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Infiltrados fazem vandalismo, nas manifestações contra bolsonaro. Provocações. Agentes provocadores.

Lembram que Veja disse que Bolso poria bombas em 1986, para atribuir a esquerda e gerar VOLTA da ditadura militar ?

Há investigações em curso que mostram que são INFILTRADOS, ou seja, os vândalos são bozos infiltrados, que fazem barbaridades, para atribuir isso a Oposição. Re: Vandalos ateiam fogo em agência bancária após ato contra Bolsonaro 

Este tipo de coisa foi feito em várias ocasiões. São AGENTES INFILTRADOS, AGENTES PROVOCADORES. Nas guerras, Hitler colocava nazistas com uniforme de poloneses, para atirar nas tropas alemães e permitir, assim, ataques nazistas que eram camuflados como atos de defesa. Não eram defesa, eram ataques feitos com o manto de Agentes provocadores. 

No Reino Unido, em  outubro de 1924, houve a Carta Zinoviev, uma carta falsa atribuída a Internacional Comunista, 

que ajudou os Torys a derrotar o Partido Trabalhista.  No Brasil, houve coisas semelhantes, como a carta falsa atribuída a Arthur Bernardes xingando o Exército, acho que em 1921 ou 1922. 

Houve ainda o Plano Cohen, falso plano, atribuído a Internacional, que gerou o Estado de sítio e ditadura. 

Houve ainda a Carta Brandi usada por Lacerda, e mais tarde, houve bombas jogadas pela direita, atribuídas a esquerda, para voltar a ditadura, 

Fizeram isso, no caso Rio Centro.  Geisel não aceitou e nem Figueiredo. 

Veja conta que Bolso fez plano que teve croqui publicado igual em 1986. 

Depois, os tais vândalos …..

são pessoas plantadas, tipo o depoente cavalo de Tróia desta semana que passou, 

infiltração,  contra inteligência. 

Hoover nos EUA era mestre em infiltrar, colocava infiltrados para colher informações 

e para gerar decisões malucas e depois prender os burros. 

Tipo jogar a isca e pegar.

ANDRÉS MANOEL LOPEZ OBRADOR, grande Presidente do México. Um caminho para um socialismo democrático mexicano.

Andrés Manoel Lopez Obrador venceu porque há no México um movimento progressista de católicos de esquerda, lutando por Democracia participativa. A democracia participativa e social foi, também, no fundo, a base teórica do movimento zapatista, no México, e dos militantes da Igreja naquele país. Emiliano Zapata conciliava democracia, socialismo humanista campesino e religião, especialmente amor a Maria, Nossa Senhora, Mãe de Jesus.

México padeceu com neoliberais. Até 1993, o asqueroso presidente do México, Salinas, tinha privatizado 214 empresas estatais, doando, como fez FHC, ativos que valem centenas de bilhões por apenas 21 bi­lhões de dólares. Salina entregou para o setor privado os bancos e as siderurgias, além de companhias telefônicas e aéreas. Esta sangria e entrega de bens estatais (do povo) teve início em 1990 (os anos 90 repetiram a desgraça dos anos 70). Salinas privatizou mais de 50 estatais a cada ano, nos anos 1990, 1991, 1992 e 1993.

Em 1993, faltavam ainda 218 estatais, que o entreguista queria entregar. Enquanto isso, na França, o PSF estava ainda no poder, depois de 22 anos, com François Mitterrand, com erros, mas com alguma resistência ao neoliberalismo.

No México, boa parte dos leigos católicos militantes apoiou Andrés Manuel López Obrador, que ampliou a reaproximação Igreja e Estado, que ocorre principalmente desde os seis anos de governo do grande Lázaro Cárdenas, que estatizou o petróleo, em 18.03.1938 (deveria ser feriado, tal como a data da criação da Petrobrás, por Getúlio, no Brasil, em 03.10.1953).

A estatização do petróleo, no Brasil, ocorreu com o Decreto-lei n. 366, de 11.04.1938, onde Getúlio incorpora, ao “Código de Minas” (de 1934), o título “jazidas de petróleo e gases naturais”, determinando que estes todas as “jazidas de petróleo e gases naturais acaso existentes no território nacional” pertenciam à “União”, como “domínio” “imprescritível”.

Em 1938, Getúlio criou o Conselho Nacional do Petróleo, colocando ótimos nacionalistas na direção. Getúlio quase supera Cárdenas, como precursor da estatização do petróleo e isso tem quase um título mundial.

Em 200 países há milhares de partidos políticos. Mas, os maiores, são uns 250 partidos. Destes, 160 partidos socialistas democráticos e trabalhistas têm programas semelhantes ao conteúdo da Doutrina Social da Igreja

Resumo do Quadro político mundial, com os partidos políticos que existem no mundo e sua classificação política.

 Há cerca de 200 países no mundo, com cerca de 7,9 bilhões. Por alguns critérios, podia ser elevado para 210 países. Filiados na ONU, há 193 países. Destes, há alguns de tamanho ínfimo. Na Europa há 50 países. Na África, há cerca de 50, entre 47 e 55 países. Na Ásia, há 49 países. No Continente Americano, 36 países. Na Oceania há 14 países. Somando, chega a 204.

 Examinando estes países, em praticamente todos há estruturas democráticas, mesmo que fracas, insuficientes. A exceção são países como Arábia Saudita, Coreia do Norte etc.

 A média de partidos por país fica em torno de quatro, mas podia ser mais. Só no Brasil há 33 partidos políticos e mais uns 40 partidos em gestação. Não é correto haver um partido somente. Na índia, há milhares de partidos, pois há partidos regionais. A Índia tem mais habitantes que toda a África (pouco mais que um bilhão), ou mais que todo o Continente americano (pouco mais que um bilhão de habitantes).

 A natureza humana é pessoal e social, sendo normal haver variações de opiniões, de projetos. Tal como é normal católicos se filiarem em partidos socialistas democráticos, que sejam humanistas (pautados pelos direitos humanos).

 No mundo, há milhares de partidos políticos. Mas, relevantes e grandes, há em torno de 250 partidos. Estes partidos se organizam em várias Internacionais e Conferências mundiais e regionais de partidos.

 Conclusão: nos partidos socialistas democráticos e trabalhistas há as ideias que mais se aproximam, pela similitude, com as ideias da doutrina social da Igreja.

Estas ideias são agrupadas com nomes gerais como progressismo, trabalhismo, socialismo democrático, keynesianismo, eco socialismo, social democracia, Estado do bem-estar social, Estado social, populismo de esquerda, socialismo africano etc.

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