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Ufa, o antropólogo Luiz Eduardo Soares retomou a antiga lucidez. Olhem o texto claro dele

Do 247 – “O antropólogo, cientista politico e escritor Luiz Eduardo Soares diz que irá votar em Fernando Haddad porque, ao contrário do candidato de extrema-direta, Jair Bolsonaro (PSL), “estão mais do que claros seus compromissos com a democracia (e a urgentíssima democratização da mídia), a soberania nacional e os direitos humanos, com a luta contra o racismo, as desigualdades, e com a defesa do meio ambiente, das sociedades indígenas e das minorias”; “Está em jogo o futuro do país”, ressalta”

A Igreja condenou o nazismo e o fascismo, como condenou o capitalismo, o imperialismo, o racismo, os latifúndios etc.

Pio XI condenou o nazismo, especialmente o racismo, na encíclica “Mit brennender sorge” (1937).

Antes, a Igreja já colocara no “Index” os livros de Rosenberg, “O mito do sangue e da raça” e a “idolatria” do poder.

A Igreja condenou a ideologia nazista, condenou as idéias ditadoriais e obscenas de Alfred Rosenberg (1893-1946), Ministro da Instrução de Hitler e diretor do jornal do partido nazista.

Em 1941, Rosenberg inicia a execução de suas idéias, pois foi nomeado Ministro dos territórios ocupados na Europa oriental, onde derramou rios de sangue. Rosenberg foi condenado à morte no julgamento de Nuremberg e foi executado.

As idéias de Rosenberg e de Baldur von Schirac eram baseadas nos textos ruins de Nietzsche e em outras fontes envenenadas (Gobineau e Houston Chamberlain).

O livro-chave do nazismo era “O mito do século 20”, de Alfred Rosenberg, com ataques duríssimas ao cristianismo. Este livro foi condenado pelo Santo Ofício em 09.02.1934.

Monsenhor Domenico Tardini, Subsecretário para Assuntos Extraordinários de Pio XII, apelidou Hitler de “Átila motorizado”.

As biografias de Heinrich Himmler (1900-1945), Adolf Hitler (1889-1945), Bormann, Rosenberg, Josef Goebbels (1897-1945), Streicher e outros expoentes nazistas mostram o ódio nazista pelo cristianismo, especialmente pelo catolicismo.

Outras obras de Rosenberg foram também condenadas e proibidas em 19.07.1935.

O Cardeal Bertram e o Episcopado católico alemão redigiram pastorais condenando os erros nazistas. Vários padres foram presos e mais de vinte conventos foram invadidos. O nazismo usou a mesma técnica da CIA, tentando desmoralizar a Igreja relacionando-o com casos de pedofilia, como se isso fosse uma prática disseminada e não fruto de pouquíssimos maus padres.

A Igreja condenou os erros racistas nazistas em 13.04.1938 (por um “Circular da Sagrada Congregação dos Seminários e Universidades”).

Os textos de Martin Bormann, Alfred Rosenberg, Heinrich Himmler, Hitler e outros são totalmente anti-cristãos.

Bormann escrevia: “o nazismo e o cristianismo são irreconciliáveis”. Himmler também dizia: “judeu-cristianismo, a maior praga deixada pela história”.

O Santo Ofício também proibiu as obras completas de Giovanni Gentile (em 1934), tal como as obras de fascistas como Mario Missiroli e Ignotus.

O fascismo foi condenado na encíclica “Non abbiamo bisogno” (29.06.1931), nas cartas ao Cardeal Gasparri, em cartas ao Cardeal Schuster e em outros documentos. O Vaticano, em 1938, elogiou a América do Sul, pela diversidade racial e pela miscigenação.

A Igreja defende a unidade do gênero humano. Há apenas uma estrutura do ser humano, com ínfimas diferenças somáticas externas (cabelo, cor da pele), que são superficiais e ínfimas.

Toda pessoa tem a mesma natureza humana, com a mesma dignidade. 

Pio XII – o Estado deve atuar na economia para assegurar condições externas para o florescimento da vida humana

Pio XII, na “Con sempre”, ensinou que “toda atividade do Estado, política e econômica, está submetida [vinculada, ordenada, sujeita, obrigada] à realização permanente [constante] do bem comum, quer dizer, daquelas condições externas que são necessárias ao conjunto dos cidadãos para o desenvolvimento de suas qualidades e seus ofícios [tarefas, deveres], de sua vida material, intelectual e religiosa”.

O Estado social deve promover os direitos econômicos, sociais e culturais de todas as pessoas

O Estado legítimo é o que assegura e realiza os direitos humanos naturais, especialmente os direitos humanos naturais econômicos e sociais.

Este ponto consta no artigo 22 da “Declaração Universal dos direitos do homem” (aceita por quase todos os países e tendo a chancela de João XXIII, na “Pacem in terris”, onde este papa explicitou o ensinamento jusnaturalista de São Paulo sobre o poder constituído):

Toda pessoa, enquanto membro da sociedade, tem direito [natural] à segurança social, podendo aspirar a obter a satisfação dos direitos econômicos, sociais e culturais indispensáveis a sua dignidade e ao livre desenvolvimento de sua personalidade, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, tendo-se em conta a organização e os recursos de cada país”.

— Updated: 21/10/2018 — Total visits: 38,783 — Last 24 hours: 74 — On-line: 0
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