O termo “coração” significa “consciência”, ponto que o velho Alceu Amoroso Lima sempre frisou.

A razão (o entendimento) é apenas a faculdade principal da consciência, existindo também a vontade, a memória, os afetos (as emoções, as paixões) e os instintos. Todas estas faculdades da consciência tendem a se moverem de forma harmônica. Assim, seguir a voz da consciência é seguir a voz de Deus, da razão, das tendências da vontade, dos afetos e instintos.

A organização do Estado e a legislação positiva devem ser expressões do “coração” da sociedade, do Povo, como todos os textos. Como disse Cristo: “o que sai da boca (a voz, os textos, as idéias) procede do coração”. No mesmo sentido, Pio XII, num discurso em abril de 1943, ensinava que devemos “infundir” a bondade e as boas idéias favoráveis aos pobres nas “leis”, nas “instituições” e nas “manifestações de vida oficial”, para gerar um Estado servo do povo, um Estado sob o controle do povo, um Estado popular, uma Democracia Popular. 

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