Arquivos para : Expoentes horríveis do neoliberalismo

Sílvio Santos, expoente horrível do neoliberalismo, continua a fazer o mal

Colhi no 247 – “Michel Temer irá ao programa de Silvio Santos defender o projeto de Reforma da Previdência. Faz parte de uma campanha para popularizar o tema; informação é do colunista Lauro Jardim; aparição de Temer seria já neste domingo, véspera da votação na Câmara; como a reforma vai ficar mesmo para fevereiro, a ideia agora é que a ida de Temer se dê no último domingo de janeiro; pelos planos do Planalto, Silvio entrevistará Temer”. 

A morte da revista Veja, a pior e que mais mente, distorce e aliena as pessoas

A pior das revistas (o que é dizer muito, tendo em conta a ruindade geral…), a infame Veja, está morrendo. A expoente do neoliberalismo, a porta voz dos ultra ricos, está dizimando os jornalistas que a ajudaram a dar o golpe, está demitindo em massa, como todos os capitalistas.

Colhi no 247 – “A Editora Abril, que edita Veja, revista que se especializou em atacar governos trabalhistas e prever o fim de Lula, anunciou internamente, nesta quarta-feira, mais um “passaralho”;  já se sabe de 130 demissões, que devem continuar até fevereiro; vários publicações deverão ser fechadas e, no mercado, fala-se na possibilidade de recuperação judicial; recentemente, o presidente Walter Longo foi demitido pela família Civita e substituído pelo diretor jurídico, Arnaldo Figueiredo Tibyriçá – num sinal de que a editora prepara a renegociação de suas dívidas com o mercado”. 

O tal de bolsonaro cipaio, neoliberal, capacho dos EUA

O tal de bolsonaro quer acabar com a legislação trabalhista, privatizar praticamente tudo, diminuir tributos sobre ricos, aumentar poder de polícia, colocar na cadeia uns cinco milhões de pessoas, quer abrir as fronteiras para o imperialismo, beijar as mãos dos executivos das multinacionais, adorar os rapazes da CIA etc. 

Um sujeito que elogia um torturador tem sérios problemas. Um sujeito que odeia os gays (não sou fã dos gays, claro, mas são pessoas, que não devem ser odiadas) e ataca quilombolas, índios etc é uma tragédia, uma desgraça como político. 

O sujeito quer abolir o Estado social, as estatais, as leis sociais e a democracia popular. Enfim, tudo o que a Doutrina da Igreja defende, bolsonaro odeia. Cipaio do imperialismo, do neocolonialismo. Os cipaios, na Índia, eram os nativos recrutados para servirem de cãezinhos de guarda do imperialismo, para venderem o próprio povo, atuando para reduzir o próprio país à situação de colônia, de escrava. 

Eugênio Gudin, um dos piores neoliberais do Brasil, servo das multinacionais

Como explica Darcy Ribeiro, no livro “Aos trancos e barrancos” (2 edição, p. 1906), Eugênio Gudin, um dos piores e mais entreguistas economistas do Brasil, iniciou a carreira trabalhando para a Light, “e nunca mais desmama das tetas das multinacionais que sangram o Brasil”.

Gudin foi Ministro da Fazenda do traíra Café Filho, após o golpe contra Getúlio Vargas, em 1954. A Light foi uma das piores multinacionais que operaram no Brasil, controlando vastas porções da mídia e dos políticos.

Ain Rand, exemplo de como os neoliberais adoram os ricos, idolatram os grandes capitalistas

A perversa Ain Rand (1905-1982) é o exemplo perfeito da escritora neoliberal, liberal. Defende o individualismo, nos mesmos moldes que Anton la Vey, escritor satanista dos EUA, na “Bíblia satânica”. No livro “Capitalismo” (1966), Ain Rand faz a apologia do capitalista, dos “homens de negócio”, a base do que ela chama de “sociedade livre”, do “estilo de vida americano”, em contraponto ao “estatismo”.

A “filosofia” de Rand é resumida nas frases cínicas de Gordon Gekko, personagem do filme “Wall Street” (1987). O velho Al Capone (gangster, 1899-1947), também resumia bem tudo isso, dizendo: “o capitalismo é a atividade fraudulenta legítima da classe dominante”, legítima no sentido de “legal”, não de ético, frise-se.

No fundo, a mesma perversão está nos livros de autores como Jack Welch (vide “Paixão por vencer”, 2005), Milton Friedman (1912-2006),  e outros palhaços do mal. Dois são especialmente horrendos, Margareth Thatcher (1925-2013) e Jean Paul Getty (1892-1976), cínicos como Gordon Gekko.

Esta perversão foi bem caracterizada inclusive por autores policiais como Raymond Chandler (1888-1959), como “a brutalização da ética comercial” nos EUA, que só consegue achar “delicado”, “o toque aveludado de um suave dólar”. Outros bons críticos foram John Ruskin (1819-1900), Oscar Wilde, George Bernard Shaw e outros.

Um crítico genial do capitalismo foi o grande Thorstein Veblen (1857-1929), com seus ataques ao consumismo conspícuo e ao amor doentio e satânico dos ricos à ostentação.  Os textos de autores como Ralf Nader ou escritores como Rex Stout (1886-1975) também criticam os males do capitalismo. 

Mesmo o perverso Alan Greenspan viu que o catolicismo está ligado ao populismo, à democracia popular, ao Estado social

Alan Greenspan, discípulo da perversa Ayn Rand, foi o presidente do FED, do Banco Central dos EUA, no governo de Bush. Greenspan representa, em grau sumo, a ideologia capitalista-liberal da forma mais despudorada possível.

No livro “A era da turbulência” (Rio de Janeiro, Ed. Elsevier, 2008, com apresentação de seu pupilo horrendo, Pedro Malan), Greenspan formula o conceito de “populismo”, que é o termo usado pela CIA e outros neoliberais para estigmatizar governos populares anticapitalistas na América Latina.

Vejamos o conceito da CIA de “populismo”, colhido na página 323 do livro referido acima, de Alan Greenspan:

segundos os dicionários “populismo” é uma filosofia política eu apóia os direitos e poderes do povo, geralmente em oposição aos de ma elite privilegiada. Vejo o populismo econômico como resposta de uma população empobrecida aos fracassos da sociedade, caracterizada pela existência de uma elite econômica considerada opressora. Sob o populismo econômico, o governo cede às demandas do povo, sem levar muito em conta os direitos individuais ou as realidades econômicas sobre como aumentar ou mesmo apenas sustentar as riquezas do país. (…). O populismo é mais ostensivo, como seria esperar, em economias com alto nível de desigualdade de renda, como na América Latina”. (…).

O populismo econômico prega reformas, não revoluções. Seus adeptos são claros sobre as insatisfações a serem tratadas, mas suas perscrições são vagas. (…)

As panaceias mais comuns são a redistribuição de terras e o indiciamento de uma elite corrupta que, alegadamente, rouba dos pobres; os líderes prometem terra, habitação e comida para todos. “Justiça” também é termo muito explorado, geralmente na acepção rdistributiva. Em todas as suas formas, evidentemente, o populismo se opõe ao capitalismo de livre mercado”.

Alan Greenspan diz que, “desde o fim da Segunda Guerra Mundial”, houve tentativas de populismo, de trabalhismo, de democracia popular (socialismo democrático), no “Brasil, Argentina, Chile e Peru”. Diz também que “os populistas” recorrem a “uma justificativa moral” e que “a mensagem econômica deles é simples retórica, salpicada de termos e expressões como exploração, justiça e reforma agrária”. Fazem apelo principalmente aos “camponeses”. Para Greenspan e para a CIA, o principal populista é “Chavez”. Há também “Andrés Manuel López Obrador” no México, Lula e outros.

Na página 331, Greenspan cita outros líderes populares que odeia, expressando o ódio da CIA e do imperialismo: “Perón”, “Mugabe”, William Jennings Bryan”, “Houey Long, de Lousiana”, tal como “boa parte da legislação do New Deal”.

O populismo sempre foi elogiado por Enrique Dussel, a principal estrela da teologia da libertação, a meu ver.

O amor ao bem do povo, uma boa democracia popular com economia mista e distributismo, é a linha principal da teologia da libertação e da doutrina social da Igreja.

Os dementes que apoiam Trump. Deus nos livre desta desgraça

Chris Hill, à esquerda, é líder de um grupo pró-Trump (Foto: Justin Mitchell/Reuters)

Eugenio Gudin, horrendo neoliberal, ligado ao jornal O Globo

Colhi este texto de um site neoliberal – “Eugênio Gudin passara a divulgar suas ideias na grande imprensa em 1924, quando se tornou diretor de O Jornal, o primeiro veículo dos Diários Associados de Assis Chateaubriand. Três anos depois já publicava sua coluna de economia no Correio da Manhã, da família Bittencourt, onde permaneceu até 1954. Após o breve período passado no governo Café Filho, o ex-ministro teve presença esporádica em O Estado de S. Paulo, e retornou, por alguns meses, ao jornal de Paulo Bittencourt. No entanto, foi em O Globo que o economista ancorou de modo definitivo sua coluna, se valendo da grande circulação desse diário para maior divulgação de suas ideias. Apesar de tratar de um tema árido, Gudin tinha a competência de tornar a economia algo mais palatável aos seus leitores, conseguindo demonstrar como as decisões do setor público nessa área afetavam o dia-a-dia da população. Como um veículo popular, o jornal de Roberto Marinho poderia ser visto como o espaço ideal para o esclarecimento de questões econômicas relativamente complexas, desde que tratadas como fatos do cotidiano”.

A linha é bem clara – do Chatô ao Globo, passando pelo Correio da Manhã e pelo Estadão. Todos estes jornais eram e são neoliberais até a medula, inimigos do povo. 

Grover Norquist, da Americans for Tax Reform

Krugman descreve um expoente horrível do neoliberalismo nos EUA – “Grover Norquist, presidente da organização Americans for Tax Reform (“Americanos a favor da reforma fiscal”), é outra voz de peso na direita. Desde os anos oitenta, Norquist vem obrigando a maioria dos congressistas e presidenciáveis republicanos a firmar um juramento para não aumentar impostos. Quem se desviava da ortodoxia, arriscava-se a atrair a ira de Norquist”.

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