Há grandes lições nos textos de Victor Hugo, que foi basicamente católico: “a consciência do homem é o pensamento de Deus”.

Numa carta a Lamartine, em 24.06.1862, Victor Hugo também defende o ideal distributista:

universalizar a propriedade – o que é o contrário de aboli-la – suprimindo o parasitismo, significa conseguir esse ideal: todos os homens proprietários e nenhum homem patrão, eis para mim a verdadeira economia social e política”.

A apologia da consciência está presente também em Balzac, “a nossa consciência é um juiz infalível, enquanto não a assassinamos” (cf. “A pele do Onagro”).

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