O bozó solta os cães de guerra, os coxinhas minions. Açula a milícia, no modo fascista

Fernando Brito mostra como Bolso é burro, centralizador, sem educação, sem tatos. É o mesmo que por uma Besta surtando numa loja de cristais. Apenas DESTRÓI e gera ódio nas próprias fileiras

Não dá para listar aqui a multidão de demitidos do governo Bolsonaro em apenas cinco meses.

Na semana que se encerra, dois presidentes de estatais (Correios e BNDES), um de órgão relevante (a Funai) e um ministro de Estado foram para a rua em três dias [3 generais…].

Exceto pela “missão” dada ao substituto do general santos Cruz, de financiar a “bolsonosfera”, pouco ou nada se sabe do que se pretende para os comandos tornados vagos.

É especialmente grave o caso do BNDES, praticamente o único órgão de fomento econômico do Estado brasileiro, hoje.

Levy, sabe-se, opunha-se a uma descapitalização velor do banco, para arranjar recursos  meramente contábeis para melhorar as contas, sem efeito monetário, porque eram títulos do Tesouro, perdoem o pleonasmo, entesoudados, apenas em caixa.

É claríssimo que o corpo técnico do banco está retraído e isso atrasa o pouco que se tem de financiamento à economia produtiva.

No caminho do PIB Zero, isso é um desastre maior do que seria em tempos mais prósperos.

Mas não é só no BNDES. Em todas as áreas do governo, impera um clima de medo, quase terror.

Ser “dedurado” como esquerdistas, cair na desgraça do grupo olavista ou na do próprio Presidente é algo que trava ainda mais os órgãos públicos já travados pela escassez de recursos.

É um método primário de administrar, o de governar pelo medo e não pela liderança.

O autoritarismo presidencial aumenta a paralisia da administração.

“Demandas” (pedidos ordens) de MORO ao MP, no caso Lula

Na sexta reportagem do The Intercept, Glenn refuta outra alegação de Moro.

Moro confessou que, na fase de inquérito, em 2015, tinha indicado testemunhas ao MP e aceito uso de delação falsa apócrifa, conduta esta última que Reinaldo Azevedo chamou de “condescendência”.

Moro desafiou Glenn, dizendo: publique tudo.

Glenn, poucas horas depois, publicou pilhas de diálogos.

Glenn mostrou que a conduta de Moro, em 2015, no inquérito contra Lula, continuou até o final do processo, na primeira instância, no interrogatório e na fase do artigo 402 do CPP, em 2017. E, depois, até final de 2018, para negar liberdade e entrevista.

Por quatro anos, de 2015 a 2018. 

Nos novos diálogos, Moro liga, em 2017, no final do processo, para o proc Carlos e faz uma “demanda”.

No interrogatório, minutos antes, Moro tinha dito a Lula que ele, como Juiz, seria IMPARCIAL, sem lado.

Pois bastou Lula sair da sala e dar uma entrevista na frente do prédio, televisionada, que Moro ligou para Carlos e pediu uma Nota do MP, para mostrar “contradições” no interrogatório de Lula.

Mostrar contradição é praticamente sepultar o réu, pois um relato contraditório não é aceito e ainda mostra culpa.

Então, os diálogos mostram como Carlos e outros procuradores, inclusive Dallagnol, correm para elaborar a nota e ligam para Moro, dando satisfações sobre a demanda de Moro.

Mostra também que o próprio Dallagnol não viu nada demais nas frases de Lula sobre a viúva deste.

Mas, a nota mesmo assim foi feita fazendo ataque torpe a Lula, como se Lula tivesse culpado a finada esposa.

Dallagnol pede atenção para manter oculto o “protagonismo” de Moro e para dar cobertura a Moro.

Assim, o “protagonismo” de Moro estaria demonstrado, nesta sexta reportagem. Na certa, a imprensa está ligando para Moro e Carlos, para que estes expliquem.

A tese que Glenn teria alterado os textos é praticamente absurda, pois os textos originais estão no MP e bastaria o MP mostrar os textos originais, se as cópias obtidas por Glenn fossem falsas.

Há notas na imprensa que Dallagnol sequer entregou o celular para perícia. 

Paulo Henrique Amorim mostra a ação da CIA, clara e forte, no golpe e no ataque a Lula

GLENN atacando o Juiz Dredd Moro, Inquisidor Mor

GLENN diz que Moro cairá após a sexta reportagem, até Domingo. Glenn é o melhor jornalista do Mundo…

O jornalista Glenn Greenwald fez uma afirmação bombástica na manhã desta sexta-feira:

“quero ver Moro se segurar na cadeira [de Ministro] depois das próximas revelações”;

ele não antecipou quais serão as próxima revelações da Vaza Jato do site Intercept;

a frase é uma resposta à afirmação de Moro de que não renunciará e ao desafio do ministro: “Se quiserem publicar tudo, publiquem. Não tem problema”

MORO confessa que instruía e indicava testemunhas para o MP, participando como Co-Autor da investigação e da Acusação

247 – O ministro da Justiça, Sergio Moro, deu mais uma demonstração de que o conteúdo das conversas dele com o procurador Deltan Dallagnol, vazadas pelo The Intercept, ao admitir [CONFESSOU] que nesta sexta-feira (14)

que instruiu secretamente os procuradores a fabricar provas contra o ex-presidente Lula, que vem sendo mantido como preso político há mais de um ano. 

“Foi descuido meu”, disse Moro. 

“Nós lá na 13ª Vara Federal, pela notoriedade das investigações, nós recebíamos várias dessas por dia.

“Eu recebi aquela informação [da CIA??]e,

aí assim, vamos dizer, foi até um descuido meu, apenas passei pelo aplicativo. Mas não tem nenhuma anormalidade nisso. Não havia nem ação penal em curso”, justificou o agora ministro de Jair Bolsonaro durante cerimônia na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Brasília.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Moro disse que repassar informações ao Ministério Público está previsto na lei, só não contou que tal medida deve ser feita por meio de notícia-crime, ou seja, devidamente formalizada nos autos, não às escondidas como fez.

“Eu acho que simplesmente receber uma notícia-crime e repassar a informação não pode ser qualificado como uma conduta imprópria”, disse o ex-juiz.

O melhor jornalista do mundo está derrotando o bozó, sorrindo, tranquilo, sereno, ultra calmo, cavalheiro e sem nem suar. Mereceria uma SÉRIE com 1.000 episódios.

Entrevista genial de LULA, que já se prepara para sair, casar e voltar a ser Presidente rs

O INQUISIDOR MORODALLA. O JULGAMENTO ABOMINAÇÃO, que deveria ter um Zola ou um Voltaire, para desmascarar

Teori morreu (ou foi morto) depois de criticar Moro.

Teori criticou Moro, dizendo que ele devia OUVIR AS DUAS PARTES. 

Pelas matérias de Glenn, Moro deve ter dado gargalhadas.

MORO OUVIA 24 horas o MPF. E dava bronca, mandava, dava dicas, conselhos, orientação, ao servo Dallagnol quase 24 horas por dia, começando às vezes as 8h e indo até quase três da madrugada.

Como um Janos, a equipe MORODALLA trabalhava afiada, juntos, trocando ideias, formulando planos juntos, como um Escritório de MP Juiz da causa, Inquisição pura.

Pior que Inquisição, pois na Inquisição existiam mais juízes. No caso era só Moro. Para superar Torquemada, faltou apenas a tortura, mas esta existiu, pois a esposa de Lula morreu de tristeza, ao ser atacada por um dilúvio de FAKES. 

No jornal Estadão, hoje, MORO praticamente confessa. Diz que conversava pessoalmente e por aplicativo (telegram), DINAMICAMENTE, com o MP, mas que as “decisões” ocorriam nos autos (formalmente, claro).

A CONVERSA DINÂMICA, pessoal e por aplicativos, é chamada de CONLUIO, por tudo que é jurista do mundo. 

Não contente, MORO ouvia tudo o que o réu e os ADVOGADOS dos réus diziam, pois todos os celulares estavam GRAMPEADOS, por ordem de Moro. GRAMPEAR TELEFONES de todos os advogados de LULA é outra ABOMINAÇÃO clara. 

A PF gravava tudo, imprimia e entregava on line para MORO e o MPF. Assim, a equipe MORO DALLAservo e a PF OUVIAM tudo. Só não ouviam os pedidos nos autos dos advogados de Lula. É outra ABOMINAÇÃO. 

Há quem diga que, além disso, MORO e seu Dalla recebiam INFORMES de quem ouve TUDO mesmo, da NSA, FBI, CIA, MI 6 etc. 

Um juiz só deve ouvir as partes através de petições formais e públicas nos autos, dando ciência a outra parte para falar.

Se uma parte quiser falar com o Juiz, deve pedir audiência e o Juiz deve dar ciência a outra parte, para esta estar presente.

Só em pedidos liminares o Juiz recebe só uma parte e não deve, EM REGRA, decidir nada, sem OUVIR a outra parte, audita altera partem.

O julgamento de LULA foi uma PARÓDIA.

Para piorar, as NOVE FAMÍLIAS que controlam toda a MÍDIA MACRO COMERCIAL no Brasil despejavam DILÚVIO DE FAKES contra Lula.

Para completar, existiam MILHARES DE VAZAMENTOS de documentos nos autos contra LULA. VAZAMENTOS ILEGAIS.

Pelo que informa Glenn, a própria atribuição a Lula do apto triplex, que nunca foi de Lula, foi feita com base em notícia fake da Globo e ainda tiveram a coragem de alterar a notícia, mudando o lugar do apto, falsamente atribuído.

Para piorar ainda mais, a “prova” contra Lula é a delação PREMIADA de um corrupto.

Ou seja, o corrupto foi perdoado praticamente, bastando dizer o triplex é de Lula.

E esta testemunha comprada é a “PROVA”.

Para piorar, em cada ato de corrupção, por exemplo, um prefeito, há um ato de corrupção oficial (um decreto ou contrato etc, ato de ofício ilícito e determinado) e há uma PROPINA (o corrupto passivo agente público recebe um bem ou dinheiro, propina).

No caso de Lula, o próprio Moro confessa que não foi provado nenhum ato de ofício determinado, nenhum ato de corrupção.

E a propina seria o triplex. O triplex que não da propriedade de Lula, não foi posto em seu nome ou de laranja, e que Lula nunca teve a posse.

Só tem a palavra do corrupto comprado por prêmio, delação premiada, dizendo “o triplex é de Lula”.

TRATA-SE DE CASO EVIDENTE DE LAWFARE, usar o Judiciário, numa guerra híbrida, contra um adversário político.

UM JULGAMENTO ABOMINAÇÃO, que o STF deve anular dia 25 de junho. 

— Updated: 17/06/2019 — Total visits: 53,490 — Last 24 hours: 58 — On-line: 0
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