Bento XVI, na encíclica Caritas in veritaten. 36: AAS 101 (2009), 671, mostrou que a economia deve ser uma mistura de ação das pessoas e do Estado, economia mista:

“A atividade econômica não pode resolver todos os problemas sociais através da simples extensão da lógica mercantil. Esta há de ter como finalidade a prossecução do bem comum, do qual se deve ocupar também e sobretudo a comunidade política [o Estado]. Por isso, tenha-se presente que é causa de graves desequilíbrios separar o agir econômico – ao qual competiria apenas produzir riqueza – do agir político, cuja função seria buscar a justiça através da redistribuição” [e organização, planejamento, estruturação, intervenção, direção etc].

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