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As milícias (Ku Klux Khan e Tea Party) no poder. O pior de todos os governos. Um bando de bozós votou nesta coisa

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O jeito correto de combater a corrupção é ampliar o poder do Estado sobre o Grande Capital, que é o grande Corruptor ativo

Associação Juízes para a Democracia (AJD) soltam nota dizendo que Moro tenta se defender atribuindo a todos os Juízes a prática ilícita que praticou. Não, os Juízes, a maioria q atua licitamente, não faz CONLUIO com partes e só se comunicam via petições das partes no processo, com vista a outra parte para haver contraditório. E só recebem as partes em audiências, com as DUAS partes presentes, para OUVIR as DUAS PARTES, sem CONLUIOS e sem COMUNICAÇÕES SECRETAS diárias que iam de 8h até 3 h da madrugada. E o Juiz atuava como CHEFE da Força de MP. Tudo isso com GRAMPO nos celulares da Defesa, grampo ILÍCITO

Juízes repudiam Moro: tenta imputar a toda magistratura suas práticas ilícitas

Para entidade, o contato privado de juízes com procuradores fere o código de ética dos magistrados; “Não aceitaremos, pois, que, para justificar sua conduta inapropriada, o Ministro tente imputar a toda a magistratura nacional a prática das mesmas ilicitudes”

– A Associação Juízes para a Democracia (AJD) divulgou nota nesta quarta-feira, 19, em que repudia com veemência declarações do ministro da Justiça, Sérgio Moro, que tem classificado como “absolutamente normal” e “muito comum” o contato privado de juízes com procuradores. 

“Tais práticas não refletem, em absoluto, a conduta das magistradas e dos magistrados brasileiros que cumprem o seu dever funcional. Ao defendê-las, o Ministro promove uma inaceitável banalização do exercício distorcido da atividade judicante, ofensiva à sua dignidade, seriedade e respeitabilidade, que é também incompatível com a dignidade, a honra, o decoro e a transparência exigidos pelo Código de Ética da Magistratura”, diz a entidade. 

“Não aceitaremos, pois, que, para justificar sua conduta inapropriada, o Ministro tente imputar a toda a magistratura nacional a prática das mesmas ilicitudes”, acrescenta. 

Leia, abaixo a nota na íntegra:

“A AJD – Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade não governamental, de âmbito nacional, sem fins corporativos, que tem como um de seus objetivos estatutários a defesa dos direitos e garantias fundamentais e a manutenção do Estado Democrático de Direito, vem a público externar seu mais veemente repúdio às declarações do Ministro da Justiça e Segurança Pública, que, em repetidos pronunciamentos públicos, tem classificado como “absolutamente normal” e “muito comum” o contato privado de juízes com procuradores para tratar de questões e estratégias processuais em feitos sob sua responsabilidade,

ampliando se para atuações fora do próprio âmbito do processo, conforme se verifica no conteúdo das mensagens recentemente divulgadas pelo site The Intercept Brasil (https://theintercept.com/2019/06/18/lava-jato-fingiuinvestigar-fhc-apenas-para-criar-percepcao-publica-de-imparcialidademas-moro-repreendeu-melindra-alguem-cujo-apoio-e-importante/). 

Tais práticas não refletem, em absoluto, a conduta das magistradas e dos magistrados brasileiros que cumprem o seu dever funcional.

Ao defendê las, o Ministro promove uma inaceitável banalização do exercício distorcido da atividade judicante, ofensiva à sua dignidade, seriedade e respeitabilidade, que é também incompatível com a dignidade, a honra, o decoro e a transparência exigidos pelo Código de Ética da Magistratura, cujo artigo 8º é claro ao estabelecer que “o magistrado imparcial é aquele que busca nas provas a verdade dos fatos, com objetividade e fundamento, mantendo ao longo de todo o processo uma distância equivalente das partes, e evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito”.

É inaceitável que o Ministro confunda a urbanidade na interação entre juízes e membros do Ministério Público, com a fusão de seus distintos papéis processuais, bem delineados em nossa Constituição.

É ainda mais deplorável que o Ministro tenha a pretensão de subordinar a perene dignidade institucional da Magistratura ao sabor de estratégias ligadas a meros interesses individuais conjunturais.

Não aceitaremos, pois, que, para justificar sua conduta inapropriada, o Ministro tente imputar a toda a magistratura nacional a prática das mesmas ilicitudes.  Brasília, 19 de junho de 2019.

O bozó solta os cães de guerra: o grande capital e os coxinhas minions marionetes tipo gado que avança para ser depois morto e prejudicado pelas políticas neoliberais e de direita penal que vão prejudicá-los. Açula a milícia, no modo fascista

Fernando Brito mostra como Bolso é burro, centralizador, sem educação, sem tatos. É o mesmo que por uma Besta surtando numa loja de cristais. Apenas DESTRÓI e gera ódio nas próprias fileiras

Não dá para listar aqui a multidão de demitidos do governo Bolsonaro em apenas cinco meses.

Na semana que se encerra, dois presidentes de estatais (Correios e BNDES), um de órgão relevante (a Funai) e um ministro de Estado foram para a rua em três dias [3 generais…].

Exceto pela “missão” dada ao substituto do general santos Cruz, de financiar a “bolsonosfera”, pouco ou nada se sabe do que se pretende para os comandos tornados vagos.

É especialmente grave o caso do BNDES, praticamente o único órgão de fomento econômico do Estado brasileiro, hoje.

Levy, sabe-se, opunha-se a uma descapitalização velor do banco, para arranjar recursos  meramente contábeis para melhorar as contas, sem efeito monetário, porque eram títulos do Tesouro, perdoem o pleonasmo, entesoudados, apenas em caixa.

É claríssimo que o corpo técnico do banco está retraído e isso atrasa o pouco que se tem de financiamento à economia produtiva.

No caminho do PIB Zero, isso é um desastre maior do que seria em tempos mais prósperos.

Mas não é só no BNDES. Em todas as áreas do governo, impera um clima de medo, quase terror.

Ser “dedurado” como esquerdistas, cair na desgraça do grupo olavista ou na do próprio Presidente é algo que trava ainda mais os órgãos públicos já travados pela escassez de recursos.

É um método primário de administrar, o de governar pelo medo e não pela liderança.

O autoritarismo presidencial aumenta a paralisia da administração.

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— Updated: 10/07/2019 — Total visits: 54,705 — Last 24 hours: 33 — On-line: 0
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