Arquivos para : As pessoas de que gosto muito

Paul Maximilien Littré, um santo leigo, convertido

Paul Maximilien Littré (1801-1881) foi um dos principais sucessores de Comte.

Littré (como antes Voltaire), converteu-se ao catolicismo antes de morrer e recebeu um grande elogio feito por Louis Pasteur, na Academia da França.

O padre J. F. Six escreveu sua biografia, com o título “Um santo leigo. Pesquisas sobre o comportamento de Emile Littré” (1960).

Littré, antes da conversão, associou-se com a antiga esposa de Comte (que já estava separada por mais de 20 anos do marido) e atacou o “Testamento” deste filósofo, que seria nulo por Comte estar com as faculdades intelectuais perturbadas.

Como conta Dubuisson, o procurador Herbelot validou o testamento, dizendo que querer elaborar uma religião “natural, normal, racional, científica, humana” não podia ser considerado prova de loucura. Ao contrário, seria algo muito lúcido e esta religião é o catolicismo, a meu ver. A “religião da humanidade” tinha como miolo principal a “fraternidade”, o “amor”, o que mostra claramente as raízes (fontes) católicas do melhor do positivismo. 

Frei Sérgio Antonio Gorgen, lutador pelos camponeses, pequenos agricultores

Frei Sérgio

Recomendo a leitura dos textos do General J.C. Horta Barbosa, grande getulista, grande nacionalista anti imperialista

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Evita Peron, militante do povo, contra a asquerosa oligarquia

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Dom Oscar Romero, mártir do povo latino-americano, contra o imperialismo, o latifúndio e os trustes

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Cardeal Joseph Cardijn e Dom Manuel Larrain, outros santos que venero

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Jack London, “O que a vida significa para mim”

Jack London (1876-1916), grande escritor dos EUA, autor de obras como “Tacão de ferro” e “Colmilhos brancos”, descreve como passou a ter repulsa pelos ricos e amor aos pobres: 

“Percebi que não gostava de viver no andar de luxo da sociedade. Intelectualmente era aborrecido. Moralmente e espiritualmente, eu me sentia enojado. Lembrava-me de meus intelectuais e idealistas, meus pregadores sem hábito, professores desempregados e trabalhadores honestos com consciência de classe. Lembrava meus dias e noites de sol e estrelas brilhando, quando a vida era uma maravilha doce e selvagem, um paraíso espiritual de aventuras não-egoístas e um romance ético. E diante de mim, sempre resplandecente e excitante, vislumbrava o Sagrado”.

“Então, voltei à classe operária, na qual havia nascido e à qual pertencia. Não me preocupava mais em subir. O imponente edifício da sociedade não reserva delícias para mim acima da minha cabeça. São os alicerces do edifício que me interessam. Lá, contente de trabalhar, de ferramenta na mão, ombro a ombro com intelectuais, idealistas e operários com consciência de classe, reunindo uma força sólida agora para fazer mais uma vez o edifício inteiro balançar. Algum dia, quando tivermos mais mãos e alavancas para trabalhar, vamos derrubá-lo, com toda sua vida podre e sua morte insepulta, seu egoísmo monstruoso e seu materialismo estúpido. Então vamos limpar os porões e construir uma nova moradia para a espécie humana, onde não haverá andar de luxo, na qual todos os quartos serão claros e arejados, e onde o ar para respirar será limpo, nobre e vivo”.

Jean Jaures, um grande socialista possibilista, de economia mista, democracia popular

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Tolstoi, Tchekhov e Gorki, a arte em defesa dos pobres, da vida simples

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Grandes católicos que me inspiram, grandes fontes

Tenho minhas estrelas que mais me inspiram, em meu catolicismo. Vejamos as principais: Morus, Erasmo, Montaigne, Molina, Justus Lipso, Buchez, Ketteler, Ozanam, Mably, Montesquieu, Sturzo, Alceu, Manzoni, Sangnier, Peguy, Pesch, Mounier, Maritain, Teilhard, o Cardeal John Courtney Murray, Aldo Moro, Newman, Mercier, João XXIII, Rahner, Chesterton, Dom Hélder, Frei Betto, Dupanloup, Rommen e outros.

São algumas de minhas grandes estrelas. Estoicos como Sêneca, idem. 

Eu vou lembrar de outras 50 que também vale a pena citar, lembrar, recomendar, pedir a intercessão, ter presente na vida. 

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