A Igreja sempre defendeu os camponeses, os artesãos e os pequenos produtores (pequenos burgueses e outras categorias, que existiam antes da Idade Média, durante a mesma e ainda hoje), pois são pequenas propriedades (pequenos bens de produção) controlados pelos próprios trabalhadores. O importante é superar a propriedade quiritária, atenuando-a, colocando todas as propriedades regras pelas regras estatais e sociais do bem comum. O bem comum tem o primado. 

Quanto aos operários (e o mesmo vale para os artesãos, os camponeses, pescadores artesanais, artistas e demais pequenos produtores), a Igreja defende formas cooperativas (formas de propriedade social, comunitária) e também estatais com co-gestão.

Adotando o primado do bem comum, a doutrina da Igreja apóia formas de planejamento participativo, em todas as instâncias e em todas as relações interpessoais (pelo respeito ao outro, como ressalta Enrique Dussel).

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