A falta religião dos neoliberais é apenas a ADORAÇÃO DOS RICOS e das RIQUEZAS PRIVADAS

Os neoliberais, no fundo, só adoram Mamon, que é a riqueza privada, adoram os ricos. 
Buscam destruir todos os direitos sociais e trabalhistas, todas as estatais, todo o serviço público, a saúde e educação pública, toda ajuda estatal a pobres e trabalhadores. Destruir o Estado social, o Estado do bem estar social. 
E aí, perante os pobres, cinicamente, defendem um Estado gendarme, policial, militar, defendem Golpes, defendem militarismo, ampliar direitos da polícia para matar,  liberar a tortura através da aceitação das provas ilícitas e da mutilação do HC, defendem militarismo e Estado policial, “efetividade” do direito penal (expressão CÍNICA usada por coleguinhas ligados ao Millenium e a grupos de extrema direita), Acima de tudo, a adoração a riqueza, via teologia da prosperidade (falsa pois privada, de acumulação) de seitas do Tea Party. 
No fundo, são adoradores de Mamon, dos ricos. 

Ernesto Araujo, caindo, ataca o Senado inteiro e principalmente Senadora Kátia Abreu, do PP, de Arthur Lira…..é muita burrice

BURRICE tiro no pé, tinha que ser o PIOR DOS DIPLOMATAS MESMO, para atacar o PP, de Arthur Lira. 
E pior, Ernesto praticamente acusa o Senado de ser corrupto.
Ernesto Araujo caindo inventa de atacar a Senadora KATIA ABREU do PP de Arthur Lira Quer dizer, a esquerda e a centro esquerda DETESTAM E ABOMINAM o Ernesto Araujo e o “diplomata” ataca o Centrão que detém o poder de receber impeachments e de abrir CPIs e derrubar pilhas de coisas, e não pautar projetos etc. 

Os dez PONTOS ESSENCIAIS da ÉTICA para uma economia humana, justa, sem miséria

Os 10 pontos essenciais

Os pontos essenciais que sugerimos para discussão, em torno desse projeto, a “Economia de Francisco”, são os seguintes:

1 – Democracia econômica: trata-se de resgatar a governança corporativa, sistemas transparentes de informação, e de gerar maior equilíbrio entre o Estado, as corporações e as organizações da sociedade civil. Não há democracia política sem democracia econômica.

2 – Democracia participativa: os processos decisórios sobre como definimos as nossas opções, como priorizamos o uso dos nossos recursos, não podem depender apenas de um voto a cada dois ou a cada quatro anos. Com sistemas adequados de informação, gestão descentralizada e ampla participação da sociedade civil organizada precisamos alcançar um outro nível de racionalidade na organização econômica e social. As novas tecnologias abrem imensos potenciais que se podem ser explorados.

3 – Taxação dos fluxos financeiros: essencial para assegurar a informação sobre os capitais especulativos, e para que os recursos financeiros possam financiar tanto a redução da desigualdade como para estimular processos produtivos sustentáveis. Na realidade os sistemas tributários no seu conjunto devem servir ao maior equilíbrio distributivo e à produtividade maior dos recursos.

4 – Renda básica universal: no quadro de uma visão geral de que algumas coisas não podem faltar a ninguém, uma forma simples e direta, em particular com as técnicas modernas de transferência, é assegurar um mínimo para cada família. Não se trata de custos, pois a dinamização do consumo simples na base da sociedade dinamiza a economia e gera o retorno correspondente.

5 – Políticas sociais de acesso universal, público e gratuito: o acesso à saúde, educação, cultura, segurança, habitação e outros itens básicos de sobrevivência devem fazer parte das prioridades absolutas. Não se trata de custos, e sim de investimentos nas pessoas, que dinamizam a produtividade e liberam recursos das famílias para outras formas de consumo.

6 – Desenvolvimento local integrado: somos populações hoje essencialmente urbanizadas, e o essencial das políticas que asseguram o bem-estar da comunidade e o manejo sustentável dos recursos naturais deve ter raízes em cada município, construindo assim o equilíbrio econômico, social e ambiental na própria base da sociedade.

7 – Sistemas financeiros como serviço público: o dinheiro que manejam os sistemas financeiros tem origem nas nossas poupanças e impostos, constituem recursos do público, e neste sentido devem responder às necessidades do desenvolvimento sustentável. Bancos públicos, bancos comunitários, cooperativas de crédito e outras soluções, como moedas virtuais diversificadas, são essenciais para que as nossas opções tenham os recursos correspondentes.

8 – Economia do conhecimento: o conhecimento hoje constitui o principal fator de produção. Sendo imaterial, e indefinidamente reproduzível, podemos gerar uma sociedade não só devidamente informada, mas com acesso universal e gratuito aos avanços tecnológicos de ponta. Temos de rever o conjunto das políticas de patentes, copyrights, royalties de diversos tipos que travam desnecessariamente o acesso aos avanços. O conhecimento é um fator de produção cujo uso, contrariamente aos bens materiais, não reduz o estoque.

9 – Democratização dos meios de comunicação: os recentes avanços do populismo de direita e a erosão dos processos democráticos mostram a que ponto o oligopólio dos meios de comunicação gera deformações insustentáveis, climas de acerbamento de divisões e aprofundamento de ódios e preconceitos. Uma sociedade informada é absolutamente essencial para o próprio funcionamento de uma economia a serviço do bem comum.

10 – Pedagogia da economia: a “economia” consiste essencialmente em regras do jogo pactuadas pela sociedade ou impostas por grupos de interesse. A democracia econômica depende vitalmente da compreensão generalizada dos mecanismos e das regras. Os currículos obscuros e falsamente científicos têm de ser substituídos por ferramentas de análise do mundo econômico real, de maneira a formar gestores competentes de uma economia voltada para o bem comum.

Democracia econômica e democracia política

Esses eixos de análise se referem essencialmente ao processo decisório, às ferramentas de governança de que a sociedade deve dispor para resgatar a funcionalidade dos sistemas econômicos. Neste sentido, são aplicáveis tanto às atividades produtivas como indústria e agricultura, como a políticas sociais como saúde e educação e assim por diante.

Luiz Alberto Gomez de Souza vai lutar com corpo espiritual contra o capital por causa morte aos 85 anos

Luiz Alberto Gomez se Souza fez a muda de pele. Cientista político, sociólogo, teólogo escritor militante pro socialismo.

Foi lutar ao lado de Alceu, Prestes,Marx Dom Pedro Casaldaliga e outros.

Ha mais de 70 anos lutou por um Brasil sem latifúndios, sem imperialismo, sem cartéis e tristes, sem miséria e sem ricos.

Morto, continua vivo agindo nas consciências para termos um Brasil socialista.

A Igreja ja deixou claro que a parte boa e correta do socialismo coincide com as ideias da Doutrina Social da Igreja

Na enciclica de 1879, que trata sobre socialismo, Leao XIII destacou que os socialistas usavam textos do Evangelho e da Bíblia. Na Quadragesimo anno, em 1931, Pio XI destaca que o socialismo democrático defende formulas e ideias que a Igreja defende. Depois, em 1971, Paulo VI aponta o mesmo. Vou desenvolver este ponto, amanha. 

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Eh preciso Frente Ampla para o Impeachment e Frente Popular nos moldes da Geringonça para termos um Governo de esquerda, popular

No meio da pior pandemia de cem anos para cá, a mais generalizada, temos o PIOR de todos os Presidentes

Socialismo e Igreja

O proprio Marx e Engels, no Manifesto, apontam Mably e Morelly como precursores das ideias da Liga e deles mesmos.

Da mesma forma, no livro O Capital, Marx cita São Tomas Morus, o Santo Padroeiro dos políticos e governantes. 

Há várias formas de socialismo. A Igreja só condenou alguns erros e formas. Há socialismo em boa adequação a doutrina da Igreja

A Igreja não condenou todas as formas de socialismo. Condenou algumas ideias e algumas formas concretas, sem democracia, sem difusão de bens, sem direitos civis, políticos, humanos.

Como explicou Dom Hélder, há várias formas de socialismo.

Por isso, por exemplo, no Reino Unido, a Igreja permitiu que os católicos se filiassem no Partido Trabalhista e o mesmo ocorreu em vários países, em Partidos socialistas. As formas de socialismo existentes são todas insuficientes, falhas.

A Igreja condenou o capitalismo, o imperialismo, as grandes fortunas privadas, os latifúndios.

Até Weishaupt considerava a ética cristã como revolucionária, gerando igualdade, liberdade e fraternidade

Weishaupt ensinou coisas erradas, mas num ponto, seus textos estavam corretos. Considerava a ética cristã como revolucionária, baseada na igualdade, liberdade e fraternidade. E neste ponto, suas ideias coincidem com as ideias de Leão XIII, Paulo VI e outros Papas.

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