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Maçonaria deveria abandonar anticlericalismo e liberalismo econômico

Alec Mellor, possivelmente o melhor historiador maçonico, reconhece alguns méritos em De Maistre, especialmente pelo fato deste considerar que “o objetivo futuro da Franco-Maçonaria” seria “realizar a unidade das confissões cristãs separadas”.

Este mérito foi principalmente de católicos dentro da Maçonaria, especialmente os católicos jacobitas da Escócia, em luta contra seu governo absolutista. E há mérito em vários anglicanos, dentro da Maçonaria, que buscavam a unidade da Igreja. 

De fato, se a maçonaria abandonasse o anticlericalismo e retomasse seus fundamentos históricos e matrizes cristãs, como quer Alex Mellor, poderia ter um papel histórico positivo no ecumenismo abrangente e unificador, via diálogo.

No mundo judaico, a corrente do judaísmo reconstrucionista, ligado a Mordecai Kaplan, defende um judaísmo ético e aberto, ecumênico.

Ocorre o mesmo com o judaísmo humanístico, em Detroit; e outras correntes humanistas mais afastadas do Talmud.

Lembro que correntes muito ligadas ao Talmud, os ortodoxos, têm muitos pontos em comum com a Igreja, frise-se, pois guardam mais as Tradições judaicas, comuns a católicos e a judeus ortodoxos. 

Poucos presidentes da República foram maçons

Dos autores maçons, gosto de José Castellani, pela correção histórica de seus textos. Vejamos como ele refuta mentiras de autores maçonicos, como A. Tenório Cavalcanti de Albuquerque, que não primavam pela correção histórica. Castellani ensina:

Autores, existem, que relacionam, entre esses maçons, os presidentes Rodrigues Alves, Café Filho e até Juscelino Kubitscheck, que jamais foram iniciados. Os dois primeiros inclusive, constam de lista divulgada por A.Tenório Cavalcanti de Albuquerque , na qual faltam muitos nomes de verdadeiros maçons.

Depois, Castellani lista os presidentes que foram maçons: Deodoro, Floriano da Fonseca, Prudente de Moraes, Campos Salles, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Wenceslau Brás, Delfim Moreira, Washington Luís, Nereu Ramos e Jânio Quadros.  Ou seja, de 1889 a 1902, depois de 1909 a 1918, voltando a 1919, depois de 1926 a 1930, mais tarde, 1955 e 1961. E só. Grandes Presidentes como Rodrigues Alves, Epitácio Pessoa, Arthur Bernardes, Getúlio, Juscelino ou Jango não foram maçons. 

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