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Amar o próximo como a si mesmo é outra fórmula para dizer bem comum, comunhão, comunidade, república

A caridade é o amor, o bem, a bondade, a misericórdia, a clemência, a compaixão, a empatia, a simpatia, amizade, companheirismo. São termos sinônimos.

A caridade (o amor) é a maior virtude sobrenatural. Santo Inácio de Loyola, no livro “Exercícios espirituais”, na “Contemplação para alcançar o amor”, definiu o amor (caridade) do seguinte modo: “o amor consiste na comunicação mútua, isto é, que aquele que ama dê e comunique ao amado o que tem ou pode”, ou seja, amor é fazer o bem, ajudar o próximo.

Che Guevara deixou bons textos sobre a importância do amor (como ideia prática e sentimentos) ao povo.

O amor tem vários degraus (espécies de amor, com base no critério do destinatário): amor aos pais (aos pais), amor conjugal, namoro, amor filial, amor da amizade, amor profissional (aos colegas de trabalho), amor à cidade, amor à nação (patriotismo, nacionalismo), amor ao continente (para unificá-lo, numa confederação) e amor à humanidade.

Assim, cada pessoa, para realizar-se (e unir-se a Deus, que é Amor, sendo também o Corpo místico de Deus, a República celestial, a Comunhão), deve pautar a vida considerando o próprio bem, tal como o bem de sua família, de seus amigos, colegas, de sua cidade, de sua região (Estado-membro e Região), de seu País, de seu Continente e do Mundo.

Fica claro como água que o amor ao próximo como a si mesmo é outra fórmula para “bem comum”, que conjuga (sintetiza) a busca do próprio bem pessoal, da família e da sociedade.

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