Arquivos para : A Mídia deve ser do Povo, uma BBC estatal brasileira, mais milhões de RÁDIOS COMUNITÁRIAS. Estatizar o PIG e a Rede Globo é questão saúde pública mental

Como a MEGA MÍDIA é controlada pelo Mega Capital, os ultra ricos, cf. Ladislau Dowbor

Ladislau Dowbor escreveu, no livro “A era do capital improdutivo”:

“No âmbito mundial, Rupert Murdoch assumiu tranquilamente ter sido o responsável pela ascensão e suporte a Margareth Thatcher nos anos 1980.

Murdoch financiou um sistema de escutas telefônicas em grande escala na Grã-Bretanha e ainda usa a Fox para sustentar um clima de ódio de direita, sem receber mais que um tapinha nas mãos quando se revelam as ilegalidades que pratica.

No Brasil, 97% dos domicílios têm televisão, que ocupa três a quatro horas do nosso dia e está presente nas salas de espera, nos meios de transporte, um incessante bombardeio que parte de alguns poucos grupos.

Com controle da nossa visão de mundo essencialmente por quatro grupos privados – os Marinho, Civita, Frias e Mesquita – o próprio conceito de imprensa livre se torna surrealista.

Os impactos na Argentina, no Chile, na Venezuela e outros países são impressionantes em termos de promoção das visões mais retrógradas e de geração de clima de ódio social”.

Os Corvos e urubus da grande Mídia, sempre em defesa do grande capital, que paga as contas deles lá fora

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O papel da Grande Mídia, PIG (Porcos), de combate diário contra o povo, contra a esquerda

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A morte da pior Editora do país, que edita a PIOR revista, a mais suja de todas

Facebook (como Google, Internet etc) deveria ser ESTATAL, como uma BBC, pública, mas controlada pelo povo

Tirei do 247 – “Em um debate sobre fake news, o jornalista estadunidense Brian Mier explica a origem do termo fake news, durante as últimas eleições presidenciais nos Estados Unidos, e avalia que agora há algo parecido acontecendo no Brasil; ele também critica a postural parcial do Facebook ao checar o conteúdo de sites em parceria com agências de verificação de notícias;

“Tem um bilionário controlando o acesso do povo às notícias”, denuncia, em referência a Mark Zuckerberg; assista à íntegra.

O Facebook deveria ser estatal, como a BBC da Inglaterra, uma estatal não-governamental, sob o controle do povo. O mesmo para o Google. 

A importância ESSENCIAL das Rádios comunitárias, micro empresas, que deveriam ter alcance de 100 watts, no mínimo, e receberem anúncios

Rádios comunitárias querem mais potência

Por Carlos Pompe, no site da Contee:
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal realizou nesta terça-feira, 19, audiência pública para debater ‘A atual situação das rádios comunitárias no Brasil e as medidas necessárias para o fortalecimento do setor’. Renata Mielli, coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC, da qual a Contee faz parte) afirmou que o espectro das rádios é público, estatal e privado “e a União deveria ser guardiã da participação pública”.Os representantes da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço Brasil) defenderam a regulamentação do funcionamento das rádios comunitárias, a ampliação da potência, o fim da cobrança de direitos autorais pelo Ecad e a possibilidade de publicidade paga. Para o secretário-geral da Abraço, Ronaldo Martins, os pequenos comerciantes dos locais abrangidos pelas comunitárias não conseguem anunciar nas grandes rádios e as comunitárias necessitam de mais recursos.

A representante do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inalda Celina Madio, afirmou que o Ministério é a favor da isenção da cobrança do Ecad para essas rádios. Mas foi contrária ao aumento da potência das transmissões. “A rádio comunitária tem um alcance pequeno justamente pelo tipo de atendimento que faz. E, se não fosse assim, nós não teríamos hoje quase cinco mil rádios comunitárias autorizadas no Brasil”, disse.

Complementaridade
Renata, por sua vez, lembrou que a Constituição prevê que haja a complementariedade entre os serviços públicos e privados e que a radiodifusão comercial não pode se sobrepor à comunitária: “Se nós queremos, efetivamente, combater o monopólio e oligopólio privado nos meios de comunicação no Brasil e ampliar a diversidade e pluralidade de vozes, nós temos que considerar a comunicação comunitária – e, portanto, as rádios comunitárias – como elemento central e de alta relevância para alcançar esse objetivo”.

Renata historiou que o FNDC teve início durante as discussões da Constituinte, nos anos 1980, para “garantir um ambiente mais diversificado na comunicação do nosso país. Infelizmente, até hoje, o capítulo 5º da Constituição, que trata do tema, não foi regulamentado. Precisamos mudar a perspectiva da discussão da rádio comunitária. Ela não pode ser restrita a um raio de 1 km, como atualmente”.

A coordenadora do FNDC analisou que “a Lei 9612/98 (que institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária e dá outras providências) surgiu pela pressão do movimento social para tirar a rádio comunitária da ilegalidade, da clandestinidade, mas também é fruto da pressão do setor empresarial para impedir disputa de narrativas na sociedade. Por isso a restrição a 1km de alcance, a um canal por comunidade e a uma potência de 25 watts. A lei tirou as comunitárias da ilegalidade, mas criou novas limitações e desafios. São esses problemas que estamos buscando superar, há 20 anos, com muita dificuldade”.

Segundo Renata, a burocracia do Ministério da Comunicação tem represado por anos a concessão de rádios comunitárias, “mesmo quando todos os documentos são entregues. Represados por mais de 10 anos, com o Poder Executivo impedindo o funcionamento dessas rádios. Já os processos de outorga das rádios comerciais são muito mais céleres. Também o processo de fiscalização é desproporcional, penalizando as emissoras comunitárias. Uma clara perseguição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e da Polícia Federal contra esse setor. Seus equipamentos são apreendidos e destruídos por um rolo compressor – o que nunca aconteceu com rádios comerciais, mesmo irregulares”.

Para ela, “a rádio comunitária não persegue o lucro, mas precisa de recursos para funcionar, e não há nenhuma política de incentivo ou fomento para essas emissoras. Não pode haver publicidade nessas rádios, mas o Estado se omite sobre a sua sustentabilidade. Lutamos pela anistia dos que foram vítimas dessa perseguição estatal à radiodifusão comunitária. Precisamos dar a esse setor a relevância que merece na nossa sociedade”.

A Contee integra a coordenação executiva do FNDC. As entidades filiadas estão sendo incentivadas a enviar e-mails aos deputados e senadores em defesa da comunicação comunitária e da democratização da comunicação.

Coisas que provam a manipulação do povo, pela maldita Globo e pelo resto da Máfia da grande Mídia

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A Grande Mídia foi comprada há muito pela grana da publicidade das grandes empresas. O grande capital precisa controlar as ideias do povo, para manter a opressão

Charge mostra pessoas assistindo e criticando a televisão: a assistente social na novela não me representa, nem a TV. A gente assiste porque não tem opção. Democratização já!

A manipulação da Máfia da Oligarquia da Grande Mídia….

Francisco I denuncia o Golpe de 2016 no Brasil e a Máfia da Oligarquia canalha da Grande Mídia, a soldo do grande capital, porta voz do grande capital

Papa Francisco chama a mídia de golpista

Do blog Socialista Morena:
O papa Francisco fez uma homilia com acusações duríssimas à imprensa comercial na missa matutina desta quinta-feira, em que parecia se referir a Lula, Dilma e ao Brasil. Só faltou chamar diretamente a mídia de “golpista”. “Criam-se condições obscuras” para condenar a pessoa, disse o Papa, comparando o método ao mesmo pelo qual perseguiram Jesus, Paulo, Estevão e todos os mártires da igreja.

Francisco citou como exemplo “a vida civil, a vida política, quando se quer fazer um golpe de Estado”. “A mídia começa a falar mal das pessoas, dos dirigentes, e com a calúnia e a difamação essas pessoas ficam manchadas”, afirmou o papa, que incluiu a justiça na crítica, segundo o Vaticano News. “Depois chega a justiça, as condena e, no final, se faz um golpe de Estado”, acusou o pontífice, utilizando novamente uma comparação histórica, a perseguição aos cristãos que eram colocados no circo, com as pessoas gritando, sem nem mesmo saber o porquê, para ver a luta entre os mártires ou os gladiadores.

“A intriga”, disse Francisco, foi usada contra o próprio Jesus para desacreditá-lo e, uma vez desacreditado, eliminá-lo. “Esta instrumentalização do povo é também um desprezo pelo povo, porque o transforma em massa. É um elemento que se repete com frequência, desde os primeiros tempos até hoje. Pensemos nisso. O Domingo de Ramos é: todos ali aclamam ‘Bendito o que vem em nome do Senhor’. Na sexta-feira sucessiva, as mesmas pessoas gritam: ‘Crucifiquem-no’. O que aconteceu? Fizeram uma lavagem cerebral e mudaram as coisas. E transformaram o povo em massa, que destrói.”

Não é exatamente o que está acontecendo no Brasil desde que o PT chegou ao poder?

Em março, na exortação Gaudete Et Exsultate, o papa Francisco já havia advertido os fiéis sobre o uso das redes sociais para propagar a calúnia e destruir reputações. “Pode acontecer também que os cristãos façam parte de redes de violência verbal através da internet e vários fóruns ou espaços de intercâmbio digital. Mesmo nos meios católicos, é possível ultrapassar os limites, tolerando-se a difamação e a calúnia e parecendo excluir qualquer ética e respeito pela fama alheia. Gera-se, assim, um dualismo perigoso, porque, nestas redes, dizem-se coisas que não seriam toleráveis na vida pública e procura-se compensar as próprias insatisfações descarregando furiosamente os desejos de vingança. É impressionante como, às vezes, pretendendo defender outros mandamentos, se ignora completamente o oitavo, ‘não levantar falsos testemunhos’, e destrói-se sem piedade a imagem alheia. Nisto se manifesta como a língua descontrolada ‘é um mundo de iniquidade; (…) e, inflamada pelo Inferno, incendeia o curso da nossa existência’ (Tg 3, 6)’.”

As perseguições não são uma realidade do passado, porque hoje também as sofremos quer de forma cruenta, como tantos mártires contemporâneos, quer duma maneira mais sutil, através de calúnias e falsidades. Jesus diz que haverá felicidade, quando, ‘mentindo, disserem todo o gênero de calúnias contra vós, por minha causa’ (Mt 5, 11). Outras vezes, trata-se de zombarias que tentam desfigurar a nossa fé e fazer-nos passar por pessoas ridículas”, escreveu o papa.

— Updated: 22/07/2018 — Total visits: 30,849 — Last 24 hours: 33 — On-line: 0
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