São Pedro, na sua segunda carta, foi bem claro sobre a relação da prática das virtudes (especialmente da fortaleza, “andreia”, em latim) com o “domínio próprio”, o amor e Deus:

“O Seu divino poder nos presenteou com tudo o que contribui para a vida… a fim de que vós vos tornásseis participantes da natureza divina, fugindo da corrupção que a concupiscência espalha no mundo.

Por isso mesmo, dedicai todo o esforço em juntar à vossa fé a fortaleza [as virtudes], à fortaleza o conhecimento, ao conhecimento o domínio próprio, ao domínio próprio a constância, à constância a piedade [bondade], à piedade a fraternidade, e à fraternidade, o amor.

Se estas qualidades existirem e crescerem em vós, não vos deixarão vazios e estéreis no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. (…)

O que esperamos, de acordo com a sua promessa, são novos céus e uma nova terra, nos quais habitará a justiça”.

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