Um Jubileu para as dívidas externas e interna e para erradicar o super endividamento das pessoas, para libertar milhões de pessoas do cativeiro das dívidas.

Para erradicar a miséria, é preciso um Jubileu, uma união de nações pobres para pressionar e anular toda ou quase todas as dívidas do Terceiro Mundo. A Congregação para a Doutrina da Fé, pelo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral”, redigiu o documento “Oeconomicae et Pecuniariae Quaestiones” – “Considerações para um discernimento ético sobre alguns aspectos do atual sistema econômico-financeiro” (Brasília, Ed. CNBB, 2018), onde está escrito:

“Mesmo que o bem-estar econômico global tenha certamente crescido ao longo da segunda metade do século XX, com uma medida e uma rapidez nunca experimentada antes, ocorre, porém, constatar que, ao mesmo tempo, aumentaram as desigualdades entre os vários países interna e externamente. Além disso, continua a ser desmedido o número de pessoas que vivem em condições de extrema pobreza. A recente crise financeira poderia ter sido uma ocasião para desenvolver uma nova economia mais atenta aos princípios éticos e para uma nova regulamentação da atividade financeira, neutralizando os aspectos predatórios e especulativos, e valorizando o serviço à economia real”.

É preciso cancelar as dívidas externas e também as internas, ou pelo menos, repactuar, eliminando quase tudo. Idem para o super endividamento pessoal, como defendeu Sanders ou mesmo Ciro Gomes e o PT, no Brasil. Um Jubileu é a esperança para mover a economia, sem crises, para libertar milhões de cativos de dívidas.

Comentários estão fechados.

Pular para a barra de ferramentas