Paulo Henrique Amorim mostra a ação da CIA, clara e forte, no golpe e no ataque a Lula

GLENN atacando o Juiz Dredd Moro, Inquisidor Mor

GLENN diz que Moro cairá após a sexta reportagem, até Domingo. Glenn é o melhor jornalista do Mundo…

O jornalista Glenn Greenwald fez uma afirmação bombástica na manhã desta sexta-feira:

“quero ver Moro se segurar na cadeira [de Ministro] depois das próximas revelações”;

ele não antecipou quais serão as próxima revelações da Vaza Jato do site Intercept;

a frase é uma resposta à afirmação de Moro de que não renunciará e ao desafio do ministro: “Se quiserem publicar tudo, publiquem. Não tem problema”

MORO confessa que instruía e indicava testemunhas para o MP, participando como Co-Autor da investigação e da Acusação

247 – O ministro da Justiça, Sergio Moro, deu mais uma demonstração de que o conteúdo das conversas dele com o procurador Deltan Dallagnol, vazadas pelo The Intercept, ao admitir [CONFESSOU] que nesta sexta-feira (14)

que instruiu secretamente os procuradores a fabricar provas contra o ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político há mais de um ano. 

“Foi descuido meu”, disse Moro. 

“Nós lá na 13ª Vara Federal, pela notoriedade das investigações, nós recebíamos várias dessas por dia.

“Eu recebi aquela informação [da CIA??]e,

aí assim, vamos dizer, foi até um descuido meu, apenas passei pelo aplicativo. Mas não tem nenhuma anormalidade nisso. Não havia nem ação penal em curso”, justificou o agora ministro de Jair Bolsonaro durante cerimônia na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Brasília.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Moro disse que repassar informações ao Ministério Público está previsto na lei, só não contou que tal medida deve ser feita por meio de notícia-crime, ou seja, devidamente formalizada nos autos, não às escondidas como fez.

“Eu acho que simplesmente receber uma notícia-crime e repassar a informação não pode ser qualificado como uma conduta imprópria”, disse o ex-juiz.

O melhor jornalista do mundo está derrotando o bozó, sorrindo, tranquilo, sereno, ultra calmo, cavalheiro e sem nem suar. Mereceria uma SÉRIE com 1.000 episódios.

Entrevista genial de LULA, que já se prepara para sair, casar e voltar a ser Presidente rs

O INQUISIDOR MORODALLA. O JULGAMENTO ABOMINAÇÃO, que deveria ter um Zola ou um Voltaire, para desmascarar

Teori morreu (ou foi morto) depois de criticar Moro.

Teori criticou Moro, dizendo que ele devia OUVIR AS DUAS PARTES. 

Pelas matérias de Glenn, Moro deve ter dado gargalhadas.

MORO OUVIA 24 horas o MPF. E dava bronca, mandava, dava dicas, conselhos, orientação, ao servo Dallagnol quase 24 horas por dia, começando às vezes as 8h e indo até quase três da madrugada.

Como um Janos, a equipe MORODALLA trabalhava afiada, juntos, trocando ideias, formulando planos juntos, como um Escritório de MP Juiz da causa, Inquisição pura.

Pior que Inquisição, pois na Inquisição existiam mais juízes. No caso era só Moro. Para superar Torquemada, faltou apenas a tortura, mas esta existiu, pois a esposa de Lula morreu de tristeza, ao ser atacada por um dilúvio de FAKES. 

No jornal Estadão, hoje, MORO praticamente confessa. Diz que conversava pessoalmente e por aplicativo (telegram), DINAMICAMENTE, com o MP, mas que as “decisões” ocorriam nos autos (formalmente, claro).

A CONVERSA DINÂMICA, pessoal e por aplicativos, é chamada de CONLUIO, por tudo que é jurista do mundo. 

Não contente, MORO ouvia tudo o que o réu e os ADVOGADOS dos réus diziam, pois todos os celulares estavam GRAMPEADOS, por ordem de Moro. GRAMPEAR TELEFONES de todos os advogados de LULA é outra ABOMINAÇÃO clara. 

A PF gravava tudo, imprimia e entregava on line para MORO e o MPF. Assim, a equipe MORO DALLAservo e a PF OUVIAM tudo. Só não ouviam os pedidos nos autos dos advogados de Lula. É outra ABOMINAÇÃO. 

Há quem diga que, além disso, MORO e seu Dalla recebiam INFORMES de quem ouve TUDO mesmo, da NSA, FBI, CIA, MI 6 etc. 

Um juiz só deve ouvir as partes através de petições formais e públicas nos autos, dando ciência a outra parte para falar.

Se uma parte quiser falar com o Juiz, deve pedir audiência e o Juiz deve dar ciência a outra parte, para esta estar presente.

Só em pedidos liminares o Juiz recebe só uma parte e não deve, EM REGRA, decidir nada, sem OUVIR a outra parte, audita altera partem.

O julgamento de LULA foi uma PARÓDIA.

Para piorar, as NOVE FAMÍLIAS que controlam toda a MÍDIA MACRO COMERCIAL no Brasil despejavam DILÚVIO DE FAKES contra Lula.

Para completar, existiam MILHARES DE VAZAMENTOS de documentos nos autos contra LULA. VAZAMENTOS ILEGAIS.

Pelo que informa Glenn, a própria atribuição a Lula do apto triplex, que nunca foi de Lula, foi feita com base em notícia fake da Globo e ainda tiveram a coragem de alterar a notícia, mudando o lugar do apto, falsamente atribuído.

Para piorar ainda mais, a “prova” contra Lula é a delação PREMIADA de um corrupto.

Ou seja, o corrupto foi perdoado praticamente, bastando dizer o triplex é de Lula.

E esta testemunha comprada é a “PROVA”.

Para piorar, em cada ato de corrupção, por exemplo, um prefeito, há um ato de corrupção oficial (um decreto ou contrato etc, ato de ofício ilícito e determinado) e há uma PROPINA (o corrupto passivo agente público recebe um bem ou dinheiro, propina).

No caso de Lula, o próprio Moro confessa que não foi provado nenhum ato de ofício determinado, nenhum ato de corrupção.

E a propina seria o triplex. O triplex que não da propriedade de Lula, não foi posto em seu nome ou de laranja, e que Lula nunca teve a posse.

Só tem a palavra do corrupto comprado por prêmio, delação premiada, dizendo “o triplex é de Lula”.

TRATA-SE DE CASO EVIDENTE DE LAWFARE, usar o Judiciário, numa guerra híbrida, contra um adversário político.

UM JULGAMENTO ABOMINAÇÃO, que o STF deve anular dia 25 de junho. 

O desMOROnamento do Falso Ídolo Moro

MARCO AURÉLIO pisa na goela de Moro: “não mantenho diálogos fora do processo com as partes”. Juiz só deve falar com partes nos autos. Ou marcando audiência com convite para as duas partes, para haver contraditório. Relação espúria de Juiz e MP num Gabinete Virtual com Comunicação constante é IMORAL, ILEGAL e INCONSTITUCIONAL. Mafiosa.

Marco Aurélio diz não ter medo de hacker: não tenho nada a esconder

Agência Brasil: <p>Marco Aurélio Mello</p>

Questionado se tinha medo de ser hackeado, o ministro do STF Marco Aurélio Mello respondeu com tom de provocação: “Não, eu sou um cidadão, sou homem público, devo contas aos contribuintes”;

“Não tenho nada a esconder. E não mantenho diálogos fora do processo com as partes”, acrescentou

Concordo com Abracrim. Devido processo legal é algo sagrado e essencial para haver JUSTIÇA

Abracrim diz que posturas de Moro e Dallagnol são ilícitas e cobra afastamento

A Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas classificou como inconstitucionais, ilícitas e inaceitáveis as posturas do ex-juiz Sergio Moro e do procurador Deltan Dallagnol por causa da conversa entre eles divulgadas pelo site The Intercept Brasil. As mensagens mostram Moro orientando o trabalho dos procuradores e até cobrando a força-tarefa da “lava jato” por resultados.

Essa execrável prática anula o sagrado direito de defesa do acusado, conspurca o intocável princípio constitucional do devido processo legal e arrasa a garantia fundamental da imparcialidade do julgador da causa”, diz a Abracrim em nota. A entidade também cobrou o afastamento cautelar dos envolvidos de seus cargos. 

Leia a íntegra da nota de repúdio:

A ABRACRIM – Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas – sente-se no dever de vir a público para, à vista das inconstitucionais, ilícitas e inaceitáveis posturas funcionais e outras gravíssimas infrações supostamente protagonizadas pelo ex-juiz Sérgio Moro (atual ministro da Justiça e chefe institucional da Polícia Federal) procurador da República Deltan Dallagnol, além de outros membros do MPF e do Judiciário, ocorridas – segundo relata a Imprensa e evidenciam provas materiais documentadas até esta parte não contestadas pelos personagens envolvidos – no âmbito da chamada OPERAÇÃO LAVA JATO, que se desenvolve há cinco anos na cidade de Curitiba/PR e no Tribunal Regional Federal 4, manifestar sua veemente repulsa a tais práticas, enfatizando que:

1- A Constituição da República Federativa do Brasil instituiu entre nós o sistema acusatório puro, segundo o qual incumbe exclusivamente ao Ministério Público a promoção da ação penal pública em juízo, com exclusão de todas as demais autoridades.

2- Garantiu a Carta Política, igualmente, o devido processo legal, assegurando aos processados perante a Justiça criminal a ampla defesa, a paridade de armas dialéticas, o contraditório e, fundamentalmente, o direito de ser o réu julgado por juiz natural e, sobretudo, IMPARCIAL.

3- Na noite de 09/06/2019, a Nação brasileira teve conhecimento, pela edição do veículo de comunicação social THE INTERCEPT, que, no seio da afamada “Operação Lava Jato”, a Constituição Federal não tem sido respeitada, muito pelo contrário, vem sendo sistemática e recorrentemente violentada pelos agentes da autoridade pública acima identificados. Através de extensa comunicação escrita mantida entre essas autoridades, informes estes que vieram à Imprensa por fonte mantida em sigilo, a acusação de réus naqueles órgãos do Poder Judiciário era promovida com a colaboração oculta de juízes que depois julgavam essas mesmas lides penais, em irregular e delituosa promiscuidade funcional.

4- Como intuitivo, essa execrável prática anula o sagrado direito de defesa do acusado, conspurca o intocável princípio constitucional do devido processo legal e arrasa a garantia fundamental da imparcialidade do julgador da causa. Bem adequada a lembrança do velho brocardo forense: “quando se tem por juiz um acusador, nem tendo Deus por advogado há possibilidade de ser realizada justiça”.

5- Não imagine a sociedade brasileira que a condenável prática possa estar limitada apenas ao primeiro grau de jurisdição, eis que heterodoxias vem sendo denunciadas por advogados que oficiam nessas lides penais também quanto ao critério de fixação da competência e prevenção de relatoria de julgadores de superior instância. Por isso, convém tudo se apurar, profundamente.

6- Se agentes da autoridade violam e desrespeitam a Constituição, não representam o Poder do Estado, mas são pessoas que se associaram, à sombra da imunidade, para a prática de atos que lesam os elevados interesses da coletividade e que a estes são estranhos, atentando contra o Estado Democrático de Direito e, desde que formada a sua culpa funcional, devem ser extirpados do serviço público, do qual precisam ser, desde logo, afastados cautelarmente. Tudo, é claro, nas formas da lei e com estrito respeito às garantias constitucionais que eles mesmos tanto desdenham.

7- Quando outras instituições se omitem ou optam pela cegueira deliberada relativamente ao inequívoco atropelamento dos preceitos da Constituição da República, por variegadas razões, compete à classe dos advogados brasileiros, máxime aos criminalistas, a defesa da ordem constitucional e do Estado Democrático de Direito, como se passou ontem, acontece hoje e ocorrerá sempre. Fica, pois, consignado o repúdio dos advogados criminalistas do país, aos condenáveis atos de desrespeito à lei e aos seus fautores, que pregam contra tudo aquilo que estariam a praticar.

Curitiba, 11 de junho de 2019.
ABRACRIM – Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas
Diretoria Nacional

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