Arquivos para : A “Fórmula” – de Maria; distribuir o poder e os bens, a todos, derrubando os poderosos e os ricos, elevando os TRABALHADORES ao poder e aos bens, CONTROLE POPULAR sobre o Estado e a economia

A Igreja quer ampla intervenção estatal redistribuidora, coadjuvante, de apoio aos trabalhadores, aos produtores

Engels, no final de 1843, escreveu o livrinho “Esboço de uma crítica da economia política”, onde explica que o grande capital e o latifúndio ficavam com a parte maior da produção, deixando o resto aos assalariados.

a “separação entre o capital e o trabalho e a culminação da divisão da humanidade em capitalistas e trabalhadores”, divisão que fica pior a cada dia e que “se intensificará mais”, até gerar a “supressão da propriedade privada”. 

Mesmo em suas últimas cartas, há a mesma ideia.

Isso ocorre pela anarquia da produção, a falta de intervenção estatal na economia. Mas, se houver intervenção, o processo pode ser revertido, como foi apontado por Stuart Mill, Sismondi ou Carey. 

Pode haver ampla intervenção estatal com ampla distribuição dos bens, extinguindo a miséria e a grande propriedade privada, implantando a mediania.

Este é o ideal da Igreja.

Robert Owen era cristão, defendia o “puro cristianismo”, seu “milenarismo” tinha pontos corretos, que o Vaticano aprovaria

Robert Owen (1771-188), no livro “New Lanark” (1817, p. 116), escreveu:

a sociedade poderia existir sem crimes, sem pobreza, um um estado sanitário bem melhorado, sem ser infeliz ou muito pouco, e em uma felicidade cem vezes maior”.

Para isso, o “obstáculo” principal é a “ignorância”.

Na “ordem justa da natureza, a verdade, ou o puro cristianismo, reconciliará os homens entre si, vencerá o mal, estabelecerá o reino da paz e da harmonia, e a felicidade reinará para sempre sobre a terra. Não digam que essa realização celeste é inacessível na terra. Só o seria em um regime satânico de egoísmo individual, de desprezo às leis da humanidade…”.

No livro “A vida de Robert Owen, escrita por ele mesmo” (Londres, 1857, pouco antes de morrer), é ainda mais religioso.

Na “Gazeta milenária” (1855), tem a mesma base religiosa, falando da humanidade organizada em comunas pequenas, uma República que deveria se chamar “Nova Jerusalém ou o Paraíso terrestre unificado”, com pessoas “regeneradas”, “governadas somente pelas leis de Deus, falando a mesma língua, isto é, a língua a verdade única”.

O mesmo ocorria com Fourier, ainda mais religioso, elogiando Jesus, e também com Saint Simon, cujo último livro foi “O novo cristianismo”.

A base ética do socialismo utópico é toda baseada no melhor do cristianismo. 

Demonstrei isso no meu livro, “Socialismo, utopia cristã”, com o aval (prefácio) de Frei Betto e de um Arcebispo da Igreja, Dom Moacyr Grechi (autor da apresentação, rascunhada por um dos Boff), que foi Arcebispo no Acre, e terminou Arcebispo emérito de Rondônia.

O ideal de Mounier: um socialismo democrático, humanista, economia mista, amplo Estado social e protetor das pessoas, Democracia Popular Participativa, Protagonismo máximo dos trabalhadores, combinando Trabalho não reificado em várias formas, inclusive Milhões de Micros e Pequenos Produtores Familiares.

O jusnaturalismo cristão (Primado dos Direitos Humanos, de várias gerações, sociais, individuais, políticos, civis, culturais, de gênero etc) ensina claramente que as leis positivas, as regras positivas, em geral estatais, devem explicitar o conteúdo normativo e intelectual da consciência do povo, dos trabalhadores, da sociedade, ou seja, deve assegurar e promover o bem de todos

O jusnaturalismo cristão ensina claramente que a sociedade é a infra-estrutura do Estado. Isso foi visto por Hegel, inclusive em seus textos bem antigos, muitos destes textos não foram lidos por Marx, mas parte de seu conteúdo influenciou Karl Marx.

Hegel foi um grande filósofo cristão, e é uma das FONTES CRISTÃS das ideias, assim cristãs e humanistas, de Marx.

O processo de nomogênese (gênese, geração, das normas positivas, das instituições, leis etc) tem como fonte primária a consciência da sociedade, a “reta razão”, que são as idéias verdadeiras, corretas, presentes na consciência do povo.

O povo é a fonte principal da cultura e da civilização (no sentido de relações de convivência regidas pela razão, pela ciência etc).

Santo Tomás seguiu as idéias bíblicas e o melhor do pensamento grego e romano, especialmente Platão, Sócrates, Anaxágoras, Protágoras, Heráclito, Péricles, Sófocles, Aristóteles, Crates, os estóicos, Cícero, Fílon, São Paulo e os Santos Padres.

Assim, com base nestes predecessores, Tomás ensinou que as leis legítimas são produtos da reta razão, do diálogo do povo, das verdades práticas, presentes em todos, pelo movimento natural da consciência, da inteligência. Estas idéias, nascidas do povo, na medida em que são verdadeiras, tendem naturalmente ao bem do povo, ao bem comum.

Formam o processo civilizatório, da Democracia viva, que rege a História. Deus é a Democracia Viva, é o Amor vivo e Consciente.

O jusnaturalismo cristão, com a teoria do primado do bem comum, é anticapitalista (não aceitando o capitalismo liberal e nem estatal) e tem como pilares fundamentais o movimento histórico de personalização e o de socialização.

Como síntese entre personalização e socialização gerou correntes explicítas como o trabalhismo, o socialismo democrático, o comunitarismo personalista e o solidarismo socializante.

O solidarismo, no fundo um tipo de socialismo democrático, tem base bíblica clara, especialmente em São Paulo (“Rm. 12, 4-5): “assim como temos vários membros em um só corpo e todos os membros não cumprem a mesma função, assim também nós, ainda que sejamos vários, formamos um só corpo em Cristo e cada um de nós somos membros uns dos outros”.

O próprio Léon Victor Auguste Bourgeois (1857-1934), em obras como o clássico “Solidariedade” (1896), citava autores católicos como Pierre Leroux, no livro “A humanidade” (1839) como um dos principais precursores.

Leroux é também praticamente o pai da palavra “socialismo” e era socialista cristão pré marxista, antes de Marx, pois antes de Marx, existiram centenas de socialistas católicos e cristãos.

Bourgeois escreveu livros com idéias profundamente cristãs, um solidarismo radical bem próximo do solidarismo do padre Pesch.

Léon Bourgeois ganhou o Prêmio Nobel da Paz, em 1920, por ter auxiliado na constituição da Sociedade das Nações, a precursora da ONU.

Foi este conjunto de idéias que inspirou homens como Marc Sangnier, Mounier, Maritain ou Alceu, que representam a continuação das idéias dos socialistas utópicos cristãos e teístas (inspirados em Morus, Morelly, Mably, Rousseau, o padre Claude Fauchet, o padre Jacques Roux, na Bíblia e nos Santos Padres.

Foram estas idéias que inspiraram a luta dos católicos que apoiaram hegemonicamente a Revolução Francesa de 1789, tal como a Revolução francesa de 1848.

As idéias de socialismo católico e cooperativista estão presentes em Buchez (respeitado mesmo por Marx); nas melhores idéias de homens como Ozanam, Lacordaire, Montalembert, Mun etc.

As mesmas ideias reaparecem, depois, nos bons textos de Leão XIII; e, depois, na aproximação com o radicalismo; no apoio à Frente Popular ligada a Léon Blum (1872-1950) etc.

Estão na luta comum dos católicos, socialistas e comunistas na Resistência Francesa; na aproximação do M.R.P com os partidos socialistas democráticos; nos melhores textos de De Gaulle contra o imperialismo e contra o capitalismo; etc.

Léon Blum escreveu o livro “A escala humana” (1941), onde defende um socialismo com democracia e liberdades, tal como com ética (“libertar as pessoas das servidões que as oprimem”).

Como escreveu Mounier, no “Manifesto a serviço do personalismo” (na década de 30), “o personalismo conserva a coletivização e salva a liberdade”, elaborando uma síntese entre socialismo e liberdade.

No mesmo sentido, Mounier escreveu: “ninguém tem o direito de ser rico” (texto do livro “Da propriedade capitalista à propriedade humana”).

Conclusão: uma sociedade pautada pela socialização com personalização é uma sociedade pautada pelo diálogo racional em prol do bem comum. O ideal cristão é uma comunhão, o bem comum concreto, uma comunidade pautada pelo diálogo e pelo bem comum.

A combinação de justiça social e distributiva, de solidariedade e subsidiariedade (ajudas estatais etc).

O máximo de socialização com o máximo de personalização. Respeito a cada pessoa concreta, a cada família e a sociedade inteira.

Destinação universal dos bens, distributismo, eis uma nota fundamental da doutrina da Igreja

A Igreja sempre ensina a destinação universal dos bens, que os bens foram feitos por Deus, para todas as pessoas. Vejamos, na “Populorum progressio” (“Do progresso dos povos”, encíclica de Paulo VI, em 1967:

“O DESTINO UNIVERSAL DOS BENS

22. “Enchei a terra e dominai-a”[19]: logo desde a primeira página, a Bíblia ensina-nos que toda a criação é para o homem, com a condição de ele aplicar o seu esforço inteligente em valorizá-la e, pelo seu trabalho, por assim dizer, completá-la em seu serviço.

Se a terra é feita para fornecer a cada um os meios de subsistência e os instrumentos do progresso, todo o homem tem direito, portanto, de nela encontrar o que lhe é necessário. O recente Concílio lembrou-o: “Deus destinou a terra e tudo o que nela existe ao uso de todos os homens e de todos os povos, de modo que os bens da criação afluam com eqüidade às mãos de todos, segundo a regra da justiça, inseparável da caridade”.[20]

Todos os outros direitos, quaisquer que sejam, incluindo os de propriedade e de comércio livre, estão-lhe subordinados: não devem portanto impedir, mas, pelo contrário, facilitar a sua realização; e é um dever social grave e urgente conduzi-los à sua finalidade primeira”.

A Igreja sempre lutou por uma sociedade não capitalista, solidária, fraterna, economia mista, com amplo Estado social

A Revolução Francesa foi apenas a eclosão, explicitação, do movimento democrático que já ocorria gradualmente. Foi a eclosão de ideias cristãs.

Durante a antiguidade e a Idade Média, existiam modos (relações) de produção comunitários e também o campesinato e a propriedade artesã, que também permanece na Idade Média e ainda hoje.

O próprio Karl Marx, no “O Capital” (livro I, t. II, p. 26), lembra que “a pequena exploração rural” e “o artesanato independente foram o pedestal [base] econômico da sociedade clássica na sua idade de ouro”, tal como no final da Idade Média. Mais tarde, os camponeses, os artesões e os pequenos produtores encabeçam a Revolução Francesa.

Num parêntese, um socialismo humanista ou democracia social avançada (na terminologia de Alceu Amoroso Lima) mantém a pequena propriedade familiar (artesão, camponesa, urbana) e o cooperativismo, ao lado de boas estatais, regidas por co-gestão. Envolvendo tudo isso, deve haver planejamento público participativo, controles públicos de preços, intervenção estatal constante, impostos redistributivos e toda forma de ajuda estatal aos micros, pequenos e às pessoas frágeis.

A democracia já existia antes do liberalismo, antes do capitalismo.

Da mesma forma, já existiam camponeses e pequenos burgueses na antiguidade (vide “Economia”, de Xenofonte; ou a obra sobre “Economia”, atribuída a Aristóteles).

A Revolução Francesa apenas consagra algo que já estava em gestação, em formas embrionárias espalhadas em todas as partes. Há a mesma tese nas melhores obras de Taine e de Alexis de Tocqueville (1805-1859).

Alexis Clérel de Tocqueville foi um grande católico, escreveu o livro “A democracia na América” (1835), ajudando a difundir a democracia na Europa, com o exemplo dos EUA.

Tocqueville era discípulo de Montesquieu, outro grande católico, e escreveu os livros “O antigo regime e a Revolução” (1856) e “Considerações sobre o estado da França, antes de 1789”, demonstrando que a democracia já existia antes da Revolução Francesa, em várias instituições e formas representativas.

Tocqueville foi da Academia Francesa (criada por Richelieu) e sua cadeira, após sua morte, passou para Lacordaire, que redigiu um grande elogio a Tocqueville.

Lacordaire e Tocqueville tinham o ideal de uma democracia não-capitalista, social, participativa, pautada pelo bem comum. O mesmo ideal de Buchez e Ketteler.

Hipólito Taine foi um historiador, que se converteu antes de morrer, tendo demonstrado que a Revolução Francesa não criou tantas instituições e idéias novas, e sim organizou instituições e idéias antigas, ampliando-as e melhorando-as.

Antes de Robespierre, o próprio Richelieu destruía castelos medievais e ampliava o poder do Estado, criando estatais.

Esta tendência foi ampliada por Colbert, Sully e outros grandes políticos franceses, que auxiliaram na formação do Estado francês, preparando a Revolução Francesa.

O lema de Colbert era “pro pátria sempre” (“pela pátria, sempre”, lema adotada como divisa pela cidade de Pindamonhangaba SP). O amor de Richelieu pela pátria e pelo Estado francês é notório em todas as biografias deste Cardeal estadista.

Da mesma forma, Guizot, apesar de seus erros históricos, soube expor a evolução do governo representativo da antiguidade, passando pela Idade Média até a Revolução Francesa. Guizot baseou-se nos textos de Thierry, um grande historiador católico que Marx admirava.

Augustin Thierry (1795-1856) redigiu grandes obras, como “Cartas sobre a história da França” (1827), “História da formação e do progresso do terceiro estado” (1853).

Thierry, um grande católico, foi o discípulo mais estimado por Saint-Simon e foi muitíssimo elogiado por Karl Marx. Marx atribuiu a Thierry a prioridade na descrição da história como luta de classes, elogiando os textos de Thierry.

Conclusão: há a mesma demonstração da origem cristã da democracia nos textos de homens como Jacques Victor Alberto de Broglie (1821-1901), Luiz Marciano Carne (1804-1876, “Estudos sobre a história do governo representativo na França de 1789 a 1848”), Balmes, Armando Carrel, Mignet ou nos textos de Acton (em sua “História da liberdade”).

Há a mesma tese nos livros de Utz e Boeglin, “Ética social” e “A doutrina social da Igreja através dos séculos”.

No mesmo sentido, Jarlot, “Doutrina pontifical e história” (Roma, Gregoriana, 1964-1973).

No mesmo sentido, vale a pena ler os livros de Emannuel Mounier, Giorgio La Pira, Giuseppe Dossetti, Aldo Moro, Luigi Sturzo, Romolo Murri e outros.

Em todos estes autores, fica claro que a doutrina da Igreja quer uma sociedade não capitalista, solidária, distributista, com o melhor das ideias dos socialistas pré marxistas cristãos. 

A doutrina da Igreja defende a economia mista para erradicar a miséria e as grandes fortunas privadas

Nos documentos da Igreja a síntese é sempre a economia mista, um amplo Estado social e econômico (estatais para os grandes bens produtivos, controles de preços, planificação, intervenção ampla, ampla tributação redistributiva etc) e amplo setor de micros, pequenos e médios produtores, organizados em cooperativas, apoiados pelo Estado.

Isso fica claro no “Código Social” de Malines (tenho a edição brasileira, Rio, Ed. Vozes, 1954, pp. 63-72). E também no “Compêndio da Doutrina Social da Igreja” (7 edição, São Paulo, Paulinas, 2011), editado pelo Pontifício conselho Justiça e Paz e pela CNBB, pp. 200 a 206, números 346-361).

A Igreja sempre é distributista, sempre quer a difusão de bens para todos, que todos tenham bens suficientes e adequados para uma vida plena, feliz e abundante. O ideal da Igreja é sempre a erradicação da miséria e das grandes fortunas privadas.

A Igreja sempre elogia os artesãos, os trabalhadores, os camponeses, os micros e pequenos produtores. Sempre vê com maus olhos os ricos, as grandes fortunas privadas, o luxo, o desperdício, o mau uso dos bens.

A Igreja quer um amplo Estado social que erradique a miséria e as grandes fortunas privadas.

Quer ampla tributação sobre os ricos, para repartir os bens, quer toda forma de ajuda estatal aos pobres, para que estes deixem de ser pobres, para erradicar a miséria, e termos igualdade social.

Sobre a economia, um ótimo texto de Ladislau Dowbor ratificado por Leila Jinkings

Explicando sobre a lógica da economia

Dominação financeira, o caminho ao caos

Por Ines Castilho em 27/05/2017, no Outras Palavras

A semanas de lançar novo livro, Ladislau Dowbor sustenta: foi o controle exercido pelos bancos sobre orçamento público e o das famílias que provocou crise do lulismo e espiral do golpe

Por Ladislau Dowbor

O modelo brasileiro de desenvolvimento da última década ia bem obrigado.

Um conjunto de programas econômicos e sociais, como a elevação do salário mínimo, ampliação das aposentadorias, transferências para as famílias mais pobres, expansão da educação e dos serviços de saúde, amplos investimentos em infraestruturas e outros programas ampliaram a demanda para as empresas, o que por sua vez, além de gerar produtos, gerou mais de 10 milhões de empregos formais, ampliando ainda mais a demanda – levando ao chamado “círculo virtuoso” de crescimento:

dinamizou-se a economia, ao mesmo tempo que se respondia às necessidades reais da população, priorizando quem mais precisa. E como uma economia mais dinâmica gera mais recursos públicos, foi possível equilibrar o financiamento do conjunto, inclusive as políticas sociais e redistributivas.

Este esquema funciona, e não somente aqui. Funcionou na Coreia do Sul que realizou um milagre com forte participação estatal nos investimentos e redução da desigualdade, como funcionou também nos “30 anos de ouro” do pós-guerra na Europa da socialdemocracia, e nos EUA do New Deal, até ser travado nos anos 1980 pela onda ideológica neoliberal.

O que deixou as pessoas perplexas, no nosso caso, é como este modelo de desenvolvimento foi interrompido, e porque deixou de funcionar. O mais importante que temos de entender é que o modelo é correto e adequado, a economia deve sim responder às necessidades da população, e o Estado deve ser um articulador importante. Mas a apropriação privada da política é que travou o sistema.

Não só travaram o círculo virtuoso, como geraram uma enorme campanha de convencimento da população de que a culpa do travamento foi justamente a orientação redistributiva, a demagogia de um estado querendo ser bonzinho com os pobres, e portanto essencialmente “populista” e “irresponsável”.

O boicote organizado contra toda iniciativa do Estado, o ataque contra as políticas desenvolvimentistas em todos os espaços, na mídia, no Judiciário e em particular no Legislativo geraram a crise.

Assim conseguiram desarticular os processos democráticos, travar a economia, e ao mesmo tempo atribuir a culpa aos que tinham promovido a política redistributiva. Mas em nome da nação, naturalmente, em nome da luta contra a corrupção — pois desde sempre a bandidagem política se exerce em nome de elevados ideais éticos.
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Postado por Leila Jinkings às 23:16:00 0 comentários

Dom André de Witte, grande Bispo de Ruy Barbosa BA, contra o bolsonazismo

— Updated: 21/09/2019 — Total visits: 60,401 — Last 24 hours: 58 — On-line: 1
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