O Instituto Millenium, Tea Party, operando para fraudar eleições no Brasil, para MANIPULAR MILHÕES DE PESSOAS BURRAS

Do 247 — “Qual tem sido o papel dos grupos religiosos na promoção da candidatura de Jair Bolsonaro no Brasil?

Para Frei Betto, famoso teólogo brasileiro entrevistado pela Sputnik, tem sido muito grande; “toda a campanha de Bolsonaro foi montada por setores evangélicos dos EUA; há um grupo de extrema-direita de origem americana, o Instituto Millenium, representada pelo economista Paulo Guedes, que opera no Brasil para organizar e treinar uma geração de jovens de direita muito beligerante”

As origens religiosas do movimento socialista

As fontes teóricas de Marx são, quase todas, fontes religiosas

Marx explicitou suas fontes teóricas, quase todas PESSOAS RELIGIOSAS: São Tomás Morus (1516), citado no início do livro “O capital”, vol. I; Campanella (1602); Gerard Winstanley (1609-1652), o abade Ferdinando Galiani (1728-1787, autor do livro “Diálogos sobre o comércio de grãos”); Mably; Morelly; o Círculo Social (cujos dirigentes eram padres); o padre Jacques Roux; Babeuf e Phillipp Buonarroti (1761-1837, autor do livro “História da conspiração de Babeuf”), sendo estes dois teístas, com base em Morus, Mably e Morelly; Sismondi; William Cobbett (autor apreciadíssimo por Marx); Weitling; Buchez; Leroux; Robbertus; Saint Simon e Bartolomeu-Próspero Enfantin (1796-1864, que deixou boas obras sobre ética e economia); Owen; Fourier e Victor Considerant; Thomas Carlyle; Moses Hess e antes Spinoza; Etienne Cabet; Eugenio Buret (que influenciou diretamente Engels); Louis Blanc; Vitor Hugo; os cartistas; os irlandeses católicos (com O´Connell antes do cartismo e depois com os fenianos); o movimento de independência polonês, quase todo católico; os Cavaleiros do Trabalho nos EUA (dirigidos por um grande católico chamado Powderly); e centenas de outros autores, quase todos católicos ou cristãos.

As fontes principais de Marx são religiosas: Hegel, Saint-Simon, Santo Tomás Moorus, Morelly, Babeuf, Buonarotti, Weitling, Moses Hess, Spinoza e mesmo Feuerbach.

Analisei estas fontes e dezenas de outras em meu livro, com os textos transcritos, para deixar claro que não inventei nada, apenas pesquisei e transcrevi os textos e as fontes, como abonações.

O próprio Marx escreveu que o comunismo cabetiano era o maior na França no início dos anos 40 (antes de Marx se tornar comunista) e esta forma de socialismo utópico era difundida com base em idéias cristãs (inclusive nos bons textos de Victor Considerant, 1808-1893).

Na Inglaterra, os cartistas cristãos (Thomas Cooper e especialmente Feargus Edward O´Connor, 1794-1855, dirigente cristão da ala esquerda dos cartistas, fundador e redator do jornal “A Estrela do Norte, que era o órgão central do cartismo, autor elogiado por Marx e Engels, tal como Bronterre), foram os precursores do socialismo e o primeiro movimento operário organizado. Feargus lutava por uma extensa reforma agrária na Inglaterra.

Os cartistas inspiraram-se no movimento dos irlandeses, especialmente em líderes católicos como o grande católico Daniel O´Connell (1775-1846).

Este político foi um advogado irlandês, que encabeçou o movimento pela emancipação irlandesa. Em 1832, fundou a “Great Catholic Association” e, em 1840, como líder católico, a “Royal National Repeal”, cujos métodos em boa parte inspiraram a luta dos cartistas, pois boa parte destes era formada por irlandeses.

O próprio Feargus começou a militar entre os “repeals”.

Flora Tristan, em suas viagens a Inglaterra, conheceu os cartistas, a O´Connor e O´Brien e foi influenciada por estas correntes, tal como pelo sansimonismo.

É possível que Marx tenha conhecido pessoalmente Flora, pois ao ir para Paris, Ruge aconselhou que conhecesse Flora e George Sand, socialistas com grande religiosidade.

Nos EUA, este papel coube aos Cavaleiros do Trabalho. Esta organização nasceu em 1869 e, em 1878, tinha, como principal liderança, o católico Terêncio Powderly, um operário mecânico.

Os Cavaleiros tiveram o apoio do Cardeal Gibbons e de outros nove grandes prelados, tal como do Cardeal Manning e, por fim, de Leão XIII.

Os Cavaleiros recrutavam milhões de trabalhadores e defendiam uma forma de socialismo cooperativo.

Sobre as fontes cristãs-hebraicas do socialismo/comunismo eanarquismo, há quase 1.200 páginas em meu  livro e provam também a tese deste blog, pois o socialismo nasce como uma “democracia social” (o velho nome dos partidos comunistas durante a vida de Marx).

O apreço de Engels pelo cristianismo primitivo fica patente em suas últimas obras: “Bruno Bauer e o cristianismo” (1882); “O livro de offenbarung” (1883) e “Sobre a história do cristianismo” (1895, no ano de sua morte).

Marx, no final de sua vida, em 1881, numa carta a Domela Nieuwenhuis (um dos precursores do socialista na Holanda e também teólogo), também elogiou o cristianismo primitivo. Rosa de Luxemburgo escreveu uma linda obra. Bebel e Kautsky também escreveram obras sobre socialismo e cristianismo, elogiando o cristianismo primitivo, o que mesmo elogio que Lenin também fez.

Lênin recebeu o batismo ortodoxo e casou-se inclusive com os ritos religiosos ortodoxos.

Marx, em 1843, realizou seu casamento no civil e perante uma igreja luterana.

Engels, quando sua esposa de fato estava morrendo, no leito de morte desta, chamou um sacerdote e casou-se com a padecente, e casamento católico.

A esposa de Lênin tornou-se socialista devido a influência do tolstoismo, de Tolstoi, uma corrente anarquista profundamente cristã. Estes aspectos (especialmente as expressões religiosas usadas em suas cartas particulares) de Lênin são ocultados pela literatura estalinista.

É certo que Lênin, tornou-se ateu e, tudo indica, morreu desta forma, mas em sua formação, em suas idéias e textos existem fortes elementos cristãos.

Nas memórias de sua esposa, consta que mesmo no Natal do ano anterior de sua morte, ele participava das festas natalinas, montava sua árvore de Natal etc. Esposa de Lenin escreveu vários textos de elogios aos católicos, dando estes como exemplos para os comunistas.

O bolsonazismo chega aos limites da imbecialidade, cogitar um playboy Orleans e Bragança, capacho do imperialismo

Do 247 – “Pela primeira vez na história do Brasil, um possível chanceler fala em interferir diretamente nas questões internas de um país vizinho;

segundo o deputado eleito Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL-SP), cotado para assumir a chancelaria brasileira em um eventual governo do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL), o maior problema externo a ser enfrentado é a Venezuela. “Resolver o problema é tirar o Maduro do poder, para a Venezuela deixar de ser uma ditadura”, afirmou;

derrubada de Nicolás Maduro interessa sobretudo aos Estados Unidos, para quem Bolsonaro bate continência”. 

Vox Populi, Haddad alcançou Bolsonazi, a diferença de 3% é empate técnico

Do 247 – “Pesquisa Vox Populi/CUT divulgada na manhã desta sexta-feira aponta: Bolsonaro tem 53% das intenções de voto válidos e Haddad tem 47%; a diferença entre os dois é de apenas 6 pontos percentuais, o que indica que a disputa eleitoral está aberta e o país terá uma reta final emocionante, com uma subida do candidato do PT que tem sido a tônica das últimas eleições”. 

Livro que recomendo, de Louis Auguste Blanqui, sobre a eternidade

O Babovismo foi um movimento cristão socialista, com forte religiosidade

O Babovismo foi o movimento de François Noel Babeuf (1760-1797), Gracchus Babeuf, foi um jornalista revolucionário, que, no final das contas, apenas seguia as ideias do padre Morelly, do padre Mably, de Campanella e de São Tomás Morus.

E isso foi reconhecido em textos do próprio Marx e Engels, textos que vou transcrever, em outras postagens, nesta “Categoria”. 

Toda a base teórica vem destes autores católicos, da ética cristã social. Com pitadas de platonismo, a mesma base de Santo Agostinho e outros luminares da Igreja.

Friso que Babeuf não queria estatizar todos os bens, deixava claro que os camponeses, artesãos, pequenos comerciantes (retalhistas) e pequenos burgueses, ou seja, OS MICRO E PEQUENOS PRODUTORES, não seriam atingidos.

Já postei textos de Babeuf, mostrando isso, e o farei novamente, com mais detalhes, em outros posts.

Apenas os grandes ricos seriam desapropriados, para realização do bem comum. 

Depois da morte de Babeuf, suas ideias foram mantidas por um grande católico, chamado Filippo Giuseppe Maria Ludovico Buonarroti, mais conhecido como Philippe Buonarroti (1761-1837), descendente da família do escultor católico Michelangelo Buonarroti.

Philippe Buonarroti era carbonário, a mesma corrente católica de Buchez, anos depois. Os Carbonários eram um tipo de maçonária, empapada de catolicismo, com amplo amor a Jesus Cristo.

Buonarrotti escreveu os livros “História das sociedades secretas do Exército” (1815), “Conspiração dos Iguais” (1828) e “Conspiração para a Igualdade, dita de Babeuf, seguido do processo ao qual ele foi julgado” (1828).

Estas obras foram traduzidas para o inglês, pelo irlandês James Bronterre O´Brien, “Conspiração de Babeuf pela Igualdade”, em 1836. Bronterre era católico. Outros discípulos foram Raspail, também com religiosidade, e outros. 

A Sociedade das Estações, na França, que atuou principalmente entre 1834 e 1836, tinha como líderes Philippe Buonarroti, Blanqui, Barbès e outras pessoas, inclusive ex padres.

Na época, todas estas lideranças eram católicas, inclusive Louis Auguste Blanqui. Barbès sempre manteve a fé católica.

Depois, Blanqui se torna ateu, mas, no final da vida, escreve um livro praticamente religioso, “A eternidade pelos astros”, editado pela Ed. Saraiva, no Brasil, com a ideia cristã e hebraica da renovação do universo, mas com base “científica”. 

A boa opinião de Roger Waterns, um dos Pink Floyd originais

Do 247 – “Para Roger Waters, músico inglês e um dos fundadores da banda Pink Floyd, que está realizando uma turnê pelo Brasil,

o candidato de extrema direita à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL), “está na política brasileira há 30 anos e é totalmente corrupto! E é louco. Vingativo e insano”;

É preciso lutar contra o fascismo e o totalitarismo de qualquer maneira. Se isso acontecer aqui, vou continuar meu ativismo, fazendo o possível para ajudar a reverter isso”, completou”.

Julian Assange e seu bichano. Amor aos animais é ótima prova de bom caráter

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Nossos grandes intelectuais do Brasil, ligados a esquerda católica

Do 247 – “Dezenas de artistas e intelectuais se unem contra a ameaça que ronda o futuro do País e assinam um manifesto contra a candidatura de alguém que “defende a quartelada, renega os horrores da ditadura, aplaude a tortura”;

“Não há espaço nem tempo para a omissão. Ser omisso diante do perigo que nos ameaça significa, em termos concretos, concordar com essa ameaça”,

afirmam; entre os signatários estão Emir Sader, Leonardo Boff, Chico Buarque, Maria Thereza Goulart e Marieta Severo; confira a íntegra”.

A lista de signatários contra Bolsonazi mostra alguns de nossos grandes intelectuais, como Boff e outros representantes da ética social católica.

E mostram pessoas ligadas a grande católicos trabalhistas como João Goulart, Severo Gomes e Sérgio Buarque de Holanda, grandes católicos sociais, pro economia mista, amplo Estado social e democracia popular. 

Concordo com Leonardo Boff, Dom Orani cometeu um erro grave

Do 247 – “O teólogo e escritor Leonardo Boff afirma em seu Twitter que, ao receber Bolsonaro, o arcebispo Dom Orani Tempesta demonstra se contrário ao que o papa ensina;

diz o teólogo: “[ele] nem sabe que o candidato fascista com o qual faz um compromisso está já no terceiro casamento. O Sr. aprova? É assim que vai defender a família? O arcebispo envergonha os cristãos do Rio e do Brasil por seu conservadorismo”

— Updated: 20/10/2018 — Total visits: 38,706 — Last 24 hours: 73 — On-line: 0
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