Arquivos para : A “Fórmula” BANCOS: Estado deve ESTATIZAR OS BANCOS. MICRO CRÉDITO ESTATAL. O capital financeiro rouba o país pela Dívida Externa e pela USURA EXTORSIVA INTERNA

Hitler enviando os “coxinhas” da época para a morte, os robos daquele tempo, a serviço dos ultra ricos

Imagem relacionada

A Reforma da Previdência dos Golpistas neoliberais Sujos: morte por inanição e cova rasa em caixões de compensado ou só trapos como mortalha

Resultado de imagem para charges contra neoliberalismo

A Grande Mídia manipula os coxinhas, os robos, “patos”, programados, teleguiados para servirem aos ricos

Imagem relacionada

Estatizar os BANCOS é medida ÉTICA e ESSENCIAL para a soberania nacional e popular

Há um texto que explica bem isso, que segue transcrito abaixo.

Os bancos devem ser estatais, cobrando apenas taxas de administração, sem juros, este é o ideal. Quanto menos juros, melhor. Apenas taxas para manutenção e aumento da estrutura dos bancos.

O dinheiro é emitido pelo Estado, então, não precisa cobrar juros, no fundo. Emprestar é locar, alugar.

O dinheiro é emitido pelo Estado, podendo, assim, ser locado de graça, com amplo controle público no uso, tributação via CPMF, e só cobrança de taxas, para administração e ampliação. 

A razão de ser estatal: Susan George explica:

“Na realidade, quase todos os serviços públicos constituem o que os economistas chamam de ‘monopólios naturais’. Um monopólio natural existe quando o tamanho mínimo [da empresa] para garantir o máximo de eficiência econômica é igual ao tamanho real do mercado. (…) 

Os serviços públicos também requerem, no início, investimentos muito grandes em infraestrutura – como ocorre com as estradas de ferro ou as redes elétricas – o que não encoraja a competição. Por isso é que os monopólios públicos são a óbvia solução ótima. 

“Mas os neoliberais definem qualquer coisa pública, ipso facto, como ‘ineficiente’. Então, o que acontece quando se privatiza um monopólio natural? Bastante normal e naturalmente, os novos proprietários capitalistas tendem a impor preços de monopólio ao público, enquanto remuneram ricamente a si próprios. (…) os preços são mais altos do que deveriam ser e o serviço ao consumidor não é necessariamente bom” [cf. Susan George, “A Short History of Neoliberalism”).

O capital financeiro é o principal Ladrão, no Brasil

O capital financeiro, a forma mais parasitária de capital, rouba toda a economia, pesa sobre cada cadeia produtiva, suga, opera como sanguessuga, em cada atividade econômica.

Pela DÍVIDA EXTERNA, o capital financeiro (os bancos, financiadoras, Fundos formados pelos grandes capitalistas e bilionários) se apropria (rouba) quase todo o Orçamento Público, os Recursos públicos obtidos pelos impostos.

Dentro da economia INTERNA, o capital financeiro novamente pega a parte do leão, pois rouba boa parte dos recursos.

Cada empresa, pessoa jurídica de natureza comercial, só pelas maquinhas de crédito, paga cerca de 6 a 10% do faturamento. Cada empresa precisa de financiamento e daí entrega boa parte do que recebe aos bancos. As empresas emitem duplicatas, e descontam nos bancos, pagando juros. Também pegam cheques e entregam nas empresas financeiras de factoring, que arrancam 5% e taxas. Vão nos bancos, e usam até o crédito rotativo, e outras formas, para capital de giro. O Crediário é a outra forma magna de roubo, pois as empresas praticamente ganham mais no crediário do que com lucros. 

Cada pessoa física, só pelo crédito consignado, pelo cartão de crédito e pelo Crédito rotativo, entrega um terço ou mais do que recebe, aos bancos e financeiras.

O mesmo ocorre nas compras grandes de cada pessoa. Em cada compra de carros, pagamentos dois ou três carros, pelo preço de um. Em cada compra de casa, o mesmo ocorre. 

Estatizar os BANCOS é um dos pontos mais ESSENCIAL para a libertação do país.

Estes pontos são abordados por grandes economistas.

Como Nílson Araújo de Souza, em livros como “Sim à Reconstrução Nacional” (São Paulo, Ed.Global, 1984), que demonstram bem a racionalidade deste pleito popular.

Nílson Araújo de Souza nasceu em 1950, sendo Doutor em Economia, pela Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Escreveu obras como “A teoria marxista das crises”, “O capital e a dependência” e outras sobre teoria da dependência, crises etc.  

A desnacionalização da economia do Brasil, descrita por Márcio Pochmann

Temer desmonta a indústria nacional

Por Marcio Pochmann, na Rede Brasil Atual:
A construção de um dos parques industriais mais avançados e integrados do mundo permitiu ao Brasil abandonar, a partir de 1930, a condição de atraso imposta pela antiga e longeva sociedade agrária.
Ainda que tardio, o avanço do capitalismo industrial transcorreu concomitante com o estabelecimento de uma nova e complexa sociedade urbana rica, porém permeada por significativa desigualdade econômica, social e de poder.

A permanente postergação da realização das reformas clássicas do capitalismo contemporâneo, como a agrária, tributária e social, impossibilitou que a elevação ao patamar dos 10 países mais ricos fosse acompanhada por uma sociedade justa e democrática.

Com isso, a prevalência de enorme concentração de pobres e camadas de trabalhadores informais, a maioria dependente da oferta de serviços às famílias ricas (piscineiros, domésticos, passeadores de cães, seguranças, motoristas particulares, jardineiros, manicure, pedicure, personal trainer, entre outros)

Por outro lado, a ascensão do receituário neoliberal durante os governos dos Fernandos (Collor, 1990-1992 e Cardoso, 1995-2002) impôs inegável inflexão à anterior trajetória industrializante da economia nacional.

A consequência direta foi a precoce transição para a sociedade de serviços em decorrência da simultânea queda relativa da produção, da renda e do emprego na agropecuária e indústrias de transformação e construção civil. 

A transição antecipada da sociedade industrial para a de serviços terminou não sendo mais a abrupta e intensa diante dos governos liderados pelo PT (2003-2016) que buscaram recuperar o parque industrial através das políticas de conteúdo nacional, de financiamentos produtivos, desoneração fiscal, entre outras iniciativas.

Assim, as indústrias de petróleo e gás, naval, fármacos, automobilístico, da construção civil, entre outras, voltaram a ganhar proeminência na produção, emprego e renda. 

Apesar disso, a volta da aplicação do receituário neoliberal pelo governo Temer desde o golpe de 2016, passou a produzir significativa retomada do desmonte do parque industrial brasileiro. Isso é que se pode constatar diante da profusão de exemplos associados à generalizada regressão econômica vislumbrada no complexo de petróleo e gás, na indústria naval, na construção civil e outros.

Também no setor químico podem ser constatadas importantes transformações no Brasil, como a fusão dos grupos Du Pont e Dow Chemical. Além disso, o recente anúncio da negociação de venda da petroquímica Braskem pela Odebrecht para uma corporação transnacional com sede na Holanda (LyondellBasell) impõe esvaziamento ainda maior na participação da presença do capital privado nacional no setor produtivo.

Somente a aquisição da Braskem pode levar os seus 8 mil empregos distribuídos por 40 fábricas pela multinacional holandesa que detém 13 mil ocupados dispersos em suas 55 fabricas instaladas em 17 países.

Diante disso, percebe-se como o governo Temer se especializa no desmonte da industrialização nacional. Para tanto, põe fim ao antigo tripé de capitais que havia permitido o salto econômico que consolidou um dos parques de manufatura mais importante do lado sul do planeta Terra.

A continuidade do processo entreguista da nação pelo governo Temer protagonizado pela privatização do setor produtivo estatal encontra maior eco com o avanço da desnacionalização da indústria empossada pelo capital privado nacional.

Tudo isso, com o possível fechamento das empresas operando no país (como no caso da venda da Embraer), a transferência de tecnologia nacional para estrangeiro (como no caso da exploração da camada do pré sal pela Petrobrás), o que compromete ainda mais as possibilidade de manutenção da soberania nacional.

Como é a economia ESTATAL da Noruega, especialmente no petróleo

Colhi no site do PCB, artigo de Jones Manoel*

A Noruega, um dos países com melhor índice de desenvolvimento humano do mundo, é rico em reservas de petróleo. O petróleo do país é explorado majoritariamente pela empresa PÚBLICA Statoil.

Desde que foi criada, nos anos 1970, a estatal Statoil NUNCA FOI PRIVATIZADA. Desde governos conservadores até social-democratas, é um consenso no país que o setor do petróleo, uma das maiores fontes de riqueza do país, deve ser explorado pelo setor público.
Hoje a Noruega tem um fundo soberano formado basicamente com os lucros do petróleo no valor de 1 trilhão de dólares para garantir – segundo o discurso oficial – as novas gerações (um dos maiores fundos do mundo).

Tem empresa privada explorando o petróleo da Noruega? Tem sim. Mas elas são obrigadas a transferir tecnologia e pagar um imposto sobre os seus lucros que pode chegar até 78% – a Noruega cobra 42% sobre imposto de renda.

Agora veja a malícia. O discurso oficial da ideologia dominante é que empresas estatais, como a Petrobras, são ineficientes e o capital privado tem que assumir a exploração de petróleo. Aí o Governo Temer, no final de 2017, vendeu 25% do campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos (RJ). Esse é um dos maiores campos de petróleo do mundo!

Por quanto foi vendido? 2,9 bilhões de dólares, o equivalente a cerca de 9,5 bilhões de reais (em valores da época). Com essa compra, a ESTATAL norueguesa passou a ser a TERCEIRA maior produtora de petróleo no Brasil.

O valor da venda foi justo? Não! O campo de Roncador foi entregue praticamente de graça. Em pouco tempo, o lucro com a extração de petróleo cobrirá o custo da compra. A Statoil vai pagar até 78% de imposto sobre seu lucro como na Noruega? Não! Vai transferir tecnologia? Não! O Brasil e o povo trabalhador ganharam algo com essa privatização? Não! A Petrobras poderia ela mesmo explorar essa riqueza? Com certeza.

A Noruega aceitaria um negócio desse em suas terras? Mas de forma alguma. E o governante que lá fizesse isso seria considerado um traidor da pátria.

Entendeu a malícia? É assim que eles destroem a riqueza nacional, acabam com o fundo público, te enganam com o discurso de que tem que privatizar tudo e engordam o bolso de dinheiro dos países centrais do capitalismo.

Mais informações disponíveis nos links:

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/reportagens/40450/noruega+petroleo+e+altos+impostos+sustentam+pais+com+maior+qualidade+de+vida+do+planeta+.shtml

https://www.cartacapital.com.br/economia/statoil-petrobras-e-o-papel-do-estado-na-economia

Ilustração: A plataforma P-54 FPSO no campo de Roncador, que agora tem participação norueguesa (Foto: Geraldo Falcão / Petrobras)

*Militante do PCB em Pernambuco.

​Fonte: https://www.facebook.com/jones.makaveli/posts/1588470314594654​

Queda de Pedro Parente foi decisiva e uma das melhores coisas de 2018

Tirei do 247 – “Presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º); Parente foi o principal responsável pela política de reajustes de preços na Petrobras, que levou o País ao caos, com desabastecimento e paralisia em todas as regiões; quadro orgânico do PSDB, Parente foi indicado por FHC para promover a entrega do pré-sal e a venda aos pedaços da Petrobras; de acordo com comunicado da estatal, a nomeação de um CEO interino será examinada ao longo do dia pelo Conselho de Administração”.

Uma das melhores coisas que ocorreu neste ano de 2018. A queda de um tentáculo da Shell, nomeado por MiShell Temer, para a entrega da Petrobrás. 

O ódio dos ultra ricos ao transporte público gratuito, “catraca livre”

Imagem relacionada

Pedro Serpente, ligado a Shell e ao JP Morgan. Deus nos livre deste tipo de “agente” do mercado no seio do Estado

Parente Serpente, o responsável pelo caos

Por Marcelo Manzano, no site da Fundação Perseu Abramo:

O atual presidente da Petrobras, o tucano Pedro Parente, também conhecido como o “ministro do apagão”, volta mais uma vez ao centro das atenções agora como o responsável pelo caos produzido pela impressionante escalada dos preços dos combustíveis observada nos últimos meses.

Mas isso já era esperado. Mais dia ou menos dia, as oscilações do preço internacional do petróleo e da nossa taxa de câmbio fariam sangrar o bolso dos brasileiros, mostrando o disparate de uma política que vincula o principal insumo da produção nacional a mercados que não controlamos e cujos preços nada tem a ver com as condições internas da nossa economia.

O que parecia menos claro, porém, é o poder absoluto de Pedro Parente ou, melhor dizendo, o poder dos interesses rentistas no comando do Brasil. Se há um aspecto positivo da crise provocada pela atual balbúrdia é saber quem manda em quem no consórcio golpista. No embate entre a tropa de choque do Temer e o presidente da Petrobras, prevaleceram os impessoais interesses do rentismo representados pelo último e, em nome da racionalidade que serve ao bolso dos acionistas minoritários, Michel e seus Maruns voltaram para a coxia com o rabo entre as pernas, decididos a sacrificar recursos públicos de que não dispõem.

Se assim é, cabe então perguntar: por que afinal Pedro Parente é o cara situado no cume do bloco de interesses que deu o golpe em 2016? Teria sido comprado pelas petrolíferas dos Estados Unidos? Recebeu agrados pecuniários de seus colegas dos conglomerados financeiros internacionais? Estaria posando de inabalável defensor dos interesses dos acionistas para com isso pavimentar seu retorno ao colo das grandes corporações privadas? Talvez sim, talvez não, caberá à Justiça e ao futuro nos dizer se as investigações em curso comprovam ou não os desvios ou conflitos de interesse do atual “CEO da Petrobras”.

Independente disso, entretanto, o que parece inegável é que o poder de que Parente dispõe neste país triste decorre diretamente de sua capacidade de atuar por dentro do setor público-estatal em nome dos interesses do mercado. Mais precisamente, é possível dizer que talvez não haja outro nome no Brasil com insensibilidade pública suficiente para adotar com tamanha diligência os princípios da maximização dos lucros de uma empresa estatal cuja missão extrapola em muito os seus resultados contábeis.

Agindo como se fosse o gestor de um banco ou de uma fábrica de salsicha, o CEO da Petrobras desconsiderou em absoluto os interesses da nação (que, não custa recordar, é sócia majoritária da empresa), centrou fogo nas operações de prospecção e extração de óleo bruto em detrimento de outras atividades menos rentáveis – mas fundamentais para a estabilidade dos preços dos combustíveis no mercado interno (por exemplo, refino e distribuição), vendeu ativos da empresa que não estavam em linha com o “core business” (atividade central) da companhia, acabou com o regime de partilha que mantinha a Petrobras no comando dos processos de exploração de todos os poços do Pré-Sal e, por fim, abusou do seu poder de mercado para adotar uma política de preços de combustíveis que levou ao descalabro que estamos assistindo.

A tragédia está aí, com o PIB estendido no chão. Ao que tudo indica a produção parece ter estagnado no primeiro trimestre de 2018 e poderá voltar ao campo negativo no trimestre que vai de abril a junho, recolocando a economia em trajetória recessiva. Como se não bastasse, tão grave quanto isso, a solução que a horda de Maruns vem tentando costurar depois do “não vem que não tem” do dono da bola é de uma irresponsabilidade inacreditável. Se de fato isentarem os combustíveis de impostos (PIS/Cofins e Cide), estarão esvaziando o caixa do Orçamento da Seguridade Social, o que significa que faltarão ainda mais recursos para custear as já esquálidas políticas de Saúde, Previdência e Assistência Social. Se a isso chamam de “responsabilidade fiscal” e àquilo de “gestão independente das pressões políticas”, que pelo menos sirvam para que os brasileiros se deem conta do quanto de engodo, ineficácia e injustiça decorrem de um governo neoliberal como é esse comandado pelos representantes do rentismo.

— Updated: 21/09/2019 — Total visits: 60,854 — Last 24 hours: 72 — On-line: 0
Pular para a barra de ferramentas