Como ensinou Pio XII, em 12.12.1950, “da obra legislativa” (das leis positivas) “dependem, com freqüência, a vida ou a morte, o contentamento ou a exacerbação, o progresso ou a decadência de inumeráveis seres humanos”.

O ato de “depositar sua papeleta [voto] na urna” faz com os “eleitores” “ponham sua sorte” nas mãos “dos legisladores” (parlamentares).

Assim, “durante a vigência da legislatura [da duração de cada mandato parlamentar], a felicidade ou infelicidade”, “a prosperidade econômica, social, cultural e espiritual” ficam “mais ou menos” “suspensas do voto afirmativo ou negativo” dos parlamentares nos “projetos de leis, que são o objeto” das “discussões e deliberações” nos parlamentos.

Os parlamentares, como todas as pessoas, especialmente os agentes públicos, devem buscar “o bem da nação” (o bem comum), devem cumprir “os deveres da vida”, especialmente da vida “pública”.

Os parlamentares devem zelar pelo “interesse do país”, “deixando de lado todo cuidado pessoal”.

Neste discurso, Pio XII destacou que todo posto estatal é “um serviço”, repetindo a lição democrática de Jesus Cristo, que “não veio para ser servido, e sim para servir” (cf. Mt 20,28).

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