Freud praticamente reconheceu seus erros, no final da vida

O próprio Freud, no final da vida, em cartas a Einstein e nas “novas conferências introdutórias”, terminou por reconhecer que na sociedade do futuro, vindoura, a razão teria a primazia.

Freud, no livro “O futuro de uma ilusão” (1928), escreveu: “a longo prazo, nada pode resistir à razão e à experiência” e ressaltou que o progresso, a civilização, depende do controle racional e social dos “instintos”, tese que teria total apoio e respaldo nos textos de Santo Tomás. Psicanalistas como Fenichel distinguiram, mais tarde, o superego normal e autônomo do heterônomo e infantil, o “normal” é o “autônomo”, como ensina tradicionalmente a ética cristã.

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