As mentiras de Hélio Jaguaribe, FHC e outros neoliberais, defensores do capital internacional

No Brasil, há os entreguistas e os nacionalistas. Dentre os entreguistas, há os mentirosos, que se dizem de esquerda. Por exemplo, Hélio Jaguaribe e FHC.

Em 1958, Hélio Jaguaribe escreveu o livro “O nacionalismo na atualidade brasileira”. O título era um engodo, uma fraude.

No fundo, Jaguaribe, em vez de defender o nacionalismo, como fazia a Frente Nacionalista, com vários católicos, defendia a tese neoliberal que o investimento externo direto (multinacionais) teria um efeito positivo na melhoria da economia do Brasil.

Ou seja, Jaguaribe defendia o capital internacional, o inimigo principal de nossa economia e de nosso país. Por causa deste livro asqueroso, Jaguaribe saiu do ISEB, que defendia teses nacionalistas. Mais tarde, Jaguaribe acaba no PSDB, tucano, entreguista claramente. 

O mesmo fez FHC. Sua “teoria da dependência” é, na verdade, uma teoria da subordinação de nossa economia (de nosso povo) ao grande capital internacional.

O livro de Roberta Traspadini, “A teoria da inter-dependência de Fernando Henrique Cardoso” (Rio, Ed. Topbooks, 1999), mostra como FHC, desde suas primeiras obras, defendia a mesma tese de Jaguaribe.

A teoria da dependência de FHC é uma farsa. Seu livro, escrito com Enzo Falletto, não tinha nada com a tese da esquerda, sendo, ao contrário, uma tese neoliberal.

O mesmo erro está em outro livro de FHC, em 1963, “Empresário industrial e desenvolvimento econômico no Brasil”. 

Em vez de defender teses de protecionismo e substituição das importações, FHC atacava  até as teses aguadas da CEPAL, defendendo a aliança do grande capital brasileiro com o grande capital estrangeiro, multinacionais. Enfim, já defendia um “desenvolvimento” dependente e associado, subordinado ao capital internacional.

Mais tarde, FHC repete a mesma tese, no livro “Dependência e desenvolvimento na América Latina” (1967). Enfim, não precisou rasgar o que escreveu, pois sempre foi entreguista.

A mesma coisa para José Serra, em cuja presidência, a UNE se omitiu na defesa de Goulart. Depois, Serra escapa de um Ginásio, no Chile, onde a direita de Pinochet serrava mãos e matava pessoas. Serra é conduzido por um militar, pelas mãos, para fora, da forma mais suspeita possível.

Lembro que Cabo Anselmo também se fazia passar por pessoa de esquerda, sendo, na verdade, um agente provocador e um delator. 

A verdadeira teoria da dependência foi desenvolvida por Rui Mauro Marini, Theotônio dos Santos, André Gunder Frank e outros luminares, pessoas sérias. 

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