Educação é coisa divina. Cf. Paulo Freire Archives - Blog Luiz Francisco Fernandes de Souza

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Foto de Paulo Freire numa escola de alfabetização

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Toda a vida é auto educação, é educação para a libertação, união com Deus

Cada pessoa deve ser protegida por esferas de proteções estatais, de direitos positivos, que assegurem condições de vida digna para todos, que cingem a ação estatal, vinculando o Estado ao bem de cada pessoa e de toda a sociedade. O próprio Hegel viu isso, apontando que o Estado deve servir ao espírito objetivo, à sociedade. 

João Paulo II, na “Familiaris Consortio” (22.11.1981, n. 44), com estas premissas, ensinou que as pessoas, tal como “as famílias”, “devem crescer na consciência de ser protagonistas” (sujeito na história, libertação), em todas as esferas, especialmente nas relações “políticas” e “familiar”. Cabe a cada pessoa o direito e o dever (“responsabilidade”) “de transformar a sociedade”, atuando como sujeito ativo, único e irrepetível, com missão (música) própria no concerto mundial.

A pedagogia cristã ensina que a educação das consciências (para a libertação, autonomia, diálogo), o trabalho principal de Deus e da Igreja, é uma educação libertadora, para a autonomia, a autodeterminação, ponto bem frisado por Paulo Freire, por São João Bosco e também por Maria Montessori (1870-1952, no livro “Autoeducação na escola elementar”).

Toda a atividade do Estado deve promover o desenvolvimento da personalidade humana, o que é a mesma finalidade da educação: “o pleno desenvolvimento da personalidade humana e do respeito aos direitos e liberdades fundamentais” (cf. “Declaração Universal dos Direitos Humanos”).

Michelle Bachelet resolve voltar às raízes de esquerda, ampliando ensino público superior gratuito

Tirei do 247. Até que enfim, a esquerda chilena resolve reencontrar suas boas raízes históricas socialistas:

“Enquanto no Brasil o governo Michel Temer chegou a ensaiar a privatização das universidades federais para agradar ao mercado, o governo chileno decidiu aprovar uma reforma do ensino superior que põe fim às universidades privadas e adota um modelo de ensino superior gratuito e universal”.

Com a aprovação no Congresso, consagramos como lei um direito social que nunca deveria estar nas mãos do mercado!”, afirmou a presidente Michelle Bachelet”. 

O bispo Dupanloup, uma grande estrela do clero francês e mundial

O bispo Dupanloup foi elogiado até por Joseph Ernest Renan (1823-1892), que o chamou de “educador inigualável”.

Renan não se considerava ateu, seja dito em parêntese.

Na mesma linha de Dupanloup, o documento “Gravissimum Educationis”, do Vaticano II, destaca o “direito universal à educação” e ensina que “a autêntica educação” “visa o aprimoramento da pessoa humana em relação a seu fim último” (a união com Deus, a adequação plena ao bem comum) “e o bem-estar das sociedades de que o homem é membro”.

O velho Leão XIII, numa carta aos bispos da Áustria, em maio de 1894, também destacava que “o poder temporal” deve “inculcar na juventude as ciências e os conhecimentos necessários ao bem estar geral”, difundir “a educação moral e religiosa”, para “a educação da juventude”.

— Updated: 14/08/2018 — Total visits: 32,200 — Last 24 hours: 74 — On-line: 0
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