Arquivos para : A “Fórmula” para DEMOCRATIZAR A ONU, transformando-a numa Confederação, um Estado mundial democrático e popular

Flávio Bolzo comprou 19 imóveis, no total de 9,4 milhões. Quantia impossível com a renda mensal dele….

MAIS UM TSUNAMI ATINGE O CLÃ: FLÁVIO BOLSONARO COMPROU 19 IMÓVEIS SEM RENDA DECLARADA Jefferson Rudy

No dia que milhões de brasileiros inundam as ruas do País em defesa da Educação, um novo tsunami atinge o governo Jair Bolsonaro; segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, entre 2010 e 2017, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), na época deputado estadual, lucrou R$ 3,089 milhões em transações imobiliárias em que “há suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas”, informou a Veja nesta quarta-feira (15); entre salas e apartamentos, o filho de Jair Bolsonaro investiu R$ 9,425 milhões na compra de 19 imóveis

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Pela liberdade de JULIAN ASSANGE…

Free Assange

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Dois diabos: o asqueroso Duterte e Netanyahu

Duterte Meets Netanyahu

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Ministra da Suprema Corte da Alemanha: Escola sem Partido foi usada pelos NAZISTAS

Escola Sem partido lembra vigilância nazista, diz ministra do Supremo da Alemanha

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Ministra da Corte Constitucional da Alemanha Susanne Baer disse que a liberdade de expressão tem que ter limites quando se transforma em discurso de ódio e criticou o projeto Escola Sem Partido ao afirmar que na Alemanha um projeto semelhante, batizado de Escolas Neutras, que também pede que estudantes denunciem professores críticos ao partido de extrema direita AfD ou que se posicionem politicamente;

Lembra-nos de períodos altamente problemáticos na história, na Alemanha Oriental, e no nazismo, quando pessoas eram chamadas a delatar os vizinhos“, disse

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Os banqueiros controlam o Banco Central, cf. Paulo Henrique Amorim

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O Show de horrores decorrentes do Golpe baixo e traíra de 2016

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A Revolução Francesa foi apenas a ECLOSÃO de ideias de grandes leigos católicos, e do melhor do Clero

A Revolução Francesa foi apenas a eclosão, explicitação, do movimento democrático que já ocorria gradualmente, movido por LEIGOS CATÓLICOS. 

Durante a antiguidade e a Idade Média, existiam modos (relações) de produção comunitários e também o campesinato e a propriedade artesã, que também permanece na Idade Média e ainda hoje.

O próprio Karl Marx, no “O Capital” (livro I, t. II, p. 26), lembra que “a pequena exploração rural” e “o artesanato independente foram o pedestal [base] econômico da sociedade clássica na sua idade de ouro”, tal como no final da Idade Média.

Mais tarde, os camponeses, os pequenos burgueses e os artesões encabeçam a Revolução Francesa.

Num parêntese, um socialismo humanista ou democracia social avançada (na terminologia de Alceu Amoroso Lima) mantém a pequena propriedade familiar (artesão, camponesa, urbana) e o cooperativismo, ao lado de boas estatais, regidas por co-gestão.

Envolvendo tudo isso, deve haver planejamento público participativo.

A democracia já existia antes do liberalismo, antes do capitalismo. Da mesma forma, já existiam camponeses e pequenos burgueses na antiguidade (vide “Economia”, de Xenofonte; ou a obra sobre “Economia”, atribuída a Aristóteles).

A Revolução Francesa apenas consagra algo que já estava em gestação, em formas embrionárias espalhadas em todas as partes. Há a mesma tese nas melhores obras de Taine e de Alexis de Tocqueville (1805-1859).

Alexis Clérel de Tocqueville foi um grande católico, escreveu o livro “A democracia na América” (1835), ajudando a difundir a democracia na Europa, com o exemplo dos EUA.

Tocqueville era discípulo de Montesquieu, outro grande católico, e escreveu os livros “O antigo regime e a Revolução” (1856) e “Considerações sobre o estado da França, antes de 1789”, demonstrando que a democracia já existia antes da Revolução Francesa, em várias instituições e formas representativas.

Tocqueville foi da Academia Francesa (criada por Richelieu) e sua cadeira, após sua morte, passou para outro grande católico, Lacordaire, que redigiu um grande elogio a Tocqueville.

Lacordaire e Tocqueville tinham o ideal de uma democracia não-capitalista, social, participativa, pautada pelo bem comum.

Hipólito Taine foi um historiador, que se converteu antes de morrer, tendo demonstrado que a Revolução Francesa não criou tantas instituições e idéias novas, e sim organizou instituições e idéias antigas, ampliando-as e melhorando-as.

Antes de Robespierre, o próprio Richelieu destruía castelos medievais e ampliava o poder do Estado, criando estatais.

Esta tendência foi ampliada pelo grande católico Colbert, Sully e outros grandes políticos franceses, que auxiliaram na formação do Estado francês, preparando a Revolução Francesa.

O lema de Colbert era “pro pátria sempre” (“pela pátria, sempre”, lema adotada como divisa pela cidade de Pindamonhangaba SP).

O amor de Richelieu pela pátria e pelo Estado francês é notório em todas as biografias deste Cardeal estadista.

Da mesma forma, Guizot, apesar de seus erros históricos, soube expor a evolução do governo representativo da antiguidade, passando pela Idade Média até a Revolução Francesa. Guizot baseou-se nos textos de Thierry, um grande historiador católico que Marx admirava.

Augustin Thierry (1795-1856) redigiu grandes obras, como “Cartas sobre a história da França” (1827), “História da formação e do progresso do terceiro estado” (1853).

Thierry foi o discípulo mais estimado por Saint-Simon e foi muitíssimo elogiado por Karl Marx. Marx atribuiu ao grande católico Thierry a prioridade na descrição da história como luta de classes, elogiando os textos de Thierry.

Conclusão: há a mesma demonstração da origem cristã da democracia nos textos de homens como Jacques Victor Alberto de Broglie (1821-1901), Luiz Marciano Carne (1804-1876, “Estudos sobre a história do governo representativo na França de 1789 a 1848”), Balmes, Armando Carrel, Mignet ou nos textos de Acton (em sua “História da liberdade”).

Há a mesma tese nos livros de Utz e Boeglin, “Ética social” e “A doutrina social da Igreja através dos séculos”.

No mesmo sentido, Jarlot, “Doutrina pontifical e história” (Roma, Gregoriana, 1964-1973).

No mesmo sentido, vale a pena ler os livros de Emannuel Mounier, Giorgio La Pira, Giuseppe Dossetti, Aldo Moro, Luigi Sturzo, Romolo Murri e outros.

Todos estes grandes luminares católicos queriam um amplo Estado social e econômico, DEMOCRACIA REAL E POPULAR, PARTICIPATIVA, tal como milhões de micros, pequenos e médios proprietários, em unidades produtivas, com PRIMADO DO TRABALHO, em SIMBIOSE com ÓTIMAS ESTATAIS COM CO-GESTÃO OPERÁRIA, e COOPERATIVAS, EM TODOS OS RAMOS DA ECONOMIA. 

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O nacionalismo correto exige o internacionalismo, a consciência mundial

O verdadeiro patriotismo (nacionalismo) significa defender e proteger o bem comum de nossa família, povo, de nossa nação, sem prejudicar o bem comum da humanidade.

Significa construir estruturas do bem comum, em vez de estruturas más, de pecado social (latifúndios, multinacionais, o grande capital). 

O catolicismo ensina que, por força do quarto mandamento e da razão, devemos amar nossa família, nosso bairro, nosso círculo de amigos e vizinhos, nossa cidade, nosso estado-membro, nossa região, nosso país, nosso continente e toda a humanidade. Em outros termos, em cada conduta devemos ter em mente o bem do próximo, da sociedade.

Por isso, é um dever ser “bairrista”, ter amor à cidade natal e onde vivemos, ter amor a nosso estado-membro, a nosso país, continente e à humanidade. Este é o conceito da piedade, como ensina a Bíblia e também Santo Tomás.

O homem piedoso é o que ama a família, os amigos, os vizinhos e também a cidade, a província, o país e a humanidade (há os círculos do amor, da sociabilidade).

A doutrina da Igreja ensina que o patriotismo verdadeiro, o nacionalismo autêntico, tem bases racionais e éticas, sendo um dever pautar nossas vidas em prol da pátria, do país em que nascemos ou vivemos. A doutrina da Igreja não aceita o imperialismo, ou seja, a opressão de outros povos.

A liberdade de cada nação tem como limites o bem comum da humanidade e, por isso, uma autoridade internacional é necessária, para atualizar (realizar) o bem comum do mundo. Por esta razão, a doutrina da Igreja prega a necessidade de um governo mundial, confederativo ou federativo (democratizar a ONU, a OMS, o Banco Mundial, o FMI, a FAO, a OIT etc).

É normal e racional a participação nos movimentos nacionalistas. Basta pensar em Barbosa Lima Sobrinho, Arthur Bernardes, Getúlio Vargas, Alberto Torres (cristão de um jeito peculiar), Serzedelo Correia (cristão heterodoxo também), Eduardo Prado, o Marechal Lott, João Goulart e outros luminares católicos, que prestaram grandes serviços ao povo.

Getúlio Vargas, por exemplo, deixou a fundação de várias estatais importantes, instituições e leis sociais, que formam parte de seu legado trabalhista. O próprio Getúlio dizia que o trabalhismo cristão era a ante-sala de um “socialismo cristão”, nacionalista, democrático e popular.

Conclusão: no Brasil e no mundo, o nacionalismo foi uma corrente antiimperialista e em prol de reformas sociais.

Para verificar a importância do nacionalismo, basta pensar em Nasser, Perón, o Partido do Congresso na Índia, os nacionalistas da Indonésia, Cárdenas no México e outros. A Igreja, no governo de Cárdenas, teve paz e floresceu.

Nasser tinha religiosidade e era amigo de Cirilo VI, o Patriarca copta (Nasser colocou a primeira pedra na construção da Catedral do Cairo).

O nacionalismo sadio, que se baseia na soberania da sociedade (do povo), associa corretamente nacionalismo e populismo. Em linguagem hebraica, o nacionalismo significa “piedade”, “justiça”, zelo pelo bem comum.

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Paulo Henrique Amorim denuncia Paulo Guedes e Bolsonaro, privatistas e neoliberais que querem entregar estatais

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Os planos de libertação social e nacional de Getúlio e João Goulart, desenvolvimentismo estatista

Esta parte sobre Getúlio Vargas e João Goulart, e Brizola, eu tirei do “Programa” do Partido Pátria Livre (antigo MR-8). Vejamos os planos e feitos do governo Goulart:

criou o 13º salário (1962), estendeu os direitos trabalhistas aos trabalhadores rurais (1963), anunciou o envio ao Congresso de mensagem presidencial pedindo a emenda do artigo 141 § 16 da Constituição que bloqueava o desenvolvimento da Reforma Agrária ao estabelecer indenização prévia e em dinheiro para desapropriações de terra (1964)”.

“Revogou a Instrução 113 e baixou a Instrução 242 (1963), que proibia o financiamento externo para importação de máquinas e equipamentos que a indústria nacional estivesse em condições de produzir”.

“Regulamentou a lei da remessa de lucros (1964), fixando o limite anual em 10% do capital efetivamente trazido de fora, excluídos os reinvestimentos dos lucros obtidos no país”.

“Pôs em funcionamento a Eletrobrás (1962), sancionou a lei que instituía o Conselho Nacional de Telecomunicações (1962) – as necessidades do setor eram atendidas basicamente por subsidiárias da ITT e de uma sobrevivente canadense do império Farquhar, que prestavam péssimo serviço no Brasil”.

Estabeleceu o controle sobre as importações de matérias-primas pela indústria farmacêutica e assinou decreto para expandir a indústria química de base, mediante incentivos aos laboratórios nacionais, sob a direção do Grupo Executivo da Indústria Farmacêutica, criado em 1963″.

“Constava ainda do programa que viria a ser conhecido como Reformas de Base a reforma do ensino, cujas principais metas eram a erradicação do analfabetismo, ampliação e modernização das universidades públicas; a distribuição mais equilibrada da carga tributária; o direito de voto aos analfabetos e militares de baixa patente; e uma reforma urbana que fechasse caminho à especulação imobiliária”.

“O projeto era próprio de uma nação soberana e civilizada, mas foi apresentado pelos arautos dos interesses externos como a tentativa de converter o Brasil em “satélite da União Soviética”. Com base nessa cantilena concebida e patrocinada pelo Departamento de Estado norte-americano para aliciar incautos foi programado, organizado e deflagrado o golpe de 1964″. 

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— Updated: 23/05/2019 — Total visits: 51,539 — Last 24 hours: 98 — On-line: 0
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