O Papa Paulo III, em 1537, defendia os índios, o direito dos povos à autodeterminação, ao autogoverno, à autonomia

O Papa Paulo III, no breve “Pastorale officium” (29.05.1537), já ensinava que os “índios ocidentais ou meridionais” (do ocidente e do sul) “são homens” (seres humanos), “e por isso capazes de fé e salvação”, e não deveriam ser “reduzidos à escravidão”, e sim “convidados para a vida”, “por pregação e exemplos”. O Papa Paulo II chamou a prática de escravidão de “infames crimes desses ímpios”, “contra o gênero humano”, por causa da “ambição”, de “um ânimo desumano”. Quem escravizasse estava sujeito à “pena de excomunhão”, pois os índios não deveriam ser “privados” ou “espoliados” de seus “bens”.

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