oliver Stone, Maria do Rosário, José Guimarães, Cynara Menezes, Luiz Nassif, Bob Fernandes, Marcelo Auler e outros.

Pesquisa Gallup diz, recentemente, que 40% das pessoas do EUA aceitam o socialismo democrático (“four in 10 Americans embrace socialism, Gallup poll says, ponto que colhi nos sites de apoio do excelente Sanders, nos EUA).

No Reino Unido, Jeremy Corbin é minha esperança maior.

No orçamento de 2019, no Brasil, mais de 40 % foi para os rentistas, cerca de CINCO MIL FAMÍLIAS ULTRA RICAS RENTISTAS, no total de R$ 1,065 trilhões de reais, 40,66%. A Bolsa Família só gasta uns 30 bilhões. Ou seja, um trilhão para cinco mil famílias ricas, ultra ricas, e 30 bilhões para 54 milhões de pessoas pobres. E tem ricos que chamam estes pobres de vagabundos e parasitas, o que é CINISMO PANTAGRUÉLICO. 

A Previdência que ajuda dezenas de milhões gasta apenas 24,48%.

Saúde, apenas 4%. Educação, apenas 3,6%.  Assistência Social, 3,2%. Já a Defesa Nacional, as 3 Forças, 2,57.

A Administração custa apenas 1,04%, quase nada. Do total das rendas da União, cerca de 10% voltam para os Estados membros e Municípios, 9,82%. 

Só na propaganda FALSA da “reforma” (destruição) da Previdência, foram gastos cerca de 250 mihões ou mais, de Temer ao Bozó. E este corta recursos para a educação, mas paga o Ratinho, a Globo, a Record, o SBT, Datena e outras pragas para fazer propaganda do Projeto de PEC GENOCIDA.

O Bozó insulta a religião, usando pastores milionários, tal como maculando o nome de Maria, Imaculada Conceição, coisas que são asquerosas, pois está usando do sentimento religioso das pessoas para manipular, e veicular leis e medidas iníquas. 

 

Meu socialismo, o mesmo de Pontes de Miranda, Alceu, Dom Hélder e outros luminares da Igreja

Dentro dos limites de minhas forças precárias, procurei seguir os passos dos melhores teólogos da Igreja, estrelas como Frei Clodovis Boff, em obras como “Cristianismo, humanismo e democracia” (São Paulo, Ed. Paulus) e de outras centenas de autores.

A linha que esposo é a linha de estrelas como Alceu Amoroso Lima, Frei Betto, Dom Hélder, Dom Manuel Larrain (no Chile), Dom Balduíno, Dom Luciano Mendes de Almeida, dos irmãos Lorscheider, Dom Fragoso, Dom José Maria Pires, Dom José Gomes, padre José Ernani Pinheiro, Dom Moacir Grecchi, Padre Ibiapina, Padre Júlio Maria, Padre Arturo Paoli, Dom Viçoso, Dom Antônio Macedo da Costa, Dom Vital, o padre Vieira e de outros milhares de expoentes da Igreja.

O catolicismo admite o pluralismo teológico. Admite a liberdade política, filosófica, literária, científica etc.

Adoto, assim, uma corrente à esquerda, um mistura de distributismo, trabalhismo, nacionalismo anti-imperialismo e socialismo democrático, que é, no fundo, a meu ver, uma forma bem concreta de democracia participativa e social. A referência principal é o conjunto de textos de Alceu Amoroso Lima.

A democracia social, popular, participativa é o ideal histórico da doutrina social da Igreja e da teologia da libertação.

Há uma unidade entre os melhores textos da teologia da libertação com os textos papais, da doutrina social da Igreja e também da filosofia, do direito, da sociologia etc.

O ideal de democracia social, participativa, autêntica, não-capitalista, não-oligárquica, popular, comunitária, cooperativista etc é o ideal comum às correntes teológicas que representam a grande maioria da Igreja.

O ideal da realização do bem comum é o ideal de uma democracia popular, participativa, não-capitalista, não-oligárquica, sem classes dominantes e oprimidas, humanista.

Estas são, a meu ver, as linhas gerais do ideário de nossos melhores leigos, sacerdotes, religiosos e bispos.

Como abonação desta tese, basta considerar os textos de gigantes como Alceu, Dom Pedro Casaldáliga, Frei Betto, Dussel, tal como de Dabin, Maritain, Ketteler, Buchez, do padre jesuíta Castillo e outros. 

A Grande Linha Democrática Popular da Doutrina social da Igreja, a linha de Francisco I

A busca de um regime justo, de uma democracia popular (socialismo democrático) não-capitalista, foi a linha de São Tomás Morus, Las Casas, Campanella, o abade de Saint-Pierre (1658-1743), Mably e outros precursores católicos de Marx. É a linha de João XXIII, de Francisco I.

Foi a linha retomada por Buchez, Lamennais, Ozanam (1813-1853), Lacordaire (1802-1861), Tocqueville, o abade Antônio Rosmini Serbati (1797-1855, um dos maiores luminares do pensamento italiano, no século XIX), Ketteler e outros.

Depois, novamente retomada pela Escola de Liège, por Marc Sangnier, Luigi Sturzo, Jacques Maritain, Mounier, do Cardeal Journet, do Cardeal Lercaro, do beato João XXIII, Alceu, Dom Hélder, Dom Lombardi (Núncio Apostólico no Brasil, de 1954 a 1964, amigo de Dom Hélder), Frei Betto, Dom Balduíno, Dom Hélder, Dom Casaldáliga, do Cardeal Leão José Suenens, do padre Yves Congar e de outros luminares da Igreja.

A linha democrática popular da Igreja também brilhou na luta dos poloneses e dos irlandeses. Por exemplo, na luta de Daniel O´Connor (1775-1847).

O´Connor foi chamado “o grande Agitador”, o “Libertador” da Irlanda, tendo sido aluno dos jesuítas, advogado (jurista mesmo), tribuno, jornalista, escritor, fundador de clubes políticos, deputado, especialista em comícios e lutas políticas.

O´Connor deixou obras como “Memórias sobre a Irlanda” e foi elogiado por grandes sacerdotes como Lacordaire, o padre Ventura d´Raulica e mesmo por Marx.

A combatividade do leigo O´Connor foi exemplar, marcando toda a luta dos irlandês contra o imperialismo inglês e por democracia.

O ideal de uma democracia popular era também o ideal cristão de William Cobbett, autor muito elogiado também por Karl Marx.

Chesterton redigiu uma boa biografia de Cobbett, no livro “La vie de William Cobbett” (Paris, Ed. Gallimard, 1929, com tradução de Marcel Agobert).

Dom Hélder Camara deu a linha para a Igreja no Brasil defender o nacionalismo econômico, o socialismo democrático, o trabalhismo

A ética cristã e humana exige a erradicação dos grandes monopólios privados, dos trustes e cartéis, do grande capital privado, dos latifúndios, da oligarquia, que tem seu poder no oligopólio.

A Igreja sempre apreciou o Estado, as estatais, as cooperativas, as micro, pequenas e médias propriedades familiares produtivas e úteis. 

A Igreja luta pela renda cidadã para todos, para que TODOS TENHAM PEQUENOS BENS. 

E a Igreja luta pelo subsídio agrícola, para que o campesinato tenha pleno amparo da sociedade, do Estado. Por isso, a Igreja apoia o MST, a sucursal no Brasil da Via Campesina. 

Dom Hélder seguiu os passos do padre Cícero (que elogiava, com oitenta anos, o nacionalismo de Sandino) e de Alceu Amoroso Lima.

Numa poesia (de 24.07.1966) com um elogio a Lebret, Dom Hélder escreveu: “Karl Marx, levado ao céu pela crítica ao capital e pela defesa do trabalhador” (cf. a biografia de Dom Hélder, feita por Nelson Piletti e Walter Praxedes, “Dom Hélder Câmara”, São Paulo, Ed. Ática, 1997, p. 409).

Expoentes como Dom Hélder, Dom Luciano, o abade Pierre (na França), Barbosa Lima Sobrinho, Alceu Amoroso Lima, Frei Betto, Dom Moacir Grechi e outros são a cristalização das melhores idéias do povo, da boa linha evolutiva de nosso povo e da Igreja.

Resumindo, nas palavras de Dom Hélder: “o desenvolvimento recebido do alto, pré-fabricado, sem a participação do povo na criatividade e nas opções, pode ser tudo, menos desenvolvimento”. Neste ponto, Dom Hélder tinha a mesma concepção de Paulo Freire, no livro “Pedagogia do oprimido”.

A ligação de Dom Hélder com Roger Garaudy também é outro grande sinal dos tempos, a meu ver.

A palestra feita por Dom Hélder, em outubro de 1974, na Universidade de Chicago, sobre a relação entre Santo Tomás e Karl Marx, também tem a mesma linha libertária e ecumênica, mostrando que o método de Santo Tomás era ecumênico, pois acolhia todas as verdades contidas na Paidéia, nos textos de Maimônides, Averróis e Avicena. Este método deve adotado para as verdades contidas nos textos de Marx e outros autores, como recomendava Dom Hélder.

O populismo está ligado à teologia da libertação, sendo essencial à libertação do povo

Frei Betto, no “Catecismo Popular” (Editora Ática, São Paulo,1992, p. 172), discorreu sobre a teologia da libertação, escrevendo:

O que é teologia da libertação. Hoje em dia, fala-se muito em Teologia da Libertação (TdL).

O presidente Reagan chegou a considerá-la “muito perigosa” aos interesses norte-americanos na América Latina.

Fidel Castro disse que ela é mais importante do que o marxismo para a transformação das estruturas injustas em nosso Continente.

E o papa João Paulo II, em carta aos bispos brasileiros, declarou que ela é “oportuna, útil e necessária à Igreja” na América Latina.

A Teologia da libertação (TdL) nasce das CEBs surgidas na América Latina a partir dos anos 60 e início dos anos 70. É a reflexão de fé dos pobres, dentro de suas lutas por libertação, que produz as bases da TdL. Porém, ela foi sistema­tizada pela primeira vez pelo teólogo peruano Gustavo Gutiérrez, em 1971, em sua obra Teologia da Libertação (Petrópolis, Vozes)”.

A teologia correta (com fundo bíblico e nos Santos Padres) defende a socialização, essencial para a libertação, para assegurar o primado à subjetividade, ao trabalho, à pessoa (daí o termo personalismo ou personalista).

Sobre este ponto, vale a pena transcrever um pequeno texto de Paul Singer (de um livro das edições “socialismo em discussão”, da Editora Fundação Perseu Abramo):

No seminário anterior, “socialismo no ano 2000: uma visão panorâmica”, Marilena Chauí lembrou que não há socialismo sem a socialização dos meios de produção. Penso que esta é a questão central.

Os clássicos definiam a economia socialista como constituída “pela livre associação dos produtores”, o que implica o fim de toda e qualquer subordinação dos trabalhadores. Se formos levar isso a sério, parece-me evidente que “socializar os meios de produção” não poderá ser submetê-los a uma vontade única, a um plano concebido e implementado a partir de um único centro de poder”.

Paul Singer, neste ponto, mostra que um bom modelo de socialismo deve ter a combinação do controle dos trabalhadores sobre os meios de produção com formas participativas de planejamento, ou seja, ECONOMIA MISTA, o máximo de personalização com o máximo de socialização, em boa síntese. Os burgueses devem ser substituídos por trabalhadores conscientes e participativos, e não por burocratas.

Pio XI, na “Quadragesima Anno”, capítulo 59, ensinava que “esse é o fim que o Nosso Predecessor proclamou como devendo ser alcançado: a redenção do proletariado”. Redenção é sinônimo de libertação, liberdade, espontaneidade, fim das opressões. Sinônimo especialmente de libertação, de luta contras as opressões (como fica claro na festa maior do cristianismo e do judaísmo: a Páscoa, com os exemplos de Moisés e Cristo).

A doutrina da Igreja quer uma Democracia popular, um socialismo com liberdade, cf. Alceu resumia bem

Como explicou Alceu, no “Memorando dos 90” (Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1984, p. 85), “um socialismo com liberdade é perfeitamente compatível com a mais rigorosa ortodoxia e a doutrina social das encíclicas, é a minha firme convicção”.

É a mesma opinião de católicos como Getúlio Vargas (dizia que o trabalhismo era o pórtico do socialismo brasileiro, à brasileira), Barbosa Lima Sobrinho, Dom Hélder, Francisco Mangabeira, Fábio Konder Comparato, Plínio de Arruda Sampaio, Frei Betto, Olívio Dutra, Stédile, os militantes da Igreja no MST, Francisco Whitaker, Marcos Arruda, Molon, Gilberto Carvalho, Luiz Alberto Gómez de Souza, Cândido Mendes, Erundina, Senador Paim, Marcelo Euler e outros expoentes.

Esta é a mesma linha de bispos como o falecido Dom Hélder, Dom José Vicente Távora (então presidente do MEB, Movimento de Educação de Base, autor da “Cartilha Viver é lutar”, atacada por Carlos Lacerda, já antes do golpe de 1964), os irmãos Lorscheider, Dom Tomás Balduíno, Dom Moacir Grecchi, Dom Ronaldo, Dom Pedro Casaldáliga, Dom Luciano Mendes de Almeida, Dom Paulo Evaristo Arns, Dom Mauro Morelli (em seus textos sobre como deve ser uma República, para abolir a miséria), Dom Enrique Avelar (Santiago), Dom Fernando Aristía (Copiapó), Dom Alberto Luna (Cuenca), Dom Julio Cabrera (Quiché) e milhares de outros luminares da Igreja.

A luta dos tupamaros, dos trabalhistas é a luta do povo do Brasil

No Uruguai, os tupamaros elaboraram planos para extinguir a miséria, com pontos semelhantes ao Plano Beveridge, explicitando o ideal de um Estado do bem geral, do Bem estar social.

Os tupamaros, tal como os peronistas católicos, queriam a ampliação da rede pública de ensino, da saúde, os controles estatais, os impostos sobre ricos e outras boas idéias, que fazem parte do ideário cristão social. São os ideais do grande Mujica, sendo também os ideais da Igreja. 

No Brasil, há os textos luminosos de expoentes da democracia participativa, como Fábio Konder Comparato, Dalmo Dallari, Paulo Bonavides, Maria Victoria de Mesquita Benevides, Frei Betto, Cândido Mendes, Emir Sader e de centenas de outros autores.

O ideal histórico do Brasil é uma Grande Democracia popular participativa, economia mista, Estado social e econômico, trabalhismo etc

A democracia popular era o ideal dos textos de Oswald de Andrade e de Pagu, no final das vida destes dois escritores, mesmo afastados um do outro.

O ideal de uma democracia popular está também nos melhores textos de Jorge Amado, tal como de Graciliano Ramos e de Érico Veríssimo.

Os últimos textos de Georges Marchais, na França, apontavam o mesmo ideal de democracia social. Idem para o PCI, eurocomunistas.

O mesmo para Portinari, que deixou pinturas religiosas e também sociais, como “Retirantes” e “Enterro na rede”.

O ideal de uma democracia popular e social é a meta de entidades como a ATTAC, do movimento negro e indígena, dos favelados, pescadores, deficientes e de centenas de movimentos e entidades engajadas, como o MST (vide, por exemplo, o programa do 5º. Congresso Nacional do MST, em 15.06.2007).

Este ideal é também bem defendido por Emir Sader, tal como por Leonardo Boff (em obras como: “Que Brasil queremos?”, Vozes, 2000), Frei Betto, Jânio Freitas, os finados Henfil e Betinho e outros escritores influenciados pela Igreja.

O Grande Projeto social da Igreja, pluralista, mas com linhas claras a favor do povo

A 2ª. Semana Social, em 1993, como pode ser visto na revista SEDOC (n. 239, de julho/agosto de 1993, p. 95), expõe claramente o ideal histórico da Igreja, no documento “Para uma democracia”, anticapitalista, com participação e difusão de “bens, serviços e poder”.

A cada sete de setembro, a CNBB repisa a mesma mensagem, também repisada nas Campanhas da Fraternidade.

Junte todos os documentos da CNBB, todos os artigos dos bispos católicos, e há o esboço de uma Democracia popular participativa, um vasto Estado social e econômico, trabalhista, economia mista, nacionalista, populista, campesino, cooperativista, operário, artesão, pequeno burguês etc. 

Há a mesma concepção e o mesmo ideal de uma democracia popular real, na linha editorial das principais revistas, jornais e editoras católicas. 

Há a mesma linha em revistas francesas, como “Lumiére et Vie”, ligadas a homens como Christian Duquoc e outros.

Esta é, no fundo, a mesma linha do MST, dos Fóruns Sociais, da Assembléia Popular e de outras organizações ligadas à Igreja.

Também era este, grosso modo, o ideal de homens como Darcy Ribeiro, Brizola, Severo Gomes, Monteiro Lobato, Cândido Portinari (1903-1962), José Carlos de Assis, Ariano Suassuna, Henfil, Betinho, Frei Betto, Leonardo Boff, Clodovis Boff e outros.

Pular para a barra de ferramentas