A "Fórmula"Milton Santos: Estado deve INDUSTRIALIZAR cada vila e campos. MOEDA FRACA. Bresser Pereira, Lessa, Maria da Conceição Tavares, Theotonio Santos e outros. Neutralizar a doença holandesa Archives - Blog Luiz Francisco Fernandes de Souza

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Como funciona o capitalismo, em linhas gerais

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Desvalorizar a moeda é fundamental para ampliar industrialização e pleno emprego

A absurda valorização do câmbio em plena recessão

Por André Araújo

Os economistas da Escola Clássica de David Ricardo tinham uma receita para os ciclos recessivos, que é a desvalorização da moeda para facilitar as exportações. A China usou largamente essa ferramenta para fazer crescer sua economia pela exportação.

É um monumental contrassenso de política econômica valorizar a moeda em plena recessão, dificultando mais ainda a saída dela. É recomendar dieta magra para paciente com anemia.

O Real se valoriza por DESEJO do Banco Central, e não por razões naturais, pois que o Banco Central tem OBRIGAÇÃO de intervir comprando dólares excedentes para impedir sua queda e manter certa lógica na paridade Real x Dólar, que deveria estar em torno de 3,75 e nunca como hoje em torno de 3,10 e caindo.  

Essa intervenção é manobra tradicional de bancos centrais, é uma de suas funções, manter o câmbio dentro de bandas ajustadas ao conjunto dos objetivos da economia, inclusive para dar previsibilidade aos agentes econômicos da economia produtiva, aos exportadores e importadores.

O câmbio de uma economia funcional não pode ter altos e baixos bruscos o tempo todo, isso impede planejamento financeiro de quem capta recursos fora, impede calcular preços de exportação e custos de importação. Flutuações amalucadas são o máximo de irracionalidade em uma economia.

A razão da não intervenção é a ideia fixa de baixar a inflação como única meta da economia.

A não intervenção proposital derruba o dólar tirando viabilidade a muitas exportações mas para os cabeças-de-planilha da atual política econômica ajuda a derrubar a inflação, sua única meta, como se a economia fosse só isso.

Emprego e produção não interessam a quem pensa só em inflação, o que no fim do dia significa pensar só em ativos financeiros em mãos de bancos e fundos, desprezando o “resto” da economia.

Taxa de câmbio deve ser desvalorizada. Um dólar a quatro reais, pelo menos

Desvantagens do câmbio valorizado [a maior canalhice do Plano Real, subsídio às importações vindas dos EUA…]. Artigo de Antônio Côrrea de Lacerda, no Estadão. 

“Um dos grandes mitos a respeito da questão cambial, no Brasil, é que um câmbio valorizado incentiva os investimentos privados, por baratear a importação de máquinas e equipamentos para a modernização das empresas e novos projetos. Essa assertiva tem, pelo menos, dois equívocos que não resistem a uma análise mais abrangente, levando em conta a dinâmica das decisões de novos empreendimentos. 

Antonio Corrêa de Lacerda*, O Estadao de S.Paulo

28 Outubro 2009 | 00h00

Primeiro porque o que motivaria investimentos produtivos – não apenas os destinados à produção voltada para a exportação, mas também à direcionada ao mercado doméstico – seria justamente uma taxa de câmbio mais desvalorizada. O câmbio valorizado diminui a competitividade dos produtos fabricados localmente relativamente aos concorrentes internacionais, seja no mercado internacional ou no doméstico. Portanto, o câmbio baixo inviabiliza a agregação local de valor e é um incentivo às importações de produtos prontos.

Mais grave ainda é que esse verdadeiro “subsídio” às importações não se restringe aos bens de capital e matérias-primas, mas é estendido a toda a gama de produtos, inclusive de bens intermediários e de consumo, desincentivando a produção no Brasil e, consequentemente, prejudicando a geração de empregos e salários, a cadeia local de fornecedores e prestadores de serviços, além da receita tributária.

O segundo equívoco é que, mesmo que a intenção alegada fosse verdadeira, ou seja, que seria um desejo incentivar a modernização das indústrias via importação de máquinas e equipamentos, o câmbio não é o instrumento adequado para isso. Isto é, seria eventualmente uma boa intenção, mas com o instrumento errado. Para evitar o subsídio generalizado a todas as importações e restringi-los às máquinas e equipamentos não produzidos no País, os instrumentos mais adequados para fomentar a modernização seriam a utilização da política comercial, basicamente a redução de alíquotas de importação ou mesmo sua isenção; em segundo, a política tributária, mediante a redução e/ou isenção de impostos (IPI, ICMS, PIS/Cofins, etc.); e ainda políticas de financiamento públicas, com taxas de juros vantajosas e prazos estendidos.

O mais interessante, ou melhor dizendo, contraditório, é que o Brasil é um dos poucos países em desenvolvimento que podem contar com a questão do financiamento, por exemplo, de um banco público do porte e know how do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o que é certamente um privilégio. Ou ainda, que logramos no século passado viabilizar, em apenas cerca de 50 anos, sair de uma economia de monocultura de exportação para uma das dez maiores nações industrializadas do planeta, justamente mediante a utilização da política de substituição de importação e o modelo de empresa estatal, de empresa privada nacional e alianças com as empresas transnacionais.

É interessante notar que as opiniões e argumentos reiteradamente repetidos desprezam, por desconhecimento, ou interesses outros, a teoria econômica e ainda a vasta literatura disponível sobre a história econômica e a estratégia de desenvolvimento dos países, e até mesmo da nossa própria experiência pretérita.

O passado não pode ser repetido, até mesmo porque as condições da competitividade internacional são hoje muito diferentes do período pré-globalização a que acabo de me referir. Mas se a realidade é outra, ela também traz elementos novos, como a concorrência com a China e outros países asiáticos, que justamente utilizam os instrumentos aqui sugeridos com grande habilidade. Especialmente na questão cambial.

Portanto, se quisermos – e deveríamos querer – dar um novo salto para o desenvolvimento que contemple as novas indústrias e serviços e ainda aumentarmos o valor agregado local, vamos ter que enfrentar a questão cambial. Seria até mesmo ingênuo pretender enfrentar a cada vez mais acirrada competitividade internacional com uma condição básica de saída, a taxa de câmbio, fora do lugar.

A recente decisão do governo em taxar em 2% o IOF sobre movimentos de capitais externos pode ser um bom começo para uma mudança de atitude e uma discussão mais qualificada a respeito das alternativas para sair dessa verdadeira armadilha do câmbio valorizado.

*Antonio Corrêa de Lacerda, professor-doutor da PUC-SP, doutor em economia pela Unicamp, é economista-chefe da Siemens e co-autor, entre outros livros, de Economia Brasileira (Saraiva).

E mail: aclacerda@pucsp.br

Manifesto do Projeto Brasil Nação, elaborado principalmente por Bresser Pereira, ótimo texto

O Brasil vive uma crise sem precedentes. O desemprego atinge níveis assustadores. Endividadas, empresas cortam investimentos e vagas. A indústria definha, esmagada pelos juros reais mais altos do mundo e pelo câmbio sobreapreciado. Patrimônios construídos ao longo de décadas são desnacionalizados.

Mudanças nas regras de conteúdo local atingem a produção nacional. A indústria naval, que havia renascido, decai. Na infraestrutura e na construção civil, o quadro é de recuo. Ciência, cultura, educação e tecnologia sofrem cortes.

Programas e direitos sociais estão ameaçados. Na saúde e na Previdência, os mais pobres, os mais velhos, os mais vulneráveis são alvo de abandono.

A desigualdade volta a aumentar, após um período de ascensão dos mais pobres. A sociedade se divide e se radicaliza, abrindo espaço para o ódio e o preconceito.

No conjunto, são as ideias de nação e da solidariedade nacional que estão em jogo. Todo esse retrocesso tem apoio de uma coalizão de classes financeiro-rentista que estimula o país a incorrer em deficits em conta corrente, facilitando assim, de um lado, a apreciação cambial de longo prazo e a perda de competitividade de nossas empresas, e, de outro, a ocupação de nosso mercado interno pelas multinacionais, os financiamentos externos e o comércio desigual.

Esse ataque foi desfechado num momento em que o Brasil se projetava como nação, se unindo a países fora da órbita exclusiva de Washington. Buscava alianças com países em desenvolvimento e com seus vizinhos do continente, realizando uma política externa de autonomia e cooperação. O país construía projetos com autonomia no campo do petróleo, da defesa, das relações internacionais, realizava políticas de ascensão social, reduzia desigualdades, em que pesem os efeitos danosos da manutenção dos juros altos e do câmbio apreciado.

Para o governo, a causa da grande recessão atual é a irresponsabilidade fiscal; para nós, o que ocorre é uma armadilha de juros altos e de câmbio apreciado que inviabiliza o investimento privado. A política macroeconômica que o governo impõe à nação apenas agravou a recessão. Quanto aos juros altíssimos, alega que são “naturais”, decorrendo dos déficits fiscais, quando, na verdade, permaneceram muito altos mesmo no período em que o país atingiu suas metas de superávit primário (1999-2012).

Buscando reduzir o Estado a qualquer custo, o governo corta gastos e investimentos públicos, esvazia o BNDES, esquarteja a Petrobrás, desnacionaliza serviços públicos, oferece grandes obras públicas apenas a empresas estrangeiras, abandona a política de conteúdo nacional, enfraquece a indústria nacional e os programas de defesa do país, e liberaliza a venda de terras a estrangeiros, inclusive em áreas sensíveis ao interesse nacional.

Privatizar e desnacionalizar monopólios serve apenas para aumentar os ganhos de rentistas nacionais e estrangeiros e endividar o país.

O governo antinacional e antipopular conta com o fim da recessão para se declarar vitorioso. A recuperação econômica virá em algum momento, mas não significará a retomada do desenvolvimento, com ascensão das famílias e avanço das empresas. Ao contrário, o desmonte do país só levará à dependência colonial e ao empobrecimento dos cidadãos, minando qualquer projeto de desenvolvimento.

Para voltar a crescer de forma consistente, com inclusão e independência, temos que nos unir, reconstruir nossa nação e definir um projeto nacional. Um projeto que esteja baseado nas nossas necessidades, potencialidades e no que queremos ser no futuro. Um projeto que seja fruto de um amplo debate.
É isto que propomos neste manifesto: o resgate do Brasil, a construção nacional.

Temos todas as condições para isso. Temos milhões de cidadãos criativos, que compõem uma sociedade rica e diversificada. Temos música, poesia, ciência, cinema, literatura, arte, esporte – vitais para a construção de nossa identidade.

Temos riquezas naturais, um parque produtivo amplo e sofisticado, dimensão continental, a maior biodiversidade do mundo. Temos posição e peso estratégicos no planeta. Temos histórico de cooperação multilateral, em defesa da autodeterminação dos povos e da não intervenção.

O governo reacionário e carente de legitimidade não tem um projeto para o Brasil. Nem pode tê-lo, porque a ideia de construção nacional é inexistente no liberalismo econômico e na financeirização planetária.

Cabe a nós repensarmos o Brasil para projetar o seu futuro – hoje bloqueado, fadado à extinção do empresariado privado industrial e à miséria dos cidadãos.

Nossos pilares são: autonomia nacional, democracia, liberdade individual, desenvolvimento econômico, diminuição da desigualdade, segurança e proteção do ambiente – os pilares de um regime desenvolvimentista e social.

Para termos autonomia nacional, precisamos de uma política externa independente, que valorize um maior entendimento entre os países em desenvolvimento e um mundo multipolar.
Para termos democracia, precisamos recuperar a credibilidade e a transparência dos poderes da República. Precisamos garantir diversidade e pluralidade nos meios de comunicação. Precisamos reduzir o custo das campanhas eleitorais, e diminuir a influência do poder econômico no processo político, para evitar que as instituições sejam cooptadas pelos interesses dos mais ricos.

Para termos Justiça precisamos de um Poder Judiciário que atue nos limites da Constituição e seja eficaz no exercício de seu papel. Para termos segurança, precisamos de uma polícia capacitada, agindo de acordo com os direitos humanos.

Para termos liberdade, precisamos que cada cidadão se julgue responsável pelo interesse público.

Precisamos estimular a cultura, dimensão fundamental para o desenvolvimento humano pleno, protegendo e incentivando as manifestações que incorporem a diversidade dos brasileiros.

Para termos desenvolvimento econômico, precisamos de investimentos públicos (financiados por poupança pública) e principalmente investimentos privados. E para os termos precisamos de uma política fiscal, cambial socialmente responsáveis; precisamos juros baixos e taxa de câmbio competitiva; e precisamos ciência e tecnologia.

Para termos diminuição da desigualdade, precisamos de impostos progressivos e de um Estado de bem-estar social amplo, que garanta de forma universal educação, saúde e renda básica. E precisamos garantir às mulheres, aos negros, aos indígenas e aos LGBT direitos iguais aos dos homens brancos e ricos.

Para termos proteção do ambiente, precisamos cuidar de nossas florestas, economizar energia, desenvolver fontes renováveis e participar do esforço para evitar o aquecimento global.

Neste manifesto inaugural estamos nos limitando a definir as políticas públicas de caráter econômico. Apresentamos, assim, os cinco pontos econômicos do Projeto Brasil Nação.

1 Regra fiscal que permita a atuação contracíclica do gasto público, e assegure prioridade à educação e à saúde
2 Taxa básica de juros em nível mais baixo, compatível com o praticado por economias de estatura e grau de desenvolvimento semelhantes aos do Brasil
3 Superávit na conta corrente do balanço de pagamentos que é necessário para que a taxa de câmbio seja competitiva
4 Retomada do investimento público em nível capaz de estimular a economia e garantir investimento rentável para empresários e salários que reflitam uma política de redução da desigualdade
5 Reforma tributária que torne os impostos progressivos

Esses cinco pontos são metas intermediárias, são políticas que levam ao desenvolvimento econômico com estabilidade de preços, estabilidade financeira e diminuição da desigualdade. São políticas que atendem a todas as classes exceto a dos rentistas.

A missão do Projeto Brasil Nação é pensar o Brasil, é ajudar a refundar a nação brasileira, é unir os brasileiros em torno das ideias de nação e desenvolvimento – não apenas do ponto de vista econômico, mas de forma integral: desenvolvimento político, social, cultural, ambiental; em síntese, desenvolvimento humano. Os cinco pontos econômicos do Projeto Brasil são seus instrumentos – não os únicos instrumentos, mas aqueles que mostram que há uma alternativa viável e responsável para o Brasil.

Estamos hoje, os abaixo assinados, lançando o Projeto Brasil Nação e solicitando que você também seja um dos seus subscritores e defensores.

30 de março de 2017  

Subscritores originais

  • LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA, economista
  • ELEONORA DE LUCENA, jornalista
  • CELSO AMORIM, embaixador
  • RADUAN NASSAR, escritor
  • CHICO BUARQUE DE HOLLANDA, músico e escritor
  • MARIO BERNARDINI, engenheiro
  • FERNANDO BUENO, empresário
  • ROGÉRIO CEZAR DE CERQUEIRA LEITE, físico
  • ROBERTO SCHWARZ, crítico literário
  • PEDRO CELESTINO, engenheiro
  • FÁBIO KONDER COMPARATO, jurista
  • KLEBER MENDONÇA FILHO, cineasta
  • LAERTE, cartunista
  • JOÃO PEDRO STEDILE, ativista social
  • WAGNER MOURA, ator e cineasta
  • VAGNER FREITAS, sindicalista
  • MARGARIDA GENEVOIS, ativista de direitos humanos
  • FERNANDO HADDAD, professor universitário
  • MARCELO RUBENS PAIVA, escritor
  • MARIA VICTORIA BENEVIDES, socióloga
  • LUIZ COSTA LIMA, crítico literário
  • CIRO GOMES, político
  • LUIZ GONZAGA DE MELLO BELLUZZO, economista
  • ALFREDO BOSI, crítico e historiador
  • ECLEA BOSI, psicóloga
  • LUIS FERNANDO VERÍSSIMO, escritor
  • MANUELA CARNEIRO DA CUNHA , antropóloga
  • FERNANDO MORAIS, jornalista
  • LEDA PAULANI, economista
  • ANDRÉ SINGER, cientista político
  • PAUL SINGER, economista
  • LUIZ CARLOS BARRETO, cineasta
  • PAULO SÉRGIO PINHEIRO, sociólogo
  • MARIA RITA KEHL, psicanalista
  • ERIC NEPOMUCENO, jornalista
  • CARINA VITRAL, estudante
  • LUIZ FELIPE DE ALENCASTRO, historiador
  • ROBERTO SATURNINO BRAGA, engenheiro e político
  • ROBERTO AMARAL, cientista político
  • EUGENIO ARAGÃO, subprocurador geral da república
  • ERMÍNIA MARICATO, arquiteta
  • TATA AMARAL, cineasta
  • MARCIA TIBURI, filósofa
  • NELSON BRASIL, engenheiro
  • GILBERTO BERCOVICI, advogado
  • OTAVIO VELHO, antropólogo
  • GUILHERME ESTRELLA, geólogo
  • JOSÉ GOMES TEMPORÃO, médico
  • LUIZ ALBERTO DE VIANNA MONIZ BANDEIRA, historiador
  • FREI BETTO, religioso e escritor
  • HÉLGIO TRINDADE, cientista político
  • RENATO JANINE RIBEIRO, filósofo
  • ENNIO CANDOTTI, físico
  • SAMUEL PINHEIRO GUIMARÃES, embaixador
  • FRANKLIN MARTINS, jornalista
  • MARCELO LAVENERE, advogado
  • BETE MENDES, atriz
  • JOSÉ LUIZ DEL ROIO, ativista político
  • VERA BRESSER-PEREIRA, psicanalista
  • AQUILES RIQUE REIS, músico
  • RODOLFO LUCENA, jornalista
  • MARIA IZABEL AZEVEDO NORONHA, professora
  • JOSÉ MARCIO REGO, economista
  • OLÍMPIO ALVES DOS SANTOS, engenheiro
  • GABRIEL COHN, sociólogo
  • AMÉLIA COHN, socióloga
  • ALTAMIRO BORGES, jornalista
  • REGINALDO MATTAR NASSER, sociólogo
  • JOSÉ JOFFILY, cineasta
  • ISABEL LUSTOSA, historiadora
  • ODAIR DIAS GONÇALVES, físico
  • PEDRO DUTRA FONSECA, economista
  • ALEXANDRE PADILHA, médico
  • RICARDO CARNEIRO, economista
  • JOSÉ VIEGAS FILHO, diplomata
  • PAULO HENRIQUE AMORIM, jornalista
  • PEDRO SERRANO, advogado
  • MINO CARTA, jornalista
  • LUIZ FERNANDO DE PAULA, economista
  • IRAN DO ESPÍRITO SANTOS, artista
  • HILDEGARD ANGEL, jornalista
  • PEDRO PAULO ZALUTH BASTOS, economista
  • SEBASTIÃO VELASCO E CRUZ, cientista político
  • MARCIO POCHMANN, economista
  • LUÍS AUGUSTO FISCHER, professor de literatura
  • MARIA AUXILIADORA ARANTES, psicanalista
  • ELEUTÉRIO PRADO, economista
  • HÉLIO CAMPOS MELLO, jornalista
  • ENY MOREIRA, advogada
  • NELSON MARCONI, economista
  • SÉRGIO MAMBERTI, ator
  • JOSÉ CARLOS GUEDES, psicanalista
  • JOÃO SICSÚ, economista
  • RAFAEL VALIM, advogado
  • MARCOS GALLON, curador
  • MARIA RITA LOUREIRO, socióloga
  • ANTÔNIO CORRÊA DE LACERDA, economista
  • LADISLAU DOWBOR, economista
  • CLEMENTE LÚCIO, economista
  • ARTHUR CHIORO, médico
  • TELMA MARIA GONÇALVES MENICUCCI, cientista política
  • NEY MARINHO, psicanalista
  • FELIPE LOUREIRO, historiador
  • EUGÊNIA AUGUSTA GONZAGA, procuradora
  • CARLOS GADELHA, economista
  • PEDRO GOMES, psicanalista
  • CLAUDIO ACCURSO, economista
  • EDUARDO GUIMARÃES, jornalista
  • REINALDO GUIMARÃES, médico
  • CÍCERO ARAÚJO, cientista político
  • VICENTE AMORIM, cineasta
  • EMIR SADER, sociólogo
  • SÉRGIO MENDONÇA, economista
  • FERNANDA MARINHO, psicanalista
  • FÁBIO CYPRIANO, jornalista
  • VALESKA MARTINS, advogada
  • LAURA DA VEIGA, socióloga
  • JOÃO SETTE WHITAKER FERREIRA, urbanista
  • FRANCISCO CARLOS TEIXEIRA DA SILVA, historiador
  • CRISTIANO ZANIN MARTINS, advogado
  • SÉRGIO BARBOSA DE ALMEIDA, engenheiro
  • FABIANO SANTOS, cientista político
  • NABIL ARAÚJO, professor de letras
  • MARIA NILZA CAMPOS, psicanalista
  • LEOPOLDO NOSEK, psicanalista
  • WILSON AMENDOEIRA, psicanalista
  • NILCE ARAVECCHIA BOTAS, arquiteta
  • PAULO TIMM, economista
  • MARIA DA GRAÇA PINTO BULHÕES, socióloga
  • OLÍMPIO CRUZ NETO, jornalista
  • RENATO RABELO, político
  • MAURÍCIO REINERT DO NASCIMENTO, administrador
  • ADHEMAR BAHADIAN, embaixador
  • ANGELO DEL VECCHIO, sociólogo
  • MARIA THERESA DA COSTA BARROS, psicóloga
  • GENTIL CORAZZA, economista
  • LUCIANA SANTOS, deputada
  • RICARDO AMARAL, jornalista
  • BENEDITO TADEU CÉSAR, economista
  • AÍRTON DOS SANTOS, economista
  • JANDIRA FEGHALI, deputada
  • LAURINDO LEAL FILHO, jornalista
  • ALEXANDRE ABDAL, sociólogo
  • LEONARDO FRANCISCHELLI, psicanalista
  • MARIO CANIVELLO, jornalista
  • MARIO RUY ZACOUTEGUY, economista
  • ANNE GUIMARÃES, cineasta
  • ROSÂNGELA RENNÓ, artista
  • EDUARDO FAGNANI, economista
  • REBECA SCHWARTZ, psicóloga
  • MOACIR DOS ANJOS, curador
  • REGINA GLORIA NUNES DE ANDRADE, psicóloga 
  • RODRIGO VIANNA, jornalista
  • LUCAS JOSÉ DIB, cientista político
  • WILLIAM ANTONIO BORGES, administrador
  • PAULO NOGUEIRA, jornalista
  • OSWALDO DORETO CAMPANARI, médico 
  • CARMEM DA COSTA BARROS, advogada
  • EDUARDO PLASTINO, consultor
  • ANA LILA LEJARRAGA, psicóloga
  • CASSIO SILVA MOREIRA, economista
  • MARIZE MUNIZ, jornalista
  • VALTON MIRANDA, psicanalista
  • MIGUEL DO ROSÁRIO, jornalista
  • HUMBERTO BARRIONUEVO FABRETTI, advogado
  • FABIAN DOMINGUES, economista
  • KIKO NOGUEIRA, jornalista
  • FANIA IZHAKI, psicóloga
  • CARLOS HENRIQUE HORN, economista
  • BETO ALMEIDA, jornalista
  • JOSÉ FRANCISCO SIQUEIRA NETO, advogado
  • PAULO SALVADOR, jornalista
  • WALTER NIQUE, economista
  • CLAUDIA GARCIA, psicóloga
  • LUIZ CARLOS AZENHA, jornalista
  • RICARDO DATHEIN, economista
  • ETZEL RITTER VON STOCKERT, matemático
  • ALBERTO PASSOS GUIMARÃES FILHO, físico
  • BERNARDO KUCINSKI, jornalista e escritor
  • DOM PEDRO CASALDÁLIGA, religioso
  • ENIO SQUEFF, artista plástico
  • FERNANDO CARDIM DE CARVALHO, economista
  • GABRIEL PRIOLLI, jornalista
  • GILBERTO MARINGONI, professor de relações internacionais
  • HAROLDO CERAVOLO SEREZA, jornalista e editor
  • HAROLDO LIMA, político e engenheiro
  • HAROLDO SABOIA, constituinte de 88, economista
  • AFRÂNIO GARCIA, cientista social
  • IGOR FELIPPE DOS SANTOS, jornalista
  • JOSÉ EDUARDO CASSIOLATO, economista
  • JOSÉ GERALDO COUTO, jornalista e tradutor
  • LISZT VIEIRA, advogado e professor universitário
  • LÚCIA MURAT, cineasta
  • LUIZ ANTONIO CINTRA, jornalista
  • LUIZ PINGUELLI ROSA, físico, professor universitário
  • MARCELO SEMIATZH, fisioterapeuta
  • MICHEL MISSE, sociólogo
  • ROGÉRIO SOTTILI, historiador
  • TONI VENTURI, cineasta
  • VLADIMIR SACCHETTA, jornalista 
  • ADRIANO DIOGO, político
  • MARCELO AULER, jornalista
  • MARCOS COSTA LIMA, cientista político
  • RAUL PONT, historiador
  • DANILO ARAUJO FERNANDES, economista
  • DIEGO PANTASSO, cientista político
  • ENNO DAGOBERTO LIEDKE FILHO, sociólogo
  • JOÃO CARLOS COIMBRA, biólogo
  • JORGE VARASCHIN, economista
  • RUALDO MENEGAT, geólogo
  • PATRÍCIA BERTOLIN, professora universitária
  • MARISA SOARES GRASSI, procurador aposentada
  • MARIA ZOPPIROLLI, Advogada
  • MARIA DE LOURDES ROLLEMBERG MOLLO, economista
  • LUIZ ANTONIO TIMM GRASSI, engenheiro
  • LIÉGE GOUVÊIA, juíza
  • LUIZ JACOMINI, jornalista
  • LORENA HOLZMANN, socióloga
  • LUIZ ROBERTO PECOITS TARGA, economista
  • ANTONIO CARLOS DE LACERDA, economista
  • FRANCISCO WHITAKER, ativista social
  •  

Os subscritores originais foram aqueles que participaram das reuniões e os que foram diretamente convidados por esses participantes. 

  • Confira aqui a lista total de subscritores, clique aqui.

— Updated: 18/08/2018 — Total visits: 32,515 — Last 24 hours: 78 — On-line: 0
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