Blog Luiz Francisco Fernandes de Souza - Blog Católico-Socialista, na linha de Alceu, Dom Hélder, Frei Betto e outros. Economia Mista, UM AMPLO ESTADO DO BEM ESTAR SOCIAL. A Doutrina social da Igreja é um conjunto de FÓRMULAS [Receitas, ideias práticas] e critérios para julgar os fatos, nascidas da História, da Tradição e da Bíblia.

O grande Paulo Henrique Amorim ataca o PIG (a Globo e o resto da Oligarquia-Máfia da Mega Mídia bilionária, VENAIS e hiper vendidos)

Marx defendeu a Independência da Irlanda e BARREIRAS ALFANDEGÁRIAS para esta desenvolver sua base industrial

Em 30.11.1867, pouco antes da publicação do livro I de “O Capital”, Marx escreveu uma carta a Frederico Engels, e defendeu a INDEPENDÊNCIA da IRLANDA e a criação de BARREIRAS ALFANDEGÁRIAS, para que a Irlanda pudesse se industrializar.
Vejamos o trecho da carta de Marx a Engels, de 30.11.1867:
“O que os irlandeses necessitam é: 1) Governo AUTÔNOMO e INDEPENDENTE da Inglaterra; 2) Revolução agrária [anti-latifundiária]…; 3) BARREIRAS ALFANDEGÁRIAS frente a Inglaterra”.
Marx defendia a Irlanda contra o império da Inglaterra, tal como defendia a Polônia e a Turquia, para destruir o Império Russo. 

A Venezuela tenta construir um amplo Estado social e econômico, para erradicar a miséria e a reificação. Chavez foi um HERÓI DO POVO

Colhi este texto sobre a VENEZUELA, no site do PCB, o texto é de Simon de Beer

“ODiario.info

Um belga faz uma viagem turística à Venezuela. Mas o estado de espírito de férias não o torna indiferente a uma realidade bem diferente da que os grandes meios de comunicação querem fazer passar. Abre os olhos e ouvidos para conhecer as pessoas num país que está a mudar, atravessando grandes dificuldades econômicas e a constante ingerência e ameaça do imperialismo e dos seus cúmplices. Uma Venezuela tão livre que, num setor inteiramente privado como o do turismo, os guias turísticos têm carta-branca para mentir sobre o seu próprio país.

Primeira observação: as conquistas da revolução bolivariana são impressionantes.

Falamos muito pouco e é uma pena. Na menor aldeia remota há uma escola pública totalmente gratuita (equipamentos e refeições incluídas para crianças). O analfabetismo foi erradicado e a Venezuela é atualmente o quinto país do mundo com a maior taxa de acadêmicos. Em todos os lugares as pessoas usam orgulhosamente o fichário colorido da Venezuela, recebido na escola ou na universidade.

Um sistema de saúde – totalmente gratuito – cobre todo o país. Em uma pequena ilha de 2000 habitantes onde passamos alguns dias, há um mini-hospital, com dentista, ginecologista e até um pequeno laboratório. “Todo cuidado é gratuito “, lê-se em seis idiomas na entrada. Tendo ambos contraído um vírus perigoso, fomos recebidos a um domingo, sem marcação e sem esperar, e sem pagar um centavo apesar de sermos estrangeiros. “Na Venezuela a saúde é um direito garantido constitucionalmente”, explicou orgulhosamente a enfermeira que cuidou de nós.

Caracas, a capital, tem um metro moderno e… gratuito (uma boa lição para aqueles que afirmam que tornar mais barato o transporte público em Bruxelas é impossível).

Centenas de milhares de unidades de habitação social foram lá construídas. Favelas inteiras foram literalmente transformadas em moradias. Pudemos visitar um bairro totalmente novo, inaugurado no ano passado. Em todo o país, estamos a falar de 2 milhões de novos lares desde 2012.

No nível democrático, também foram feitos grandes progressos. As pessoas reapropriam-se literalmente da política. Comités de vizinhança foram criados em todos os lugares para lidar com questões locais. As pessoas estão sempre satisfeitas em discutir política. “Antes de Chávez, vivíamos numa democracia de fachada “, explicou um taxista. Antes de acrescentar: “Mas também tem que conversar com outras pessoas, para formar a sua própria opinião.”

Os nativos deixaram de ser considerados cidadãos de segunda classe.” Chávez trouxe-nos o direito ao trabalho e o direito à educação “, disse um membro de uma comunidade indígena na região de Canaima. ” Antes, simplesmente não tínhamos qualquer direito.”

As pessoas estão passando por uma crise muito difícil.

Graças à política social do governo, às lojas sociais, às cantinas, à medicina gratuita, etc., as pessoas não vivem na miséria e não morrem de fome, como regularmente lemos nos nossos meios de comunicação (esse é o caso em outros países da América Latina). No entanto, não podemos negar que os tempos são difíceis. O poder de compra é consideravelmente limitado. Os preços estão subindo constantemente e a moeda está perdendo valor apesar dos aumentos salariais regulares. Que é uma dor de cabeça real de base cotidiana.

A origem desse problema vem dos grandes grupos privados, que ainda controlam a maior parte da economia, e que durante quatro anos travaram uma guerra econômica muito dura contra a Venezuela. Um pouco como foi o caso em 1973 contra o Chile de Allende.

Isso também se deve ao fato de a economia da Venezuela continuar muito dependente do petróleo e estar lutando para desenvolver um setor produtivo nacional e independente. Este é obviamente um dos grandes desafios do governo.

Como resultado, mesmo que o atual presidente Maduro continue a ser muito popular – como as últimas eleições mostram – uma parte do povo é seduzida pelo discurso da oposição de direita, que está surfando num certo nível de descontentamento e espera voltar ao poder.

E a então a oposição?

Muitas vezes ouvimos nos nossos meios de comunicação que a Venezuela é uma ditadura, onde a oposição é amordaçada. Algumas horas no local provam diretamente o contrário. 90% dos canais de TV estão nas mãos da oposição. Todos os dias há críticas ao governo. As pessoas expressam-se livremente (gostam de discutir, quaisquer que sejam as suas opiniões). Os circuitos turísticos são amplamente dominados pela oposição. E não hesitam em dizer-vos todo o mal que pensam de Chávez e Maduro, com uma má-fé por vezes desconcertante.
Alguns pequenos trechos seleccionados das nossas conversas:

” Antes vivíamos num bairro apenas com pessoas decentes, bem-educadas. Mas o governo construiu habitações sociais e agora há pessoas pobres no bairro. Nós deixamos de estar seguros. Se o governo pedir, eles atacar-nos-ão à pedrada. Veja como penduram as suas roupas nas janelas! Não são civilizados. ”
“Antes vivíamos num país com valores. Houve meritocracia. Hoje todos podem ir para a universidade e ter um emprego. O resultado é o nivelamento por baixo. ”
” Antes de Chávez, vivíamos bem. Encontrávamos tudo o que queríamos nas lojas. Podia-se escolher entre 10 marcas para cada produto. O país não conhecia a crise.”

NB: antes de Chávez, havia uma taxa de pobreza de 80% … Essa taxa caiu para 26% em 2014 (antes da crise actual).

Em suma, o que está acontecendo na Venezuela não é sobre “democracia”, como lemos nas nossas mídias. A grande maioria das pessoas nunca desfrutou de tanta liberdade como hoje (política, educacional, social e econômica, cultural e outras).

O que está acontecendo na Venezuela é um conflito entre duas categorias sociais opostas: as pessoas de um lado, os privilegiados ricos do outro lado.

As pessoas que tentam levantar a cabeça depois de décadas de miséria, procurando o seu próprio caminho para o progresso social.

Os ricos, apoiados por multinacionais estrangeiras e pelos Estados Unidos, que se recusam a ver fugir os seus velhos privilégios. Eles não suportam ver a riqueza colossal da Venezuela entrar em programas sociais em vez de no seu bolso. E estão prontos para fazer seja o que for para derrubar o governo.

Pela minha parte, sem idealização, a Venezuela continua sendo uma inspiração para aqueles que repetem incansavelmente que não podemos investir em habitação social, desenvolver o transporte público ou baixar os custos de educação e formação e da medicina. Embora nem tudo seja perfeito, a Venezuela mostra-nos à sua maneira que outras escolhas são possíveis. E por isso mesmo, merece a pena fazer um desvio e passar por esse país.

Fonte: https://www.investigaction.net/fr/venezuela-ce-quon-ne-verra-pas-a-la-television/

https://www.odiario.info/a-venezuela-que-nao-sera-vista/

O Brasil deve REESTATIZAR O SUBSOLO, NUNCA EXPORTAR MATÉRIA PRIMA (minérios etc), só exportar produtos de valor agregado.

Tirei este texto da Proposta de Lula, sobre MINERAÇÃO, subsolo ESTATAL.

A linha do que sempre ensinaram OSNY DUARTE PEREIRA, ALCEU, Getúlio Vargas e Arthur Bernardes. Vejamos o texto de Lula:

“5.1.6 Novo modelo de MINERAÇÃO. 

O Brasil possui uma imensa riqueza mineral. O país, porém, exporta  minérios brutos, sem valor agregado, gerando empregos em outros países.

“Por outro lado, crimes ambientais como o de Mariana (MG) e de Barbacena (PA) ligaram o sinal de alerta máximo pelos impactos ambientais e sociais que produziram

“Além de exigir a punição dos responsáveis, o governo Lula vai criar um novo marco regulatório da mineração, a ser construído de forma participativa, prevendo medidas para que a atividade mineradora produza com maior valor agregado e responsabilidade social e ambiental. 

“O marco ainda conterá previsão para a responsabilização das empresas e pessoas físicas quanto aos impactos ambientais e sociais por práticas que desrespeitem a legislação; a criação de órgão de fiscalização e regulação da atividade mineradora; estímulo ao desenvolvimento tecnológico e inovação das empresas do setor; e a instituição de políticas para as comunidades atingidas pela mineração, inclusive compensação financeira.

A agregação de valor à cadeia da mineração e a produção sustentável contribuem para o desenvolvimento do país e para a proteção da sociobiodiversidade brasileira. Além do marco regulatório, é preciso investir em pesquisa e mitigação de impactos para o setor”.

ENERGIA. A ELETROBRÁS e a PETROBRÁS devem ser A BASE fundamental e ESTATAL da MATRIZ ENERGÉTICA do Brasil

Tirei o texto da Proposta de Lula, sobre ENERGIA:

“5.1.4 Soberania energética O governo Lula investirá na construção de um modelo energético que terá como diretrizes (1) a retomada do controle público, interrompendo as privatizações; (2) a promoção de uma inflexão na matriz elétrica, ampliando os investimentos para expandir a geração com energias renováveis (solar, eólica e biomassa); (3) tarifas justas; e (4) participação social.

A Eletrobrás retomará seu papel estratégico no sistema energético brasileiro, como líder em estudos, planejamentos, geração e transmissão de energia elétrica no país.

As mudanças terão como meta zerar as emissões de GEE da matriz elétrica brasileira até 2050

Também será perseguida a meta de instalar kits fotovoltaicos em 500 mil residências por ano.

A micro e mini geração de energia renovável será impulsionada pela possibilidade de venda do excesso de energia produzido por residências, comércio e indústria.

“Nos empreendimentos energéticos, os povos do campo, das florestas e das águas afetados não apenas serão compensados pelo dano ambiental, como também poderão se tornar sócios dos empreendi- mentos, recebendo, por exemplo, royalties. 

O governo federal investirá na modernização do sistema elétrico existente, com a modernização das usinas geradoras, substituição de combustíveis líquidos e carvão por gás natural e biocombustível, e incorporação das tecnologias de futuro nas redes de transmissão, como redes elétricas inteligentes.

Além disso, perseguirá o aumento da eficiência energética, fortalecerá o Programa Reluz e estenderá o Programa Luz para Todos para localidades isoladas na Amazônia. 

“O governo Lula devolverá à PETROBRÁS sua função de agente estratégico do desenvolvimento brasileiro, garantindo-a como empresa petrolífera verticalizadaatuando em exploração, produção, transporte, refino, distribuição e revenda de combustíveis – e como empresa integrada de energia, presente no ramo de petróleo e em biocombustíveis, energia elétrica, fertilizantes, gás natural e, sobretudo, petroquímica. 

“Especial atenção terá a ampliação do parque de refino, sobretudo acabando com a ociosidade atual das refinarias da Petrobras, para que seja garantido o fornecimento de derivados de petróleo em todo o território nacional.

“Será interrompida a alienação em curso de ativos estratégicos da empresa, ao tempo em que a política de conteúdo local será retomada e aprimorada. 

“A política de preços de combustíveis da Petrobras será reorientada. O mercado brasileiro é aberto a importações, mas isso não significa que o petróleo retirado no Brasil, aqui transportado e refinado, com custo bem menor que o internacional, seja vendido aos brasileiros segundo a Nova Política de Preços da Petrobras do governo Temer, a PPI (Paridade de Preços Internacionais), enormemente mais caro que o produto nacional”.

A importância essencial de recriar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, para colocar a CIENCIA como PATRIMONIO DO POVO.

Tirei o texto da proposta de Lula.

O Vianna referido na categoria é meu grande amigo, Antonio Carlos Rodrigues Vianna, uma grande mente, hiper dedicada ao proletariado;

Investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação Ciência e tecnologia aplicadas em inovações promovem transformações disruptivas dos paradigmas do sistema produtivo de bens e serviços para uma ECONOMIA DO CONHECIMENTO e para a transição ECOLÓGICA.

“As desigualdades de padrão tecnológico rapidamente se transformam em defasagens que isolam ou excluem as estruturas produtivas nacionais frente à dinâmica de concorrência. 

“Para adentrar nessa nova onda de inovações, o Brasil deverá investir significativamente em educação, ciência, tecnologia e inovação.

“Além disso, existe a necessidade de rearticulação das políticas e instituições voltadas para a ciência, tecnologia e inovação, capazes de ampliar distâncias com as fronteiras tecnológicas em expansão.

“Nesse sentido, o Brasil deverá se integrar à nova onda produtiva e tecnológica mundial, contendo as seguintes orientações: 

“1. Remontagem do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I): em pouco mais de dois anos, o governo Temer afundou o sistema nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação na maior crise da sua história. O Governo Lula promoverá a remontagem desse sistema – alavanca fundamental para o desenvolvimento do país – conectando as políticas públicas com o curso da expansão da fronteira de conhecimento aplicada em todas as áreas do sistema produtivo.

“O Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação deve associar universidades e centros de excelência em pesquisas públicas e privadas, capazes de operar em redes colaborativas e em coordenação com a estruturação de ecossistemas de inovação em áreas estratégicas (como manufatura avançada, biotecnologia, nanotecnologia, fármacos, energia e defesa nacional).

“2. Recomposição e ampliação do Sistema Nacional de Fomento de CT&I: para alavancar o sistema nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação será necessário recompor e ampliar os investimentos na área. Os orçamentos das agências de fomento federais, destacadamente os do CNPq e da CAPES serão
recuperados e ampliados a partir dos patamares mais elevados alcançados nos governos Lula e Dilma.

“A exemplo do que ocorreu no governo Lula, os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operado pela FINEP, serão progressivamente liberados na sua totalidade para  investimento.

“Os recursos disponíveis no FNDCT serão ampliados com a destinação de parcela dos recursos do Fundo Social do Pré-Sal, em substituição aos recursos anteriormente destinados ao Fundo Setorial do Petróleo.

“Serão aprofundadas e ampliadas as parcerias com as instituições e agências dos governos estaduais e municipais, para alavancar a integração, complementariedade, eficiência e eficácia do Sistema Nacional de CT&I. 

“3. Recriação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI): o MCTI será recriado para garantir a prioridade estratégica da área no novo projeto nacional de desenvolvimento, e articular iniciativas nacionais estruturantes a partir do núcleo central do Governo Federal. 

“4. Plano Decenal de Ampliação dos Investimentos em CT&I: o Governo Lula implementará um plano decenal de aumento dos investimentos nacionais em CTI, tanto governamentais quanto empresariais, visando atingir o patamar de 2% do PIB em investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) no país até 2030 – patamar necessário para garantir a nossa competitividade internacional face às mudanças nos paradigmas tecnológico-produtivos em curso no mundo”. 

A ÓTIMA Proposta de REINDUSTRIALIZAÇÃO do Brasil, de Lula, complementar com a de Boulos e de Ciro

Tirei o texto da Proposta de Lula. O texto complementa a proposta do PDT de CIRO e de Boulos (PSOL e PCB).

“4.3.1 Reindustrialização para o desenvolvimento nacional

“No contexto da chamada 4ª Revolução Industrial, o Brasil é desafiado a se reindustrializar e modernizar seu parque produtivo.

“Há fortes imposições externas e internas no sentido de restringir o Brasil à condição de mero exportador de commodities, que devem continuar a ser valorizadas, mas não podem ser absolutizadas como único trunfo econômico do país.

A indústria segue como um setor-chave para o desenvolvimento, para a oferta de melhores empregos, para a inovação tecnológica e, consequentemente, para o aumento da produtividade do trabalho.

Impõem-se investimentos elevados em setores como os de bens de capital e da Defesa, a cadeia produtiva do petróleo, gás e biocombustíveis, fármacos e petroquímica, a construção civil e a agropecuária têm rico potencial de alavancar o crescimento econômico, na perspectiva de superação da dependência do setor primário-exportador na balança de pagamentos

A Petrobras deve ser fortalecida, o regime de partilha na área do Pré-sal deve ser mantido, bem como a política de conteúdo local.

A política industrial requer uma forte infraestrutura que integre e articule as regiões do país, bem como a produção em grande escala de energia a partir de fontes limpas, uma vez que o país as possui em elevado potencial. 

“O processo de reindustrialização nacional transcorrerá com base na significativa elevação da taxa de investimento. Para tanto, o setor produtivo estatal deverá ser reconfigurado para fortalecer setores industriais estratégicos. Assim como os bancos públicos deverão assumir papel importante no padrão de financiamento da reindustrialização.

“Os Investimentos Diretos do Exterior serão estimulados em conformidade com a estratégia nacional de reindustrialização do país cuja frente de expansão contemplará a elevação do valor agregado com sustentabilidade ambiental e protagonismo do progresso técnico. 

“O governo Lula vai se empenhar na reconstrução do parque industrial em novas bases, com o estabelecimento de frentes de expansão produtiva com centralidade nos segmentos: (1) dos recursos naturais (energia, hidrocarbonetos, agropecuária), (2) indústria (insumos básicos,fármacos, bens de capitais, defesa e aeroespacial, microeletrônica e outras), (3) infraestrutura econômica (logística, ferrovias, rodovias, hidrovias, telecomunicações, banda larga), (4) infraestrutura social (saneamentos, habitação, mobilidade urbana, equipamentos de saúde, lazer e cultura).

“Ademais, o governo federal promoverá a agroindustrialização do campo brasileiro”.

O Estado deveria PROIBIR ou cercear programas policialescos fascistas como Datena e outros. Lucram com a humilhação e a miséria moral das pessoas

Tirei o texto de Boulos e concordo totalmente:

“9. Regulamentação dos programas policialescos. 

“Um estudo conduzido pela ANDI em colaboração com o Intervozes, a Artigo 19 e o Ministério Público Federal aponta que pelo menos 12 leis brasileiras e sete tratados multilaterais são desrespeitados cotidianamente pelos programas ditos “policialescos” que se valem de uma concessão pública para ir ao ar (disponível em: http://intervozes.org.br/publicacoes/guia-violacoes-de-direitos-humanos-na-midiavolume-i/).

“Necessitamos de uma atuação de fiscalização destes conteúdos, uma vez que a liberdade de expressão e a liberdade de imprensa devem conviver harmonicamente com os demais direitos.

“O primeiro passo é compreender que tais programas não são propriamente jornalísticos, mas fazem parte de uma categoria específica, cujo conteúdo violento e sensacionalista não deve ser veiculado em todos os horários de uma rede de televisão aberta”.

O comércio de ARMAS é ASQUEROSO, e quase todas têm origem nos EUA, enriquecendo Comerciantes da Morte. Solução JAPONESA é a melhor, proibição praticamente absoluta de armas

Tirei o texto de Boulos e concordo totalmente:

“6. Controle de armas

Quanto mais armas em circulação, maior o número de mortes (inclusive de quem a porta achando que vai se proteger).

Precisamos do controle sobre as armas, não da sua expansão.

“Propomos o fomento para campanhas de desarmamento voluntário da população, além de ampliar o controle sobre armas e munições que circulam no território brasileiro, aprimorando os dispositivos previstos na Lei 10.826/03 e no Decreto 5.123/04.

“Além disso, é preciso envolver a diplomacia brasileira na relação com países fabricantes de armas e munições, bem como com nossos vizinhos de fronteira, para um esforço conjunto de controle de armas e munições”.

Pastoral Carcerária-CNBB, Lula e Boulos defendem DESENCARCERAMENTO, tratamento AMBULATORIAL dos criminosos

Tirei o texto de Boulos :

“2. Implementação da Agenda Nacional Pelo Desencarceramento; 

” Inchar ainda mais o sistema carcerário é parte do problema, não da solução.

As prisões constituem um grande fracasso da política criminal:  favorecem uma rede para o cometimento de novos crimes, banalizam a violência, PIORAM as pessoas.

Longe de promover qualquer “ressocialização”, ajudam a consolidar carreiras criminosas

“Devemos, sempre que possível, apostar em formas alternativas de responsabilização no sentido do que foi apontado pelo documento da Agenda Nacional pelo Desencarceramento”.

— Updated: 19/08/2018 — Total visits: 32,636 — Last 24 hours: 102 — On-line: 2
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