Arquivos para : A “Fórmula” da MÍDIA: BANDA LARGA ESTATAL GRATUITA, milhões de MICRO MÍDIAS do povo, BBC ESTATAL brasileira, mais milhões de BLOGS e RÁDIOS COMUNITÁRIAS. Estatizar o PIG e a Rede Globo

O papel nefasto da Rede Globo, a porta voz da Oligarquia, sempre contra o povo

Concordo com Luis Filipe Miguel: Facebook agiu BEM ao banir Olavo de Carvalho

Claro que, antes, o Facebook deu amplo espaço a interferência maciça do grande capital nas eleições e na manipulação de milhões.

O facebook semeia mentiras e tolices contra a esquerda. Mas, agora, vendo o escândalo mundial, o desgraçado do Facebook tenta corrigir sua imagem e baniu o horrendo Olavo. Vejamos o artigo de Luis Filipe Miguel:

Olavo de Carvalho foi bloqueado no Facebook.

…Um sujeito que, lá do fundo de sua tendinha de astrólogo, alimentou a ambição de se tornar filósofo. Que trabalhou com afinco, mas que nunca conseguiu ser levado a sério por ninguém. Que precisou desistir do sonho de ser filósofo e se contentar em ser guru de – como ele mesmo reconhece nos momentos de lucidez – uma turba de imbecis.

Que para ganhar a vida precisa encarnar um bufão cada vez mais caricato e vicioso.

Um sujeito que tem sua vida familiar mais conflituosa do que a média exposta em público. Tão aflito com a própria sexualidade que não pode relaxar um minuto na demonstração de sua macheza, seja assassinando filhotes de urso, seja expressando uma misoginia agressiva e uma homofobia revoltante.

E, agora, privado da plateia que se tornou a única razão de sua vida, se vê jogado no vazio”.

A morte da revista VEJA, revista marrom, porta voz dos ultra ricos

Por Altamiro Borges

“Nesta quarta-feira (15), o Grupo Abril, que edita várias revistas – entre elas, a asquerosa Veja –, ingressou com um pedido de recuperação judicial.

A solicitação é quase um atestado de falência.

Caso não consiga novos empréstimos para refinanciar as suas dívidas bilionárias – que já somam R$ 1,6 bilhão –, a empresa pode fechar. Na semana passada, mais de 800 profissionais foram demitidos. Em entrevista ao site da própria revista Exame, que pertence ao grupo, Marcos Haaland, novo presidente executivo da empresa, tentou explicar a situação dramática decorrente da crise econômica que afunda o país após o assalto ao poder da quadrilha de Michel Temer – apoiado pela Veja –, da explosão da internet, da perda de credibilidade das suas publicações e da vexatória incompetência administrativa dos três herdeiros de Roberto Civita. 

Segundo o executivo, sócio da consultoria ianque Alvarez & Marsal que assumiu a gestão do Grupo Abril em julho passado, a situação da empresa é grave. “O modelo de negócio das empresas de comunicação impressa sofreu uma queda expressiva das receitas de publicidade e daquelas provenientes das vendas de assinaturas e de venda em bancas. Alguns números mostram como foi rápida e dramática a mudança de situação.

Do total de investimentos em publicidade das grandes empresas em 2010, uma fatia de 8,4% era dirigida para revistas. Essa participação caiu para 3% em 2017.

O número de pontos de venda de mídia impressa, como as bancas, diminuiu de 24 mil para 15 mil de 2014 a 2017.

A circulação de revistas, no mesmo período, baixou de 444 milhões de exemplares por ano para 217 milhões. E a venda de assinaturas recuou 60%, de 90 milhões para 38 milhões, enquanto a venda de exemplares avulsos se reduziu quase a um terço do que foi: de 173 milhões para 63 milhões”. 

Diante desse quadro dramático, Marcos Haaland confirma que “na Abril Comunicações, a receita total caiu de 1,4 bilhão de reais há quatro anos para 1 bilhão no ano passado, uma queda causada principalmente pela redução da publicidade… Com os resultados ruins já há algum tempo, o nível de endividamento da empresa ficou elevado. O patrimônio líquido se tornou negativo, e operacionalmente passou a consumir o caixa. Esse déficit de caixa tem sido coberto com aportes dos acionistas e represamento de pagamentos a fornecedores, uma situação que não é sustentável. Mas, o que é muito importante, tivemos um evento que precipitou a entrada com o pedido da recuperação judicial: de uma forma abrupta, os bancos decidiram restringir o acesso da Abril a capital de giro”. 

Sobre o valor do rombo, ele confirma que “é da ordem de 1,6 bilhão de reais o total das dívidas submetidas à recuperação judicial, que é um mecanismo legal que suspende durante um tempo a execução de dívidas e, com isso, dá um fôlego para a empresa buscar meios de se recuperar financeiramente”.

Sem papas na língua, ele ainda confirma que outras medidas duras poderão ser adotadas nas próximas semanas no Grupo Abril, que mantém 16 revistas e sites; uma gráfica, a maior da América Latina, a Dinap – a distribuidora de publicações do grupo e de outras empresas, atendendo a mais de 30 editoras;

e a Total Express, distribuidora de encomendas que entrega 750 milhões de itens por ano, por meio de 600 rotas semanais aéreas e terrestres. 

Foram demitidas cerca de 800 pessoas, somando os cortes de todas as empresas, e foram feitas outras reduções de despesas operacionais… Fizemos os cortes para atingir o ponto de equilíbrio e, obviamente, para buscar a recuperação e um superávit operacional. Os cortes envolvem não só a redução de pessoal mas também de despesa.

Como isso ocorreu faz pouco tempo, ainda temos de aguardar o fechamento de um mês para comprovar que atingimos o equilíbrio. Mas, o nosso foco é – com essas ações e outras medidas que vão ser tomadas de melhoria de receita, ganho de eficiência e redução de despesas não relacionadas a pessoal – que num curto prazo a Abril atinja um superávit operacional. A reestruturação continua porque a empresa está passando por um momento de readequação e esse não é um fato isolado da Abril”. 

Ou seja: novas demissões poderão ocorrer nos próximos meses e até a extinção da revista Veja, algo inimaginável até algum tempo atrás, não está descartada. Lamentável para centenas de trabalhadores, inclusive para alguns jornalistas que insistem em chamar o patrão de companheiro e que muitas vezes são mais realistas do que o rei!

Como a MEGA MÍDIA é controlada pelo Mega Capital, os ultra ricos, cf. Ladislau Dowbor

Ladislau Dowbor escreveu, no livro “A era do capital improdutivo”:

“No âmbito mundial, Rupert Murdoch assumiu tranquilamente ter sido o responsável pela ascensão e suporte a Margareth Thatcher nos anos 1980.

Murdoch financiou um sistema de escutas telefônicas em grande escala na Grã-Bretanha e ainda usa a Fox para sustentar um clima de ódio de direita, sem receber mais que um tapinha nas mãos quando se revelam as ilegalidades que pratica.

No Brasil, 97% dos domicílios têm televisão, que ocupa três a quatro horas do nosso dia e está presente nas salas de espera, nos meios de transporte, um incessante bombardeio que parte de alguns poucos grupos.

Com controle da nossa visão de mundo essencialmente por quatro grupos privados – os Marinho, Civita, Frias e Mesquita – o próprio conceito de imprensa livre se torna surrealista.

Os impactos na Argentina, no Chile, na Venezuela e outros países são impressionantes em termos de promoção das visões mais retrógradas e de geração de clima de ódio social”.

Os Corvos e urubus da grande Mídia, sempre em defesa do grande capital, que paga as contas deles lá fora

Resultado de imagem para charges contra neoliberalismo

O papel da Grande Mídia, PIG (Porcos), de combate diário contra o povo, contra a esquerda

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A morte da pior Editora do país, que edita a PIOR revista, a mais suja de todas

Facebook (como Google, Internet etc) deveria ser ESTATAL, como uma BBC, pública, mas controlada pelo povo

Tirei do 247 – “Em um debate sobre fake news, o jornalista estadunidense Brian Mier explica a origem do termo fake news, durante as últimas eleições presidenciais nos Estados Unidos, e avalia que agora há algo parecido acontecendo no Brasil; ele também critica a postural parcial do Facebook ao checar o conteúdo de sites em parceria com agências de verificação de notícias;

“Tem um bilionário controlando o acesso do povo às notícias”, denuncia, em referência a Mark Zuckerberg; assista à íntegra.

O Facebook deveria ser estatal, como a BBC da Inglaterra, uma estatal não-governamental, sob o controle do povo. O mesmo para o Google. 

A importância ESSENCIAL das Rádios comunitárias, micro empresas, que deveriam ter alcance de 100 watts, no mínimo, e receberem anúncios

Rádios comunitárias querem mais potência

Por Carlos Pompe, no site da Contee:
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal realizou nesta terça-feira, 19, audiência pública para debater ‘A atual situação das rádios comunitárias no Brasil e as medidas necessárias para o fortalecimento do setor’. Renata Mielli, coordenadora-geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC, da qual a Contee faz parte) afirmou que o espectro das rádios é público, estatal e privado “e a União deveria ser guardiã da participação pública”.Os representantes da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço Brasil) defenderam a regulamentação do funcionamento das rádios comunitárias, a ampliação da potência, o fim da cobrança de direitos autorais pelo Ecad e a possibilidade de publicidade paga. Para o secretário-geral da Abraço, Ronaldo Martins, os pequenos comerciantes dos locais abrangidos pelas comunitárias não conseguem anunciar nas grandes rádios e as comunitárias necessitam de mais recursos.

A representante do Ministério da Ciência e Tecnologia, Inalda Celina Madio, afirmou que o Ministério é a favor da isenção da cobrança do Ecad para essas rádios. Mas foi contrária ao aumento da potência das transmissões. “A rádio comunitária tem um alcance pequeno justamente pelo tipo de atendimento que faz. E, se não fosse assim, nós não teríamos hoje quase cinco mil rádios comunitárias autorizadas no Brasil”, disse.

Complementaridade
Renata, por sua vez, lembrou que a Constituição prevê que haja a complementariedade entre os serviços públicos e privados e que a radiodifusão comercial não pode se sobrepor à comunitária: “Se nós queremos, efetivamente, combater o monopólio e oligopólio privado nos meios de comunicação no Brasil e ampliar a diversidade e pluralidade de vozes, nós temos que considerar a comunicação comunitária – e, portanto, as rádios comunitárias – como elemento central e de alta relevância para alcançar esse objetivo”.

Renata historiou que o FNDC teve início durante as discussões da Constituinte, nos anos 1980, para “garantir um ambiente mais diversificado na comunicação do nosso país. Infelizmente, até hoje, o capítulo 5º da Constituição, que trata do tema, não foi regulamentado. Precisamos mudar a perspectiva da discussão da rádio comunitária. Ela não pode ser restrita a um raio de 1 km, como atualmente”.

A coordenadora do FNDC analisou que “a Lei 9612/98 (que institui o Serviço de Radiodifusão Comunitária e dá outras providências) surgiu pela pressão do movimento social para tirar a rádio comunitária da ilegalidade, da clandestinidade, mas também é fruto da pressão do setor empresarial para impedir disputa de narrativas na sociedade. Por isso a restrição a 1km de alcance, a um canal por comunidade e a uma potência de 25 watts. A lei tirou as comunitárias da ilegalidade, mas criou novas limitações e desafios. São esses problemas que estamos buscando superar, há 20 anos, com muita dificuldade”.

Segundo Renata, a burocracia do Ministério da Comunicação tem represado por anos a concessão de rádios comunitárias, “mesmo quando todos os documentos são entregues. Represados por mais de 10 anos, com o Poder Executivo impedindo o funcionamento dessas rádios. Já os processos de outorga das rádios comerciais são muito mais céleres. Também o processo de fiscalização é desproporcional, penalizando as emissoras comunitárias. Uma clara perseguição da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e da Polícia Federal contra esse setor. Seus equipamentos são apreendidos e destruídos por um rolo compressor – o que nunca aconteceu com rádios comerciais, mesmo irregulares”.

Para ela, “a rádio comunitária não persegue o lucro, mas precisa de recursos para funcionar, e não há nenhuma política de incentivo ou fomento para essas emissoras. Não pode haver publicidade nessas rádios, mas o Estado se omite sobre a sua sustentabilidade. Lutamos pela anistia dos que foram vítimas dessa perseguição estatal à radiodifusão comunitária. Precisamos dar a esse setor a relevância que merece na nossa sociedade”.

A Contee integra a coordenação executiva do FNDC. As entidades filiadas estão sendo incentivadas a enviar e-mails aos deputados e senadores em defesa da comunicação comunitária e da democratização da comunicação.

Coisas que provam a manipulação do povo, pela maldita Globo e pelo resto da Máfia da grande Mídia

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— Updated: 15/11/2018 — Total visits: 40,851 — Last 24 hours: 49 — On-line: 0
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