Arquivos para : A infâmia da Direita Penal, algoz de “pebas”, de adolescentes negros. Covardia infinita, marca da Direita penal. A solução são Penas abertas, abolição gradual das prisões

Prisões do Brasil, máquinas de moer carne humana, Gulags

Dos 726 mi presos, no Brasil, a maior parte é por FURTOS, pequenos roubos sem sangue derramado, tráfico pequeno etc. 
Por homicídios, seriam 16¨%, se for tudo isso, ou seja, uns cento e cinco mil. 
NOSSAS PRISÕES SÃO MÁQUINAS DE MOER CARNE HUMANA, GULAG, CAMPO DE CONCENTRAÇÃO, ESCOLAS DE CRIMES. 
Como Aristóteles explica, no livro Metafísica, o sistema prisional realimenta o crime,  é a chamada causa recíproca, Aristóteles dá exemplo – a boa saúde causa a prática de exercícios e a prática de exercícios gera mais boa saúde. 
Colocar presos inofensivos no inferno do Gulag é apenas cultivar novos homicidas, voce coloca um pequeno traficante bagrinho e ele sai escolado, médio traficante, perito em falsificações, em compra de bens roubados em contrabando e outras artes que ele aprende na ESCOLA DE CRIMES, que é nosso sistema prisional. 
O MPF deveria se bater pela reforma dos presídios, para que todo presídio tenha escola técnicas, tenha contratos de trabalho com empresas para gerar renda para ajudar família de presos, e para formar poupança (reservas) e assim dar possibilidade de recuperação (regeneração) de presos. 

Uma lição da Desembargadora federal, Dra. Simone Schreiber

Colhi no 247 – “Desembargadora do TRF2 e professora de Direito Processual Penal da Unirio, Simone Schreiber classifica a condução coercitiva como “um ato violentíssimo e ilegal”, que “só tem razão de ser por sua dimensão de espetáculo”.

Critica o “espetáculo de humilhação da pessoa investigada. Não serve para rigorosamente mais nada, só para a polícia federal fazer sua propaganda institucional, mostrando sua ‘eficiência no combate ao crime'”, acrescenta.

Dra. Simone é uma das autoras do voto que deu liberdade ao almirante Othon Pinheiro. Ela frisa que “nem o suicídio do Reitor Cancellier serviu para fazermos uma autocrítica”.

Diz ainda : “Está mais do que na hora de refletirmos sobre nossos atos, sobre o papel que a Justiça Federal tem desempenhado nessa crise institucional e para onde estamos indo”, conclui”. 

Prisões inferno do Brasil, Gulag, campo de concentração e tortura

Colhi no 247 –

“O total de pessoas encarceradas no Brasil chegou a 726.712 em junho de 2016.

Em dezembro de 2014, era de 622.202.

Houve um crescimento de mais de 104 mil pessoas.

Cerca de 40% são presos provisórios, ou seja, ainda não possuem condenação judicial. Mais da metade dessa população é de jovens de 18 a 29 anos e 64% são negros.

Dados são do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) divulgado hoje (8), em Brasília, pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça”. 

Uma boa lição penal de um velho economista, Bresser Pereira

Colhi no site 247 – “O economista e cientista político Bresser Pereira condenou em manifesto publicado em sua página no Facebook a ação da Polícia Federal na Universidade Federal de Minas Gerais, com a condução coercitiva do reitor Jaime Arturo Ramirez em para apurar suposto desvio de R$ 4 milhões em recursos públicos na construção do Memorial da Anistia Política do Brasil;

“Esta é mais uma violência contra os direitos civis dos brasileiros praticada por uma Polícia Federal e um Poder Judiciário arbitrários, que conduzem coercitivamente e, portanto, “prendem” de forma espetacular, midiática, cidadãos portadores de direitos os quais, antes da violência policial-judiciária, não colocaram qualquer obstáculo a prestar o depoimento exigido”, escreve Bresser”. 

Bresser envelhece e melhora, como um bom vinho. Está correto.

Condução coercitiva é apenas para casos restritos, após o suspeito se negar a se apresentar, após a polícia intimar uma ou duas vezes. E não deve ser midiática, como se expusesse o suspeito num colarinho, para execração pública. 

Até o horrível Gilmar aponta o erro do abuso da prisão preventiva, no Brasil

Eu nunca gostei do Ministro Gilmar e sempre o critiquei. Mas, às vezes, até ele aponta um erro da direita penal punitivista, do nazismo penal.

Colho do 247 – “O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes citou nesta segunda-feira (4) a Operação Lava Jato como motivo para mudar a jurisprudência da Corte que permite à Justiça determinar o início do cumprimento da pena logo após a condenação na segunda instância.

A prisão em segundo grau, no contexto da Lava Jato, tornou-se algo dispensável. Passou a ocorrer-se a prisão provisória de forma eterna, talvez até com objetivo de obter delação. Aí vem a sentença de primeiro grau, e com sentença de segundo grau iniciava a execução. É preciso saber ler estrelas. 

Ou se muda isso ou se empodera de maneira demasiada a Justiça de primeiro grau e o MP em detrimento das outras cortes”, disse ele, no “Seminário Independência e Ativismo Judicial: Desafios Atuais”, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

Na avaliação de Gilmar, sem a revisão da prisão em segunda instância, o papel do Supremo e do STJ fica reduzido na garantia dos direitos do cidadão. “Se tem quase uma demissão nossa”, complementou.

Em seu pronunciamento, o ministro disse, ainda, que juízes se deixam influenciar pela mídia e deixam a lei de lado.

Gilmar foi responsável por decisões que retiraram da prisão preventiva investigados nos desdobramentos da Lava Jato no Rio de Janeiro. De acordo com o ministro,  “quem decide habeas corpus tem que nadar contra a corrente em determinados momentos”. “Quem decide reconhecendo direitos, é óbvio que está decidindo a mais das vezes contra a opinião pública. É evidente. Os direitos fundamentais em geral, a sua segurança, a sua garantia, se faz às vezes de forma mal compreendida”, continuou.

O evento também contou com a presença da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, da presidente do STJ, ministra Laurita Vaz, e teve como coordenadores o ministro do STJ Luis Felipe Salomão e o conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Henrique Ávila”.

O garantismo cristão e humanista exige a redução da prisão preventiva, que só deve existir em casos estritos e com base no bem comum. Prisões não são coisas boas, devem ser reduzidas, aos casos necessários. 

bolsonaroargh querendo sangue. Direita penal covarde e asquerosa

Pré-candidato à Presidência da República, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que “policial que não mata não é policial”. Declaração foi feita em defesa dos 20 policiais militares do Rio de Janeiro suspeitos de participação na morte de 356 pessoas; “Esses policiais têm que ser condecorados. Policial que não mata não é policial”, disse; ele também defendeu o foro privilegiado pera políticos investigados e que os proprietários de terras tenham direito de se armar com fuzis para se defender de possíveis invasões promovidas pelo MST

O infame bolsonaroargh chama Miriam Leitão de “porca” e a envia ao “chiqueiro”. Dois diabos, mas bolsonaro é pior, claro.

Eu nunca gostei de Miriam Leitão, uma das porta vozes da Rede Mentira, Golpista, da asquerosa Rede Globo, entreguistas. Mas, vejamos como o infame bolsonaro é ofensivo com mulheres, até com estrelas horrendas da Rede Globo. São dois diabos, mas o bolsonaro é pior, claro. Vejamos texto colhido no 247:

“O deputado federal e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ) demonstrou que tem pavio curto antes mesmo da campanha eleitoral começar: chamou a colunista de Economia do Jornal O Globo, Míriam Leitão, de porca por ela ter dito que o deputado do PSC “não sabe o básico sobre economia”; “Miriam Leitão faz jus ao nome” [Leitão…porca], disse o parlamentar;  “Miriam Leitão, a marxista de ontem, continua a mesma. Se eu chegar lá vai querer lamber minhas botas, como fez com todos que chegaram ao Poder. Seu lugar é no chiqueiro da História”, escreveu o parlamentar do PSC “. 

Este é nível baixo dos golpistas, do representante da ditadura militar, do neoliberalismo, do Estado mínimo e da repressão, o nível de bolsonaroargh. 

A Igreja condenou o nazismo, destacando-se na luta contra Hitler

Pio XI, na “Mit brennender sorge” (14.03.1937), condenou o nazismo, destacando o fato do Estado nazista ter “hostilidade fundamental a Cristo e Sua Igreja”.

Neste documento, Pio XI criticou o nazismo por conta da deificação da raça, da autoridade e principalmente do Estado, da autoridade.

Contra o nazismo, destacaram-se o beato Clemens August von Galen (1878-1946, elevado ao cardinalato por Pio XII, em 1946); São Maximiliano Kolbe e outros milhões de católicos (inclusive Claus Stauffenberg, na “operação Valquíria”, que arquitetou um atentado contra Hitler e a cúpula do Partido Nazista).

Após a “Mit brennender sorge”, 304 sacerdotes foram enviados ao campo de concentração de Dachau.

Em 05.11.1943, a Luftwaffe bombardeou o Vaticano, jogando quatro bombas que destruíram parte da estação do trem.

Os nazistas viviam atacando a Igreja na imprensa nazista. Os principais líderes nazistas eram materialistas, monistas e anticlericais.

Chegaram a elaborar um plano para sequestrar o Papa. 

O horrível bolsonaro, dizendo que mataria 30 mil pessoas, defendendo sonegação de impostos etc. Malufista

Jornal GGN –  Bernardo Mello Franco resgatou em sua coluna na Folha, nesta terça (10), uma entrevista em que Jair Bolsonaro fala livremente sobre como o governo brasileiro deveria ser, na sua visão. À época no terceiro mandato de deputado, Bolsonaro disse que daria um golpe se assumisse a presidência da República, defendeu a tortura e uma guerra civil para limpar a sociedade, apontou Fernando Henrique Cardoso como o primeiro a ser fuzilado e ainda disse que o voto dos eleitores não muda nada. 

“Através do voto, você não vai mudar nada neste país. Nada, absolutamente nada. Você só vai mudar, infelizmente, quando nós partirmos para uma guerra civil aqui dentro. E fazendo um trabalho que o regime militar não fez. Matando 30 mil, e começando por FHC”.

A entrevista mostra um Bolsonaro sem retoques, diz o colunista da Folha. À vontade, ele se gaba de sonegar impostos e estimula os telespectadores a fazerem o mesmo. “Conselho meu e eu faço. Eu sonego tudo que for possível”, afirma. Depois, diz que a democracia é uma “porcaria” e conta o que faria se chegasse ao poder: “Daria golpe no mesmo dia. Não funciona”.

Bolsonaro não era um jovem desavisado ao dar essas declarações, que podem ser vistas no YouTube, complementa Mello Franco. Tinha 44 anos e exercia o terceiro mandato de deputado —hoje está no sétimo. Era filiado ao PPB (atual PP), o partido de Paulo Maluf.

A entrevista completa está disponível abaixo.

Extrato discurso de Jean Jaures, contra a pena de morte, mostrando que esta pena contraria o espírito do cristianismo e da Revolução

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