Benjamin Constant (1767-1830), no livro “Princípios de política aplicáveis a todos os governos” (Rio, Ed. Topbooks, 2007), destacou que, com o cristianismo, o conceito de liberdade foi ampliado.

A liberdade (o diálogo, o consenso) foi considerada a base do direito público, o ideal de um governo representativo, da Democracia.

Da mesma forma, o cristianismo destacou a liberdade no plano do direito privado, criando várias esferas de proteção da pessoa contra o Estado.

De fato, as liberdades civis, moderadas pelo bem comum, sempre foram defendidas pela Igreja. Por isso, a importância da economia mista, ou seja, é preciso haver intervenção ampla do Estado, planejamento público, em boa síntese com as liberdades, ponto que um outro grande católico, Pontes de Miranda, sempre destacou em suas obras. 

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