A linha correta Trabalhista de Getúlio Vargas é a linha precursora do socialismo democrático moreno do Brasil

No Brasil, os PIORES economistas foram Eugênio Gudin, Octávio Gouvea de Bulhões, Roberto Campos e Mário Henrique Simonsen, escritores vendidos ao grande capital, apologistas de ricos, entreguistas, cipaios, adoradores de ricos.

Claro que há outras PRAGAS, mas estes três são marcos teóricos do capitalismo, do liberalismo econômico. O que eles atacavam, em geral, eram boas ideias. Seus textos são úteis, pois o que eles defendem é errado, e o que atacam, em geral é o correto. 

Por exemplo, Gudin escreveu, na controvérsia contra o grande Roberto Cochrane Simonsen (que não é parente de Mário Henrique Simonsen), ataques contra a política de Getúlio Vargas, que deu ao Estado do Brasil bens produtivos:

o Estado já tem, no Brasil, o controle da maioria da rede ferroviária e de quase toda a navegação mercante. Com a encampação da Brazil Railway, ficou o Estado, além das estradas de ferro e portos dessa empresa, com indústrias de papel, de pinho, de jornais, revistas e rádios, de fazendas de gado, de frigoríficos. Com a incorporação da Organização Lage, o governo chamou a si navios, portos, estaleiros etc”.

Gudin atacava, assim, o Estado industrial criado por Getúlio Vargas, o Estado trabalhista, que Getúlio dizia ser precursor do socialismo cristão e brasileiro, ideal de Getúlio, na linha do Trabalhismo inglês (por isso, criou o PTB, a linha Trabalhista, dos Partidos de Trabalhadores). 

 

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