Ignácio Rangel foi membro da grande e excelente Assessoria Econômica de Getúlio Vargas, tal como participou do ISEB, que foi a continuação desta Assessoria. No entanto, em 1978, Ignácio Rangel praticamente troca de lado, passou a defender a privatização de estatais e serviços.

Ignácio não chegou ao limite baixo de FHC, mas, na época, teve efeito menor, mas parecido. No final das contas, ajudou o trabalho destruidor dos neoliberais.

Por causa disso, foi elogiado por gente como Gilberto paim.

O caminho correto foi o daqueles que lutaram por um socialismo democrático brasileiro, moreno, de nossa cor, autores como Alceu, Antônio Cândido, Barbosa Lima Sobrinho, Otto Maria Carpeaux, Pandiá Calógeras, Roquette Pinto, Sérgio Buarque de Holanda, José Honório Rodrigues, Josué de Castro, Darcy Ribeiro, mesmo bons textos de Azevedo Amaral, Manoel Bonfim, Nélson Werneck Sodré, Octávio Ianni e toda a corrente de grandes autores trabalhistas, nacionalistas, socialistas democráticos e muita gente boa do antigo PCB etc.

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