Arquivos para : A “Fórmula” de como EVITAR DIABETE. EVITAR O EXCESSO DE ACÚCAR e CARBOIDRATO concentrados e sem fibras, VENENOS

Refrigerantes, uma das principais CAUSAS DA DIABETE. Destruição da saúde humana

Ótimo artigo de CYNARA MENEZES sobre como a COCA COLA É SUBSIDIADA, de forma IMORAL, pelo Estado. Absurdo que tem que ACABAR

PASSO A TRANSCREVER ótimo artigo de CYNARA MENEZES, do ótimo BLOG SOCIALISTA MORENA.
Artigo postado em 22 de agosto de 2018, 18h141

Vocês podem imaginar que uma empresa gigante como a Coca-Cola não pague impostos? Pois é o que acontece no Brasil.

A bilionária multinacional dos refrigerantes simplesmente recebe subsídios governamentais e incentivos fiscais na Zona Franca de Manaus que a deixam praticamente isenta de impostos, como se fosse uma entidade filantrópica ou uma igreja.

Agora, ameaça sair do país se Michel Temer não devolver ao setor os benefícios que o governo tirou por meio de decreto, em junho.

Segundo informou a Folha de S.Pauloo presidente da Coca-Cola no Brasil, Henrique Braun, chegou a se encontrar pessoalmente com o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, para fazer uma verdadeira chantagem: se a alíquota do IPI não for de pelo menos 15%, a empresa passará a produzir seus xaropes na Colômbia.

Uma ameaça que não se sustenta, porque, diz o jornal, “para transferir a produção de xarope para outro país, a Coca-Cola perderia vantagens como o desconto de 75% no pagamento do seu Imposto de Renda, além de passar a pagar tributos como Imposto de Importação e PIS/Cofins”. Além disso, teria que importar o concentrado, perdendo em competitividade para as concorrentes.

A jogada da Coca-Cola, da Pepsi e da Ambev, também beneficiadas com a boquinha fiscal, foi justamente instalar, na década de 1990, a origem do concentrado utilizado em seus refrigerantes na Zona Franca,

onde deixam de pagar IPI, têm alíquotas diferenciadas do PIS/Cofins, recebem de volta 90,25% do ICMS e têm desconto de 75% no Imposto de Renda.

Enquanto isso, os pequenos fabricantes regionais de refrigerantes, as tubaínas, não têm isenção alguma. Como pode?

Em 1998, relata a Carta Capital, o Supremo Tribunal Federal julgou, em 1998, a vantagem da Coca-Cola na Zona Franca, mesmo que não fabrique nenhum “produto amazônico” para tal, e o voto do ministro Nelson Jobim foi decisivo.

Desde 2015, o filho de Jobim, Alexandre Kruel Jobim, preside a Abir (Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas).

O decreto de Temer que reduz de 20% para 4% o desconto do IPI para o setor de refrigerantes na Zona Franca já foi derrubado no Senado, e o lobby da Coca-Cola, da Pepsi e da Ambev já está se movendo para derrubá-lo também na Câmara

Talvez o único acerto de Temer até agora, o decreto que reduz de 20% para 4% o desconto do IPI para o setor de refrigerantes na Zona Franca já foi derrubado no Senado, e o lobby da Coca-Cola, da Pepsi e da Ambev já está se movendo para derrubá-lo também na Câmara.

De acordo com o governo, o fim dos benefícios às gigantes das bebidas açucaradas representará uma arrecadação extra para o país de 740 milhões de reais até o final de 2018. Calcula-se que o país perca 1,6 bilhão por ano com os benefícios fiscais a estas multinacionais.

A própria ameaça da Coca-Cola de que sua “saída” do Brasil resultará na diminuição de empregos não se sustenta.

Os empregos que o setor gera na Zona Franca são ínfimos quando comparados aos subsídios que recebe: a produção de concentrados gera apenas 798 postos de trabalho na Zona Franca, contra 47 mil empregos das fábricas de refrigerantes em todo o país.

E está reclamando por ganância: mesmo com a redução do desconto, perderá apenas parte dos benefícios que continuará a ter.

O decreto, na prática, diminuiu os elevados benefícios de crédito tributário que algumas fabricantes de refrigerantes recebem.

Empresas como AmBev e Coca-Cola, além de não pagar vários impostos na Zona Franca de Manaus, ainda recebem crédito de 20% sobre o que produzem por lá. Ou seja, não pagam o imposto (IPI, alíquota que era de 20%) e ainda recebem crédito por isso.

O governo brasileiro então subsidia a produção de refrigerantes dessas fábricas. O decreto diminui esse crédito imoral das fabricantes de refrigerantes”, disse, na época, o advogado do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), Igor Britto.

Um país onde gigantes das bebidas danosas à saúde recebem subsídios e incentivos fiscais é um país de trouxas. Onde mais a Coca-Cola encontraria uma moleza destas?

Após a notícia circular nas redes sociais, a Coca-Cola publicou uma nota dizendo que não tem planos para deixar o Brasil.

“Reiteramos que a Coca-Cola Brasil não tem planos de deixar a Zona Franca de Manaus, de onde, há 28 anos, sai o concentrado utilizado na produção de várias de nossas bebidas pelas 36 fábricas instaladas no país. O nosso compromisso com o Brasil é sólido e de longo prazo, numa trajetória que já soma 76 anos.

Nossos valores e práticas incluem diálogo e transparência com governos e com a sociedade brasileira. 

Atuamos em 202 países sempre com total respeito às leis locais.

Em todo o Brasil, o Sistema Coca-Cola emprega 54 mil pessoas direta e outras 600 mil indiretamente na produção e distribuição de 213 produtos de 20 marcas. Só este ano nosso investimento no Brasil foi de R$ 3 bilhões, seguindo o mesmo patamar de 2017.”

A COCA COLA e outros REFRIGERANTES são das PRINCIPAIS CAUSAS DE DIABETES, no mundo todo. Destroem a VIDA

A ideia neoliberal obscena de colocar farinata (comida velha, vencida) na merenda escolar

O correto é as Prefeituras fazerem contratos de fornecimento de comida fresca e de boa qualidade, com pequenos agricultores familiares, de agricultura orgânica, que produzam na periferia das respectivas cidades.

Assim, a Prefeitura auxilia a produção agrícola familiar, assegurando a compra da produção, o recolhimento da mesma e, com isso, também auxilia o consumo de produtos agrícolas frescos, de ótima qualidade, para as crianças pobres, nas escolas públicas (e o mesmo deveria ser obrigatório nas escolas privadas). 

Com isso, o Estado apóia a agricultura familiar, nas periferias das cidades, o que é ótimo para o meio ambiente e para a sociedade inteira. 

O cardápio das merendas escolas (e o mesmo vale para a comida nos hospitais, nos quartéis, nas prisões etc) deveria ser composto por bons nutricionistas, com testes de aceitabilidade pelos alunos. Deveria ter grãos, legumes, frutas frescas, ovos, leite fresco e boa carne, tal como outros itens complementares. Pode ter um pouco de farinha, mas de alimentos frescos, claro. 

Esta é a fórmula certa de apoiar agricultura orgânica e familiar com alimentação (nutrição) de qualidade, evitando doenças, aumentando a vida humana.

As Prefeituras devem abastecer o povo, com comida fresca, da agricultura orgânica e familiar.

As Prefeituras e o Estado devem abastecer as merendas das escolas, os hospitais, creches, albergues para moradores de rua, asilos, restaurantes comunitários, restaurantes de grandes empresas, repartições, mercados comunitários como os da antiga SAB, prisões, quartéis etc.

Outro bom destino para alimentos frescos é a CEASA, uma empresa de economia mista, tipo estações públicas de venda de legumes para que o pequeno negócio familiar se abasteça, pondo nas lojas familiares bons alimentos frescos, para o povo. 

Só uma pessoa como dorian, o trump tupiniquim, que vem do governo militar e do desgoverno de Sarney, pode pensar em colocar farinha de comida passada, velha, na merenda escolar, e ainda por cima dando às empresas fornecedoras da farinha velha diminuição de tributos.

Dorian marketing quer dar ajuda a empresários amigos, para que estes forneçam ração de cachorro (e nem cachorros merecem comida velha, diga-se de passagem), feita de comida velha (com prazo de validade ultrapassado), para as crianças, os filhos dos pobres, dos trabalhadores.

O correto é o Estado ter controle dos estoques e evitar que alimentos fiquem vencidos. E quando isso ocorrer, usar estes restos como adubo.

O correto é evitar desperdício de comida, é o Estado controlar a rede de comércio e transporte de alimentos, para que os alimentos cheguem, frescos, às escolas, presídios, hospitais, quartéis, creches, asilos, albergues, CEASA, SABs, restaurantes comunitários, restaurantes nas grandes empresas, mercados comunitários etc.

Agricultura semi-pública, com amplos subsídios e controles públicos, de proteção à agricultura orgânica e familiar, eis a solução correta. 

— Updated: 18/07/2019 — Total visits: 54,983 — Last 24 hours: 39 — On-line: 0
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