O general que Trump ASSASSINOU covardemente, de forma terrorista, ato de guerra sem autorização do Congresso dos EUA, o que basta para outro pedido de impeachment

Trump tem que ser derrubado por impeachment, pois é um NAZISTA belicista do inferno

Queiroz tem DEZ MORTES no currículo, ligado à MILÍCIA que matou Marielle. E era o COLETOR DA VERBA oriunda de PECULATO….

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Feliz NATAL e um ÓTIMO IMPEACHMENT, o quanto antes, para não morrermos de vergonha….

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Lula com 74 anos joga bola, corre e NÃO cai. O bozo, no banheiro, cai de cabeça e perde a memória…? Há algo mal contado….

Depois de queda no banheiro, Bolsonaro tem alta do hospital

Bolsonaro teve alta do Hospital das Forças Armadas na manhã desta terça. Ele passou a noite no hospital depois de uma suposta queda no banheiro, na qual teria batido a cabeça. Segundo a Presidência, os médicos indicaram um período de repouso, sem que tenha sido informado o tempo previsto para tal repouso

247 – Jair Bolsonaro deixou o Hospital das Forças Armadas na manhã desta terça-feira (24), cerca de 10 horas depois de dar entrada na unidade. Ele caiu no banheiro no Palácio da Alvorada, quando bateu a cabeça na noite da segunda. A orientação dada pela equipe médica é que fique em repouso, mas a Presidência não esclareceu o período prescrito.

Ele saiu do hospital às 7h34. Pouco antes, o Palácio do Planalto informara que o Bolsornaro teve uma “noite tranquila”. A  Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência afirmou que Bolsonaro passou a noite “sem intercorrências no período”.

Ainda segundo a Secom, ele “foi reavaliado pela equipe médica , tendo recebido alta hospitalar com orientação de repouso no Palácio da Alvorada”.

Ao chegar ao hospital, por volta das 21h30 da segunda ele teria sido submetido a “exame de tomografia computadorizada do crânio, que não detectou alterações”, segundo a Secom.

Como em todas as questões relacionadas à saúde de Bolsonaro, da facada ao câncer de pele que anunciou e depois desmentiu, acusando a imprensa por uma fake news espalhada por ele próprio, a versao da queda no banheiro é vista com reserva no mundo político.

No último dia 11, Bolsonaro esteve no Hospital da Força Aérea de Brasília (HFAB), onde passou por um procedimento dermatológico. Na ocasião, ele retirou lesões no rosto e na orelha e fez uma cauterização de sinais no tórax e no antebraço. O próprio presidente chegou a dizer que estava investigando a possibilidade de um câncer de pele, acusando a imprensa a seguir de expalhar fake news.

Brian Mier explica muito bem que não existe neoliberalismo, nem nos EUA. Existe, sempre, ECONOMIA MISTA

Brian Mier, na Carta CapitalEm 2 de dezembro, 68 dias após Jair Bolsonaro declarar seu amor a Donald Trump em um desconfortável encontro em Washington, o governo dos Estados Unidos anunciou novas tarifas protecionistas contra as importações de aço brasileiro, adicionando mais um produto à longa lista de importações tributáveis, uma elevação de 63 bilhões de dólares durante o último ano fiscal.

A ideia de usar tarifas de importação, muitas vezes combinadas com a redução de impostos para empresas nacionais, em busca de proteção à indústria e à produção agrícola, é um dos princípios-chave da economia keynesiana e algo tradicionalmente rejeitado pelos Chicago Boys.

Essa legião de economistas treinados na Universidade de Chicago e os políticos que promovem suas ideias nunca parecem cansar-se de citar a economia dos EUA como exemplo do sucesso do Estado mínimo. Na verdade, é um tema recorrente no mais recente manifesto da Aliança pelo Brasil, o novo partido de Bolsonaro. Pode parecer fazer muito sentido no papel, mas o problema é que a ideia de que os EUA representem qualquer tipo de Estado mínimo é uma fantasia, ou, como se diz por aí, fake news. Basta  folhear as 3.713 páginas da 2019 Harmonized Tariff Schedule, o guia de tarifas de importação cobradas pelo governo americano.

Desde que Milton Friedman e seus chamados Chicago Boys apoiaram a sangrenta e corrupta ditadura de Augusto Pinochet, no Chile, o governo dos EUA e seus aliados, entre eles o Banco Mundial e os think tanks corporativos, como os institutos Cato, Heritage e Mises, pregam as virtudes da privatização de serviços governamentais e dos acordos de livre-comércio, como se fossem dogmas religiosos, para países da América Latina.

Historicamente, a implementação dessas políticas costuma acontecer, de forma ligeira, em países assolados por golpes de Estado. O exemplo de Honduras vem à mente. Após o golpe de 2009, que Hilary Clinton se vangloria de apoiar em sua autobiografia, o novo governo anunciou a intenção, com o apoio do professor da Universidade de Stanford, Paul Romer, de privatizar completamente a administração de algumas cidades.

Os EUA não praticam, no entanto, o que pregam para a América Latina. Entre 1900 e 2012, os gastos do governo dos EUA aumentaram de 12% para 35,6% do PIB, e continuam a crescer. Mesmo sem levar em consideração as administrações estaduais e locais, o orçamento federal dos EUA para o atual ano fiscal é de 4,75 trilhões de dólares. É isso mesmo: o governo federal dos EUA gastará três vezes mais do que o tamanho total do PIB do Brasil. Além disso, estudos mostram que, quando comparados a outros países desenvolvidos, os gastos públicos americanos são extremamente ineficientes. Os dispêndios militares projetados neste ano somam 989 bilhões de dólares. E até o Departamento de Defesa admite tratar-se de um orçamento grande demais.

Falemos do Ensino Superior. Os Estados Unidos gastam uma porcentagem maior do PIB nas universidades públicas do que países como França e Alemanha. Estes, como o Brasil, garantem o acesso gratuito – o que não acontece nos EUA. Mas, ao contrário de países como a França, que privilegiam os investimentos em pesquisas, grande parte dos gastos com universidades públicas estadunidenses serve como subsídio indireto à corrompida indústria da construção civil, que constrói e renova grandes estádios esportivos. Um dos casos mais recentes é o da arena de futebol americano da Texas A&M University, orçado em 450 milhões de dólares e executado pela empreiteira Manhatten-Vaughn em 2014. A reforma aumentou a capacidade do estádio de 82 mil para 102 mil torcedores. Mas, enquanto o complexo abriga menos de 20 jogos por ano, os alunos são obrigados a pagar uma mensalidade de mil dólares.

Como dizia Mark Twain, mais de cem anos atrás, existem três tipos de mentiras: mentiras, malditas mentiras e estatísticas. Economistas do Banco Mundial e outros, defensores das virtudes do Estado mínimo como religião, muitas vezes afirmam que os EUA têm níveis ligeiramente mais baixos de gastos em comparação a outros países desenvolvidos, 38% do PIB em comparação com os 45% da União Europeia. Isso poderia ser uma prova de que o Estado mínimo funcionou na América do Norte? Quando tirados do contexto, talvez, mas os EUA têm o maior sistema de bem-estar corporativo do mundo e isso é feito principalmente por meio de distribuições diretas, como os 8 bilhões de dólares entregues à Boeing em 2013 por meio do abatimento de impostos, raramente incluídos nas estatísticas usadas pelos economistas que argumentam que os EUA são um exemplo de Estado mínimo. Algumas das maiores empresas americanas mal pagam impostos. A Amazon não apenas pagou zero em tributos federais sobre seus 11 bilhões de dólares de lucros no ano passado como recebeu um reembolso de 129 milhões. A General Motors, que ganhou 10 bilhões de dólares de graça, como parte do resgate governamental calculado em 80 bilhões à indústria automobilística em 2014, ficou livre de taxações em 2018. Como o economista Will Hutton escreveu recentemente, essa tradição americana de mamatas para o setor empresarial resultou no fortalecimento de monopólios e na morte da concorrência.

O fato de os gastos governamentais nos EUA serem um pouco mais baixos que aqueles da União Europeia, mas as doações corporativas e os subsídios fiscais serem maiores, não parece arbitrário. Muitos economistas argumentam que o resultado da estratégia não levou a uma redução da interferência do Estado na economia, mas há uma enorme transferência de riqueza das mãos dos cidadãos comuns para os cofres das empresas multinacionais. Como escreve o economista britânico Nicolas Hildyard: “O ‘mercado livre’ precisa da proteção do Estado – e de seus poderes de execução. O Estado mínimo é, simplesmente, utópico – no sentido original da palavra, ele não existe em lugar algum”.

Até a Universidade de Chicago não escapa dessa tradição. De acordo com o Washington Post, a universidade, particular, recebeu no ano passado 279 milhões de dólares em subsídios dos governos federal, estadual e municipal. Se a líder de torcida acadêmica mais importante para o Estado mínimo é incapaz de sobreviver sem a mamata do governo, por que devemos acreditar que o modelo traria algum benefício para o Brasil?

GREVE DOS CAMINHONEIROS, que pode puxar greve GERAL e IMPEACHMENT, logo

247 – Lideranças dos caminhoneiros confirmaram que a categoria deverá parar suas atividades em todo o Brasil a partir as 6h da próxima segunda-feira (16). A expectativa é que a greve, contra o aumento nos preços dos combustíveis e contra as políticas recessivas do governo jair Bolsonaro, obtenha a adesão de até 70% dos profissionais do setor de transporte de cargas rodoviárias.

“Temos um governo que só fez nos enganar. Muitas mentiras, promessas antes da campanha. E o que foi que ele fez para nós? Nada. Só virou as costas para os caminhoneiros. Como vocês podem acreditar num homem desses?”, diz um caminhoneiro identificado como Genivaldo, de Itabaiana (BA), em questionamento as lideranças da categoria que teriam sido cooptadas pelas promessas do governo Jair Bolsonaro.

“Todas as lideranças estavam a favor da paralisação. Alguma coisa aconteceu que todo mundo se calou, como o Chorão e o Júnior de Ourinhos. Não sei se está bom para eles. Mas para nós não está”, completa.

Em um outro vídeo, segundo reportagem da Revista Fórum, Sergio Bucar ressalta os seguidos aumentos nos preços do óleo diesel, gasolina e do gás de cozinha. “Convoco a população brasileira. Vamos parar o Brasil. Queremos que na segunda-feira dia 16 às 6 horas da manhã já esteja tudo parado “, afirma o caminheiro.

Na semana passada, o líder dos caminhoneiros autônomos, Marconi França, disse que a categoria “não aguentava mais ser enganada” pelo governo. “O governo não cumpriu nada do que prometeu. O preço do óleo diesel teve 11 altas consecutivas, em 2019. Não aguentamos mais ser enganados pelo senhor Jair Messias Bolsonaro, que protege o agronegócio e diz que o caminhoneiro só sabe destruir rodovias”, disse ao sinalizar com a possibilidade de uma greve nacional da categoria.

Eu culpo o Trumpo, o Bozo, o Witzel, o BOPE e toda militarização HEDIONDA da segurança pública. Toda ideia de excludente AUMENTA as mortes de Ághatas…

#AculpaÉdoWitzel

Milhões de Ághatas Vitórias, meninas, morta por fuzil pelas costas…,negras faveladas, vão continuar LUTANDO até não ter mais ESTADO NEOLIBERAL DIREITA PENAL FASCISTA, Okhrana, Gestapos do Witzel etc

Uma menina de oito anos morreu [está bem VIVA e junto com Zumbi, Cristo, Marx e outros…]

na madrugada deste sábado, 21, após ser atingida por um disparo de fuzil durante ação da Polícia Militar do Rio de Janeiro no Complexo do Alemão na noite da última sexta-feira.

A morte de Agatha Vitória Sales Félix foi confirmada pela direção do Hospital Estadual Getúlio Vargas.

Agatha estava com a avó em uma Kombi na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão, quando foi atingida nas costas por uma bala de fuzil. A Polícia Militar afirma que policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Fazendinha, que estavam na esquina da Rua Antônio Austragésilo com a Rua Nossa Senhora da Glória, foram ‘atacados de várias localidades da comunidade de forma simultânea’ e revidaram.

A polícia alega ainda que fez uma varredura no local em busca de feridos, mas não encontrou ninguém. O ferimento de Agatha teria sido informado por moradores da região, que foram até o Hospital Getúlio Vargas e confirmaram a entrada da criança na unidade. A Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) afirmou que vai abrir um procedimento apuratório para ‘verificar todas as circunstâncias da ação’.

ÁGHATA FELIX está mais VIVA do que nunca, e liderando milhões de crianças negras faveladas contra a oligarquia, a direita penal, os bozo, trumpo, witzel…e o Exército das crianças negras faveladas e mortas pela polícia brilham como ESTRELAS, e não morrem.

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— Updated: 13/02/2020 — Total visits: 64,781 — Last 24 hours: 17 — On-line: 0
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